Laboratório Melpoejo apoia a produção artística regional

Acreditando no poder transformador da arte, o Laboratório Melpoejo consolida-se como empresa cidadã, em uma parceria de sucesso que já há alguns anos acompanha a trajetória artística de Dudu Lima, exercendo responsabilidade social através do patrocínio à arte e a cultura.

Um dos maiores grupos brasileiros de música instrumental, o DUDU LIMA TRIO liderado pelo virtuose instrumentista e compositor mineiro Dudu Lima (contrabaixos, arranjos e direção musical), ao lado de Ricardo Itaborahy (piano, teclados e vocais e Leandro Scio (bateria e percussão), leva o “Som de Minas”, produzido em Juiz de Fora,  a todo o Brasil e ao mundo.

A sonoridade inovadora do Dudu Lima Trio tem encantado as plateias por onde passa de norte a sul do país e do exterior apresentando além de suas composições autorais, releituras com nova roupagem em arranjos jazzísticos para grandes clássicos da música brasileira e internacional, registrados em seus 10 CDs, 6 DVDs lançados,  além de uma edição em Vinil LP exclusiva para colecionadores.

Apresentou-se em 2018 na Itália, Bélgica e República Tcheca e em 2019 segue para uma nova tour pela Europa e Ásia, apresentando o show “Dudu Lima Trio – Som de Minas ao vivo”.

Através do patrocínio cultural o Laboratório Melpoejo apoia expressões artísticas de qualidade e proporciona visibilidade da música instrumental mineira aos mais diversos palcos do mundo.

Alimentos que devem ser evitados durante a amamentação

Antes de falarmos sobre os alimentos que devem ser evitados durante a amamentação, devemos reforçar a importância e o poder do leite materno. Afinal, ele é rico em anticorpos e proteínas e que, o torna o alimento mais completo para o pequeno.

Mas, para que a criança seja alimentada com a quantidade certa de leite materno é importante que a mãe esteja muito bem alimentada. Pois, tudo que é ingerido pela genitora, no período da amamentação, é automaticamente passado para o bebê. Então, alguns alimentos podem ajudar ou não nesse processo.

Pensando nisso, elencamos os alimentos que devem ser evitados, e ou consumidos com bastante moderação, durante a amamentação do seu bebê. Confira a lista!

Alimentos que não devem ser consumidos

  • Bebidas alcoólicas

Talvez seja uma dica óbvia. Mas, é sempre bom afirmar: o álcool não é indicado para quem está amamentando. Além de diminuir a absorção dos nutrientes pela mãe, o álcool também será consumido pelo bebê, podendo deixá-lo mais sonolento, num primeiro momento, além de fazer com que ele fique sem fome, atrapalhando seu ganho de peso. As bebidas também podem destruir as células nervosas da criança.

Alimentos de consumo moderado durante a amamentação

Já nessa lista teremos os alimentos que devem sim ser evitados, mas com possível consumo pontual. Veja:

  • Cafeína

Bebidas que contenham cafeína como o café, chá preto ou mate, energéticos, refrigerantes e o até mesmo o chocolate devem ser consumidos em pequenas quantidades. Pois, a cafeína pode tornar os bebês mais irritados e com dificuldade para dormir. Tome, no máximo, duas xícaras de café por dia.

  • Industrializados

Você já parou para ler o rótulo dos alimentos industrializados vendidos no supermercado? Então, eles estão recheados de produtos químicos como conservantes, corantes e estabilizantes. Prefira, na medida do possível, alimentos frescos e naturais.

  • Alimentos que causam gases

Feijão, brócolis, couve-flor, repolho e batata doce, entre outros, são alimentos que provocam gases intestinais e, por isso, não devem ser consumidos todos de uma única vez. “Se eles te dão gases, é bem possível que o bebê também os tenha após mamar”, alerta Marcelo. Por isso, é importante que você fique atenta às reações que seu filho terá após você consumir esse tipo de alimento. Se perceber que ele apresenta muitas cólicas, talvez seja necessário evitá-los no período de amamentação.

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Prisão de ventre em bebê: o que fazer?

Não há uma regra ou mesmo uma frequência (todos os dias, por exemplo) sobre quantas vezes um bebê faz cocô. Então, será necessária uma observação intensa para descobrir se seu bebê está vivendo um caso de prisão de ventre em bebê. Afinal, cada organismo tem suas especificações e características e com os recém-nascidos não poderia ser diferente.

Prisão de ventre em bebê: como identificar

Como já deu para entender, cada criança tem o seu tempo e seu jeito de fazer cocô. Então, além de ter bastante atenção à frequência das necessidades fisiológicas dele é necessário ficar atento ao aspecto das fezes. Outra questão importante são as caretas. Através delas é possível saber se o neném está fazendo muita força ou não.

Então, se você perceber uma fisionomia de quem está fazendo força mais que a necessária e um aspecto de bolinha nas fezes, é muito provável que o seu bebê esteja com prisão de ventre.

Prisão de ventre em bebê: dias sem fazer cocô

Os bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno podem ficar um número considerável de dias sem fazer cocô. E isso sem indicar alguma questão negativa. Já que o leite é um alimento muito nutritivo, ele é muito bem absorvido pelo organismo da criança. Então, sobra pouca coisa para ser expelida.

Mas há questões importantes a serem observadas, como: se o bebê está ganhando peso bem e que haja sinais de que ele esteja mamando corretamente e suficientemente. Além disso, se as fezes estiverem pastosas ou em um aspecto quase líquido, não há motivos de preocupação ou que você procure o pediatra.

Já os bebês que tomam fórmulas lácteas tendem a fazer cocô uma única vez por dia. E com uma consistência firme. Mas há casos de só fazerem uma vez a cada três ou quatro dias. Nessas situações não é considerado anormal. Desde que o cocô não esteja muito duro, saindo em pedaços pequenos. E que o bebê esteja bem calmo e sem aparentar desconforto.

Ressecamento após introdução de novos alimentos

A introdução de novos alimentos, normalmente, acontece no sexto mês da criança. É nesse processo que a prisão de ventre pode começar a ocorrer. Os sintomas são:

  1. Irritabilidade, dor de barriga e desconforto gástrico.
  2. Abdome duro, estufado ao toque, com gases.
  3. Dor de barriga que melhora depois de fazer cocô.
  4. Traços de sangue nas fezes, normalmente devido a fissuras na pele do ânus, provocada pela passagem do cocô ressecado.
  5. Cocô duro, em bolinhas pequenas.
  6. Em alguns casos, um cocô quase líquido, frequente e em pequena quantidade, pode indicar prisão de ventre (porque só ele consegue passar pelas fezes ressecadas no intestino).

Prisão de ventre em bebê: causas

Listamos, abaixo, alguns dos fatores que podem estar colaborando para o estado de intestino preso do bebê. Confira:

  • Tipo da fórmula – Algumas fórmulas em pó podem colaborar com um caso de prisão de ventre, dependendo  da sensibilidade de cada bebê. É importante conversar com o pediatra para trocar a marca ou o tipo da fórmula, já que a presença de probióticos pode aliviar o problema e melhorar a barriga do bebê.

Verifique se a preparação da fórmula esteja sendo feita corretamente. Afinal, a fórmula pode causar constipação (impedir a criança de fazer cocô), além de fazer mal para a saúde do bebê, por sobrecarregar órgãos como os rins.

  • Desidratação – Verifique se o bebê está ingerindo bastante líquido. Se ele ainda se alimenta exclusivamente de leite materno, aumente a sua ingestão de líquido. E é importante entender se a produção de leite é suficiente e se a criança está amamentando bem.

Lembre-se de que um bebê amamentado só tem prisão de ventre se o cocô estiver duro e ressecado, em bolinhas, o que é raro. Se seu filho toma leite artificial, pode dar água nos intervalos das mamadas. Para bebês que já comem outros alimentos, dê água ao longo do dia.

  • Introdução de novos alimentos – Quando o bebê começa a comer outras comidas, o intestino pode ficar mais vagaroso. Um dos maiores culpados é o cereal (mingau) de arroz, que prende o intestino e tem pouca fibra.

É melhor introduzir, com a ajuda do pediatra, alimentos com mais fibras. Conheça os alimentos que prendem e soltam o intestino. Veja um vídeo sobre como lidar com um bebê com prisão de ventre.

  • Auto obstipação infantil – Pode acontecer também de a criança, quando cresce, começar a segurar o cocô, por associar o ato de defecar com algo doloroso (pode ser que uma vez tenha doído). Isso é mais comum de acontecer com crianças mais velhas, principalmente quando começa o desfraldamento.

Nesse caso é preciso conversar com o pediatra para adotar uma estratégia que faça a criança dissociar o ato de fazer cocô de uma experiência dolorosa. O médico pode receitar algum tipo de laxante leve, ou uma alimentação laxativa.

Em casos bem mais raros, a prisão de ventre pode ser causada por uma doença, por alergia alimentar ou algum problema congênito, que só o médico saberá avaliar.

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