Dicas para mães de primeira viagem – Conheça 9 ensinamentos para facilitar sua vida!

A gestação é uma nova etapa na vida de toda mulher. Pensando nisso, listamos 9 dicas para mães de primeira viagem.

Ser mãe pela primeira vez é uma experiência valiosa, mas repleta de dúvidas e receios. Por isso, algumas dicas para mães de primeira viagem são essenciais.

Pois a maioria das mamães se preocupam muito com o bem estar do bebê durante a gestação e, principalmente, quando o pequeno nasce.

Além disso, o que não faltam são opiniões sobre a forma como você deve cuidar do seu filho.

Com isso, muitas comparações começam a surgir fazendo com que as mães sintam que não estão fazendo um bom trabalho.

Mas fique calma, insegurança nesse momento é normal e tudo isso passa com algumas boas orientações.

Assim, é possível ficar mais tranquila e mais segura para cuidar do seu bebê.

Separamos, abaixo, algumas dicas para mães de primeira viagem sobre gestação, cuidados com o bebê e com si mesma.

Conheça 9 dicas para mães de primeira viagem

1 – Faça um plano do parto

O parto é o início do sonho da maternidade e, por isso, deve ser planejado com antecedência.

Inicialmente, se você fará o pré-natal e parto em serviços privados, liste as maternidades, obstetras e pediatras do seu interesse.

Em seguida, faça visitas para reduzir a ansiedade e ter mais segurança quanto ao local e os profissionais responsáveis.

Portanto, pesquise bastante, converse com obstetras e com outras mulheres que já tiveram a experiência.

Assim, você evita aborrecimentos e imprevistos nesse momento especial.

2 – Faça uma lista do que é necessário comprar

Uma das dicas para mães de primeira viagem nesse momento é: compre apenas o necessário.

Por mais que alguns itens pareçam facilitar sua vida, eles podem se mostrar inúteis.

Por isso, pesquise desde o momento de montar a sua bolsa maternidade até o enxoval do bebê.

Para que tudo caiba no orçamento, compre os produtos aos poucos desde quando ficou sabendo da gravidez até o quinto mês de gestação.

Assim, você estará preparada caso o bebê chegue antes do planejado.

Além disso, nos últimos meses você estará mais cansada e ansiosa, melhor garantir um tempinho para você, não é mesmo?

3 – Descanse sempre

Nunca é cedo para começar a descansar, antes mesmo do nascimento você pode aproveitar para descansar.

Com a proximidade do parto as noites de sono podem ser mais irregulares.

Além disso, após o nascimento do seu bebê, a atenção que ele irá demandar e as demais serão exaustivas.

Portanto, aproveite toda oportunidade para descansar e, se possível, não se acanhe em recusar visitas. Elas entenderão o seu motivo.

Se preferir, peça que parentes e amigos combinem um horário antes para se programar e escolher o melhor dia para você.

4 – Peça ajuda

Apesar de ser um momento desejado por muitas mulheres, a gravidez e a responsabilidade pelo bebê após o nascimento são momentos intensos.

Por isso você deve saber que está tudo bem pedir ajuda.

Além de dividir as tarefas com o pai da criança, conte com a ajuda de amigos e parentes.

Isso será importante para você estar mais disposta e tranquila para cuidar do seu pequenino.

5 – Busque informações

Assim como esse artigo, hoje há uma diversidade de canais que informam sobre a maternidade e todos os seus dilemas.

Com um acesso rápido e a grande maioria de forma gratuita, sites, canais no Youtube, artigos de blog, aplicativos oferecem um conteúdo rico para sanar suas dúvidas.

Além disso, o seu médico pode ajudar, assim como os profissionais que te atenderam no pré-natal ou na maternidade.

6 – Cuide da sua saúde

Essa é uma das dicas para mães de primeira viagem que gostamos de priorizar sempre: cuide de você!

Alimente-se bem, durma o suficiente, descanse quando necessário, faça os exercícios liberados pelo médico e não se isole socialmente.

Assim que o pediatra liberar o pequeno para passear, passeie pela vizinhança, vá a praças, tome o solzinho da manhã para garantir a vitamina D.

Além disso, compareça a todas as consultas médicas e faça os exames solicitados.

O seu bem-estar é a garantia de bem-estar do seu bebê.

7 – Entenda a sua relação com o bebê

Inicialmente, você pode demorar a entender a rotina da criança.

Afinal, cada bebê tem uma rotina e isso pode causar um estranhamento as mamães que tem uma outra rotina.

Com o tempo vocês estarão mais próximos e, assim, você vai entender melhor os horários dele e poderá criar brechas para os seus também.

Para isso, passe bastante tempo com ele e seja paciente.

8 –  O choro do pequeno é inevitável

O choro é a única forma que o bebê conhece para se comunicar.

Portanto, é normal que ele faça uso do choro para se comunicar com você para tudo.

É comum que a mãe de primeira viagem pense que ele está com fome, cólica ou dor, mas pode ser apenas saudade do seu colo.

Aos poucos, você aprenderá a identificar a causa do choro, se precisa ser trocado, se está irritado ou incomodado.

Ate lá, lembre-se sempre de ser paciente.

9 – Aceite a mãe que você é

Embora esse seja o último item das dicas para mães de primeira viagem, é o mais importante de todos.

Você não pode prever todas as situações que irão ocorrer e nem evitar todas as dores do seu filho.

Além disso, você não é obrigada a saber de tudo e tem todo direito de errar.

Por isso, faça as consultas regulares ao pediatra, aprenda, converse, troque experiências e se mantenha saudável.

Assim, você poderá aproveitar cada fase do crescimento do bebê e, claro, do seu crescimento também.

 

Mamãe, curtiu as dicas que separamos especialmente para você? Então compartilhe essas informações com os seus amigos nas redes sociais!

E continue acompanhando os artigos do Melpoejo com artigos pensados para manter o bem-estar das mamães, papais e, claro, dos bebês!

 

Quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

As cólicas podem causar muita dor ao bebê e incômodo a todos os familiares, mas quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê? Descubra em nosso artigo!

O bebê está em casa e de repente começa um choro forte e estridente, geralmente são as conhecidas cólicas infantis. Mas quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

A princípio, o bebê está em uma fase de adaptação e novas informações podem gerar estresse, que muitas vezes é expresso pelo choro.

Mas quando o choro se torna constante, durante longos períodos e mais alto do que o costume, pode indicar que ele está sentindo dor na barriga.

A cólica em recém-nascido é comum até o terceiro mês, pois o seu sistema digestivo ainda está em desenvolvimento.

As crises normalmente acontecem no fim do dia ou durante a noite e, além do choro, acabam atrapalhando o sono.

Assim, o pequenino não consegue descansar e pode ficar ainda mais irritado.

A fim de aliviar as preocupações sobre a cólica em recém-nascido, vamos te ajudar a identificar quando o bebê está com incômodo, quanto tempo dura a crise de cólica no bebê, como aliviar esse mal e dicas de prevenção.

Como identificar quando o bebê está com cólica?

A cólica incomoda muito os bebês e causa um choro intenso.

Por isso muitas famílias têm dúvidas sobre como saber se o bebê está com cólica.

A princípio, o choro intenso é a principal forma de identificar o desconforto da cólica em recém-nascido.

O choro por diferentes motivos nos primeiros meses de vida é comum, porém o da cólica é ininterrupto.

Por exemplo, algumas vezes o recém nascido chora por querer carinho e ficar perto da mãe.

Ou seja, quando ganha colo, o choro termina. No caso da cólica, essa pausa não acontece.

Além disso, fique atento aos demais sinais:

  • Rosto avermelhado e com expressão de dor;
  • Flexão das pernas e braços em direção ao abdômen;
  • Punhos cerrados;
  • Gases e barriga rígida.

Quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

A crise de cólica do bebê dura em média 3 horas em pelo menos 3 dias por semana, por 3 semanas ou mais.

O surgimento da cólica costuma ser em torno de duas a três semanas após o parto.

Já no caso dos bebês prematuros, contamos como duas a três semanas depois do dia previsto para o nascimento.

Geralmente a cólica em recém nascido e bebês desaparece por volta de 1 a 3 meses.

Mas não é uma regra, em alguns pequenos as crises de cólica podem durar até os 4 meses, sendo que alguns nem sofrem dessas crises.

Como aliviar a dor no recém-nascido com cólica?

Até agora falamos sobre como identificar o incômodo e quanto tempo dura as crises de cólica no bebê.

Em seguida vamos falar de algumas ações que podem ser feitas para aliviar a dor do recém-nascido.

Faça massagem na barriga

Uma forma de aliviar a dor é acariciando a barriga do bebê com movimentos circulares.

Com as mãos em forma de concha, exerça uma leve pressão e deslize pela barriga da criança, partindo da base das costelas.

Além disso, um pequeno exercício pode auxiliar no alívio da cólica também.

Como se ele estivesse pedalando, dobre lentamente os joelhos de forma que as coxinhas dele pressionem de leve a barriga.

Dê um banho morno

Em um ambiente silencioso, prepare a banheira do seu filho com água entre 35°C e 37°C.

A água na temperatura do corpo proporciona uma sensação de aconchego, similar à que ele experimentava no útero.

Faça uma compressa

Com uma bolsa térmica de água morna ou uma fraldinha aquecida com ferro, faça uma compressa na região do abdômen.

Visto que o calor favorece a vasodilatação, facilita o fluxo sanguíneo e relaxa a musculatura, diminuindo o desconforto abdominal.

No entanto, não se esqueça de testar a temperatura antes para não correr o risco de queimar a pele do seu pequeno.

Deite o bebê de bruços

Quando deitado de bruços, o bebê consegue expelir mais facilmente os gases que o incomodam e agravam a cólica.

Por isso, tente deitar a criança de bruços no peito do papai ou da mamãe.

O contato pele com pele acalenta, enquanto o cheiro e a voz da mãe ou do pai transmitem segurança e paz.

Assim, você aquece o abdômen do pequeno e oferece mais conforto com o seu toque.

Ofereça o peito

O estímulo oral que ocorre quando o bebê se alimenta de leite materno é satisfatório para o pequeno e ajuda a acalmar a cólica em recém-nascido.

Mas é preciso ficar atento a quantidade de ar que o neném engole a cada mamada, pois ela pode agravar o quadro.

Por isso, é necessário fazê-lo arrotar para eliminar o ar engolido durante a amamentação.

Além disso, para os pequeninos que não mamam, existem mamadeiras anti-cólicas que ajudam a amenizar o desconforto.

Dicas para evitar a cólica no bebê

Como a cólica nos pequeninos gera um desconforto intenso e muitas vezes sem explicação aparente, os responsáveis ficam confusos e nervosos na tentativa de aliviar a dor.

A partir disso, pais e familiares começam a buscar informações de como evitar as cólicas nos recém-nascidos.

Alguns pontos citados abaixo podem auxiliar na prevenção. E, também, evitar que o incômodo atrapalhe a sua rotina e o bem-estar do bebê:

  • A alimentação do bebê é um ponto chave a se observar. Sempre que perceber que ele está com fome, alimente-o e force o arroto após cada mamada;
  • O desconforto na região da barriga pode ser ocasionado pela sucção do ar do bebê. Procure sempre se sentar em uma posição ereta ao amamentar e manter sempre o bico da mamadeira repleto de leite;
  • Com muito cuidado, você pode também colocar uma bolsa de água quente na barriguinha da criança. Envolva com toalhas para que ele sinta o alívio proporcionado pelo calor.

Agora que você sabe quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê, quando é necessário procurar ajuda médica?

Se após seguir os passos a cima o choro ainda persistir, talvez seja a hora de procurar a ajuda de um médico.

O pediatra poderá confirmar se é a cólica ou se existe outra causa para o choro do bebê.

Além disso, eles poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem de dor do pequeno.

De qualquer forma, é importante buscar ajuda profissional quando:

  • O choro é persistente, alto e nada parece acalmar o recém-nascido;
  • Vômitos constantes, perda de peso e mudança na rotina, como o pequeno mamar ou urinar menos que o normal;
  • O bebê apresenta diarreia e/ou sangue nas fezes;
  • Mudanças como o bebê mamando ou urinando menos que o normal.

Vale ressaltar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional médico.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico, ou seja, obtido a partir de derivados vegetais e é usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

Por fim, compartilhe esse artigo com papais e mamães que você conhece e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

Alimentação do bebê até 1 ano: tudo o que você precisa saber

​​A alimentação do bebê começa com leite materno ou mamadeira e aos poucos são introduzido alimentos sólidos. Confira nesse artigo toda a adaptação da alimentação do bebê até o primeiro ano!

A alimentação do bebê é uma questão debatida entre as mamães e papais, bem como entre os profissionais de saúde.

Além de entender o que o neném deve comer no primeiro ano de vida, ainda há casos em que os pequenos apresentam dificuldades para comer.

A alimentação do bebê nos primeiros meses de vida é muito importante.

Já que o período é fundamental para o desenvolvimento e crescimento dos pequenos.

Além disso, vale ressaltar, o recomendado é procurar um pediatra para todas as orientações sobre a alimentação do bebê em cada fase.

Afinal, as questões nutricionais são avaliadas de acordo com as necessidades e características de cada criança.

Alimentação do bebê nos 6 primeiros meses de vida

Nos primeiros meses de vida, a única e principal forma de alimentação do bebê deve ser o aleitamento materno.

O colostro, leite dos primeiros dias pós-parto, possui alto teor de proteínas e anticorpos maternos.

Por isso, ele é fundamental nos primeiros dias de vida dos bebês, especialmente para bebês prematuros.

Outros líquidos podem prejudicar a sucção do bebê e aumentar a chance de infecção por outras doenças.

Aliás, os bicos e mamadeiras fazem com que os bebês engulam mais ar, causando desconforto abdominal e, consequentemente, as cólicas.

Ou seja, o leite materno é o melhor alimento infantil nos primeiros meses do bebê.

Além de oferecer todos os nutrientes necessários para o correto desenvolvimento do bebê, ele proporciona toda a proteção necessária contra infecções e alergias estimulando o desenvolvimento dos sistemas imunológico, neurológico e digestório.

O contato com a mãe faz com que o pequenino se sinta mais seguro e calmo, evitando o choro e a ansiedade.

Saiba Mais Sobre a importância do aleitamento materno.

Impossibilidade de Aleitamento Materno

Em alguns casos há impossibilidade de aleitamento materno e a alimentação do bebê fica por conta de fórmulas infantis.

As fórmulas infantis contém carboidratos, proteínas, minerais, gorduras, vitaminas, microminerais e outros nutrientes que satisfazem suas necessidade.

Em resumo, elas se diferenciam do leite materno apenas por não conter anticorpos da mãe, principal forma de aumentar a imunidade do recém nascido.

Mas somente o (a) pediatra do bebê pode avaliar a necessidade e prescrever o uso desses alimentos.

Vale dizer que o leite de vaca não contempla as características corretas da fórmula infantil.

Além disso, como o sistema digestivo do bebê ainda não está formado, pode ocasionar cólicas no recém-nascido.

Portanto não é um alimento próprio para crianças menores de 1 ano.

A alimentação do bebê após 6 meses

Para que o bebê continue com bom crescimento, a partir dos 6 meses é necessário introduzir gradualmente outros alimentos.

Mas o leite materno deve ser mantido como fonte de calorias e nutrientes até os dois anos de idade ou mais.

Nessa fase a criança já apresenta maturidade fisiológica e neurológica suficiente para receber outros alimentos, inclusive semissólidos.

No entanto, o pequeno tende a rejeitar as primeiras ofertas, pois ainda não está acostumado com outros alimentos.

Inicialmente, a criança pode ingerir pouca quantidade dos novos alimentos e, com isso, demonstrar sinais de fome após a refeição, caso em que poderá ser amamentada.

Com isso, alguns outros passos podem auxiliar em uma alimentação infantil saudável após os primeiros seis meses:

  • A alimentação complementar deve ser diversificada e oferecida entre três a cinco vezes ao dia. Sem horários rígidos e com respeito à vontade da criança;
  • Inicialmente, deve ter uma consistência pastosa (papas, purês) até chegar à alimentação normal da família (a partir do 8º mês de vida);
  • Os alimentos devem ser cozidos somente em água, amassados, picados ou desfiados e sem sal;
  • Ofereça sempre com colher, para que o bebê possa se acostumar e, assim, não correr o risco de se ferir com as pontas dos garfos;
  • Alimentos como beterraba e espinafre, podem interferir na absorção de cálcio e ferro dos demais alimentos. Por isso não devem ser oferecidos diariamente;
  • Além de papas, as frutas podem ser oferecidas também em forma de suco. Desde que servidos somente com a polpa, sem açúcar e água, limitado a 100 ml por dia e sempre após as refeições principais.

Esquema de alimentação até 1 ano

A fim de facilitar a visualização de como devem ser as refeições do seu bebê, o Ministério da Saúde divulgou um esquema em “Dez passos para uma alimentação saudável – Guia alimentar para crianças menores de dois anos”:

  • Até completar 6 meses: exclusivamente o leite materno.
  • Ao completar 6 meses: leite materno, papa de fruta (duas vezes), papa salgada (uma vez).
  • Ao completar 7 meses: leite materno, papa de fruta (duas vezes), papa salgada (duas vezes).
  • Ao completar 8 meses: gradativamente passar para a alimentação da família.
  • Ao completar 12 meses: leite materno e fruta, cereal ou tubérculo; fruta; refeição básica da família; fruta, pão simples, cereal ou tubérculo e, por fim, refeição básica da família.

A papa salgada deve conter alimentos de variadas classes:

  • cereais ou tubérculos – arroz, milho, cará, batata, mandioca, inhame, batata doce;
  • leguminosas – feijão, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico;
  • verduras e hortaliças – alface, espinafre, couve, almeirão, taioba, brócolis;
  • proteína animal – frango, carne bovina, peixe, vísceras, ovo, carne suína;
  • legumes – cenoura, chuchu, abóbora, vagem, berinjela, beterraba.

De acordo com a cartilha do Ministério da Saúde, essa é a recomendação para que a alimentação do bebê seja adequada e proporcione um crescimento e desenvolvimento corretos.

É preciso estimular o seu pequeno a se alimentar, até mesmo quando ele está doente, mas sempre respeitando a sua aceitação.

Curtiu o nosso artigo sobre a alimentação do bebê até 1 ano de vida? Compartilhe essas informações com os seus amigos nas redes sociais!

E continue acompanhando os artigos do Melpoejo, criados especialmente para o bem-estar das mamães, papais e, claro, dos bebês!

Referência: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/10_passos.pdf

Como acalmar o bebê agitado? Descubra nesses 8 passos

Se o seu pequeno está muito agitado, pode estar indicando que algo o incomoda. Descubra nesse texto 8 passos que vão te ajudar a acalmar o bebê.

Uma das primeiras dúvidas dos pais de primeira viagem é como acalmar o bebê em um momento de choro e agitação.

Principalmente nos três primeiros meses de vida.

Pois é um período de adaptação para os adultos que agora se veem como responsáveis, quanto para o bebê que está inserido em um novo mundo cheio de novos estímulos que ele não estava acostumado.

Afinal ele passou nove meses em um ambiente totalmente diferente e sendo embalado pelo ventre da sua mãe.

Assim, quando algo incomoda o bebê, ele usa o choro (a única forma de comunicação que ele conhece) para evidenciar qualquer coisa que  esteja o importunando.

Ou seja, quando sentir fome, dor, cansaço, fraldas molhadas, frio, calor, entre outros diversos fatores.

Além disso, os bebês anseiam por carinho, “conversar com alguém” e companhia para não se sentirem sozinhos.

Por isso, o primeiro passo para acalmar o bebê agitado é satisfazer suas necessidades básicas e ficar próxima a ele.

Dessa forma, pensamos em alguns passos para te ajudar a acalmar o bebê que está muito agitado. Confira abaixo!

Como acalmar o bebê – Acompanhe nesses 8 passos!

Mantenha a calma

Um choro de bebê incessante pode deixar os pais realmente exaustos e sem paciência.

Por isso, peça alguém que fique com o bebê por um momento e tente manter a calma.

Afinal, o bebê pode sentir alguma reação de impaciência e isso pode deixá-lo ainda mais irritado.

Balance o bebê

Com o propósito de acalmar o bebê, balance-o com movimentos leves, em um ritmo regular e delicado.

Além disso, deixe a cabeça dele levemente livre e apoiada para que se mexa suavemente com o movimento.

Você pode testar diferentes movimentos para que o seu bebê fique mais tranquilo, como:

  • Balance o bebê em seus braços;
  • Dê “toquinhos” nas costas do bebê, com a palma da mão;
  • Segure o pequeno em uma cadeira de balanço;
  • Caminhe com ele;
  • Balance seu filho em um berço;
  • Ande lentamente pelo quarto com o pequeno no colo.

Enrole o bebê

Inicialmente, embrulhe a criança em um cobertor. Assim, o bebê se sentirá mais seguro e confortável, como no ventre da sua mamãe.

Você pode embrulhar o seu pequeno da seguinte forma:

  • Abra o cobertor em uma superfície plana;
  • Dobre um dos cantos e coloque a cabeça da criança sobre a dobra;
  • Enrole um lado do cobertor em volta do bebê, imobilizando o braço dele;
  • Pegue a parte logo abaixo dos pés dele e puxe para cima, amarrando na parte superior do cobertor, que está presa;
  • Enrole o outro lado do cobertor e passe-o em volta do bebê, imobilizando o outro braço.

Mas faça isso com um cobertor pequeno e leve, permitindo que o pequeno fique bem preso e não consiga se irritar ao mexer braços e pernas.

Além disso, é fundamental garantir que ele não está excessivamente embrulhado e de barriga para cima, para afastar o risco da Síndrome de Morte Súbita Infantil ou de asfixia.

Lembre-se também de tirar a chupeta, permitindo que a respiração fique livre.

Coloque o bebê de lado

Essa posição pode ser outra maneira de acalmar o bebê.

Deite o bebê de bruços com o lado esquerdo do corpo sobre o seu braço.

Às vezes, isso é o suficiente para que a criança se acalme, pois a posição ajuda a aliviar as cólicas facilitando a eliminação dos gases.

Mas não coloque o bebê no berço nessa posição, se ela virar e ficar de barriga para baixo, a chance de Síndrome de Morte Súbita Infantil (SMSI) aumenta consideravelmente.

Faça um som leve

Um som diferente pode ser o suficiente para interessar o bebê e aliviar o incômodo que sentia.

Assim, você pode procurar no ambiente um barulho ou som interessante, ou você mesmo pode emiti-lo.

Por exemplo, alguns sons podem deixar o pequeno mais confortável:

  • Um canto bem baixinho;
  • Sussurros;
  • Fazer “shh” repetidamente;
  • O rádio com ondas estáticas;
  • O barulho de uma torneira;
  • A melodia de uma música leve;
  • Sons da natureza.

A fim de tranquilizar seu bebê, adote um tom de voz baixo, apenas um pouco mais alto do que o choro da criança.

Mas vá diminuindo o volume até que esteja correspondente ao do bebê.

Estimule a sucção para acalmar o bebê

Os bebês têm necessidade de sugar, por isso se ele estiver inquieto, pode ser que queira chupar algo.

Você pode oferecer uma chupeta, o próprio polegar ou até o seu mindinho. Caso ele já tenha alimentado a pouco tempo.

Dê um banho quente no pequeno

O banho pode ser a melhor opção para acalmar alguns bebês.

Afinal, um bom banho relaxa o corpo, fazendo com que se sintam menos tensos, assim como em adultos.

Além disso, como geralmente damos o banho no bebê antes de dormir, ele se sentirá preparado para a soneca.

Mas a técnica não funciona em todas as crianças, alguns bebês podem ficar ainda mais agitados após um banho. Observe a reação do seu pequeno.

Mude o ambiente

Uma das formas de acalmar o bebê pode ser a mudança de ambiente.

Afinal, alguns outros elementos pode fazer com que ele se distraia e esqueça a irritação.

Dessa forma, basta ir com o pequeno para outro quarto ou ficar perto da janela, mostrando a parte externa da casa e a rua.

Além disso, você pode levá-lo para olhar o aquário, ligar o ventilador de teto, ir até o quintal ou varanda, dar um novo brinquedo a ele.

 

Os passos que listamos aqui são apenas algumas das diversas opções de acalmar o bebê.

Cada bebê se comportará de uma forma e é preciso identificar quais atividades ajudam ele a se acalmar.

Afinal, nenhuma dessas dicas é uma regra e pode ser que não sirva para uma criança.

Por fim, o que você acha de compartilhar esses passos para acalmar o bebê irritado com outras mamães e papais?

Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!