Bebê sem fazer cocô: até que ponto é normal?

Apenas um dos sinais de desenvolvimento do sistema digestivo da criança, mas que pode assustar os papais e mamães. Descubra o que fazer quando o bebê não faz cocô.

Em bebês recém-nascidos o caso pode deixar a situação mais alarmante, mas principalmente pelo fato dos pais de primeira viagem ainda não entenderem até que ponto o bebê sem fazer cocô é normal.

Como é comum nos primeiros anos de vida, logo suspeitamos de que ele pode sofrer de prisão de ventre ou constipação intestinal.

Porém, nem sempre o bebê sem fazer cocô indica uma enfermidade, principalmente se for por apenas alguns dias.

Não há uma regra ou mesmo uma frequência sobre quantas vezes um bebê faz cocô.

Mas, caso ele aparente sentir dor, ter hemorroidas ou apresentar outros machucados no bumbum, pode ser indício de que algo não está certo.

Portanto, será necessária observação para descobrir se é prisão de ventre em bebê ou algum outro quadro.

Afinal, cada organismo tem suas especificações e características e com os pequenos não poderia ser de outra forma.

Mas por que o bebê não faz cocô?

Bebê sem fazer cocô: por que o bebê não faz cocô?

 

Geralmente, o bebê que mais sofre de doenças no intestino é aquele que já deixou de ser alimentado pelo leite materno.

No início, o intestino do recém nascido não funciona perfeitamente e não absorve todos nutrientes.

Então, o bebê faz cocô quase imediatamente após mamar.

Mas, com o desenvolvimento do sistema digestivo, isso tende a mudar entre o primeiro e segundo mês de idade.

Com isso, de forma individual, cada criança começa a criar o seu hábito intestinal.

Por isso, nessa transição, o bebê não faz cocô durante um período maior de tempo.

Durante esse período, os bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno podem ficar sem fazer cocô por um número considerável de dias. Além disso, sem indicar alguma questão negativa.

Já que o leite é um alimento muito nutritivo, ele é muito bem absorvido pelo organismo da criança.

Assim, sobra pouca coisa para ser expelida.

Já os bebês que tomam fórmulas lácteas tendem a fazer cocô uma única vez por dia e com uma consistência firme.

Mas há casos em que o bebê faz uma vez a cada três ou quatro dias.

Ainda assim, essa situação não é considerada anormal. Desde que o cocô não esteja muito duro, saindo em pedaços pequenos e que o bebê sem fazer cocô não aparente desconforto.

Além disso, há outras questões importantes a serem observadas, como: se o bebê está ganhando peso e sinais de que ele esteja mamando corretamente e suficientemente.

Dessa forma, uma criança com o desenvolvimento normal começará a ter um aumento na frequência das evacuações.

Se ele demonstrar outros sintomas como dor, irritação e perda de peso, aí sim pode ser indicativo de doença e constipação.

Nesse caso, procure ajuda de um profissional pediatra para avaliar se é normal o fato do seu bebê não fazer cocô.

Principais causas que o bebê não faz cocô

Como viemos falando ao longo do artigo, cada pequeno tem o seu tempo e seu jeito de fazer cocô.

Então, é preciso bastante atenção quanto à frequência das necessidades fisiológicas dele e também ao aspecto das fezes.

Mas, se você perceber seu bebê fazendo careta de quem está exercendo força e um aspecto de bolinha nas fezes, pode ser um indício de que ele esteja com prisão de ventre.

Por isso, elencamos alguns dos fatores que colaboram para que a criança não evacue corretamente. Confira:

  • Tipo da fórmula – com o sistema digestivo em desenvolvimento, é normal o bebê ter sensibilidade e algumas fórmulas em pó podem atenuar um caso de prisão de ventre.
  • Desidratação – é sempre importante verificar se o bebê está ingerindo líquido suficiente.

Se ele ainda se alimenta exclusivamente de leite materno, aumente a sua ingestão de líquido e se ele já come outros alimentos, dê água ao longo do dia.

  • Auto obstipação infantil – algumas crianças podem associar o ato de defecar como uma ação dolorosa e segurar o cocô.

Assim sendo, converse com o pediatra do seu bebê para ajudá-lo a dissociar o ato de fazer cocô de uma experiência negativa.

  • Introdução de novos alimentos – assim que o bebê começa a comer outras comidas, o intestino pode ficar mais vagaroso e por isso é essencial introduzir alimentos com mais fibras.

Além disso, se o seu bebê não faz cocô e apresenta sintomas como:

  • Vômito;
  • Sangramentos retais;
  • Dormir em excesso;
  • Urinar menos;
  • Falta de apetite;
  • Abdômen distendido

Pode indicar casos mais graves, como uma doença congênita, aquela que já se apresenta por ocasião do nascimento.

Portanto, na apresentação desses sintomas, procure imediatamente ajuda de um profissional pediatra.

A introdução de novos alimentos prejudica o bebê sem fazer cocô?

Bebê sem fazer cocô: novos alimentos prejudicam?

Comumente, a introdução de novos alimentos acontece no sexto mês dos bebês.

Portanto, nesse processo, a prisão de ventre pode começar a ocorrer.

Os sintomas são:

  • Irritabilidade;
  • Abdômen duro, estufado, com gases;
  • Dor de barriga;
  • Traços de sangue nas fezes, provocada pela passagem do cocô ressecado;
  • Cocô duro, em bolinhas pequenas.

Em contrapartida, em alguns casos, um cocô quase líquido, frequente e em pequena quantidade pode também indicar prisão de ventre.

Pois, só ele consegue passar pelas fezes ressecadas no intestino.

Embora não seja agradável ver a criança com esses desconfortos, saiba que a saúde dela não está em risco.

Procure manter a calma, sempre, e lembre que tudo vai passar.

Entretanto, não hesite em procurar ajuda médica caso o problema se mantenha após os seis meses.

Vale reforçar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem antes consultar um pediatra e receber expressa orientação.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico. Ou seja, obtido a partir de derivados vegetais e é usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

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A importância do aleitamento materno para a saúde do bebê e da mamãe

Durante todo o mês de agosto, a campanha Agosto Dourado busca incentivar ações de promoção e conscientização sobre a importância do aleitamento materno.

O aleitamento fortalece o sistema imunológico do bebê, reforçando-o contra diversos tipos de infecções.

Além disso, é também o seu principal alimento, fazendo que ganhe peso e cresça sadio.

Além de diversos benefícios do leite materno para a criança, é a partir desse gesto que a relação maternal começará a se desenvolver.

Toda mulher deve amamentar o recém-nascido com leite materno, salvo alguma contra indicação do pediatra. O leite deve ser ingerido unicamente até o sexto mês de vida.

De acordo com a OMS, somente 38,6% dos bebês brasileiros se alimentam só com o leite da mãe nos primeiros 5 meses de vida.

A partir deste período, o médico que realiza o acompanhamento irá orientar quais novos alimentos podem ser introduzidos na alimentação.

Vale ressaltar que a amamentação é extremamente prática.

Já que o próprio corpo da mulher produz o leite na temperatura correta para o bebê.

Além disso, ele é muito importante para a saúde do recém-nascido, porque nele existem inúmeros anticorpos que a mãe passa ao seu filho, protegendo-o contra diversas doenças.

Se você está com um pequenino a caminho acompanhe o texto com a gente! Vamos apresentar mais sobre a importância do aleitamento materno para a saúde da mamãe e do bebê.

A importância do aleitamento materno para a saúde do bebê

Desde que a mamãe recebe a notícia da gravidez, a saúde do seu bebê torna-se a prioridade da sua rotina.

Não é à toa que elas busquem diversos cursos e um acompanhamento mais rotineiro com o médico para garantir o seu bem-estar e o de seu pequeno.

Nesse sentido, o leite materno é a melhor forma de proteção.

Ele é capaz de evitar infecções, alergias, doenças e até mesmo pequenos incômodos, como a cólica e o estresse.

A amamentação traz inúmeros benefícios para o bebê, como:

  • Fortalece a imunidade – previne doenças comuns nos primeiros meses de vida e, consequentemente, diminui a taxa de mortalidade entre recém-nascidos;
  • Diminui o risco de alergias – a força realizada para sugar o leite materno, auxilia no desenvolvimento dos pulmões dos bebês e, assim, fortalece o órgão contra o risco de alergias;
  • Previne cólicas – o leite materno não fermenta tanto no intestino, por isso é digerido mais rapidamente e não causa tantos gases e cólicas;
  • Ajuda no desenvolvimento cognitivo – como o leite possui gorduras que auxiliam no desenvolvimento dos neurônios e do cérebro, ele facilita o processo de fala e raciocínio;
  • Tranquiliza o bebê – o contato com a mãe faz com que o pequenino se sinta mais seguro e calmo, evitando o choro e a ansiedade.

Os pequenos que amamentam adoecem menos e necessitam de menos atendimentos hospitalares. Em consequência, diminuem as faltas dos responsáveis aos seus compromissos e mantém todos a sua volta mais tranquilos.

Logo, a amamentação pode beneficiar não somente as crianças, mas também sua família e todo ambiente social que a cerca.

Com qual frequência alimentar o recém-nascido?

O bebê deve ser alimentado sempre que desejar. Como o leite materno é rapidamente digerido, o pequenino sentirá muita fome.

Como já comentamos sobre como identificar o choro do seu bebê, ele manda sinais de que está com fome, chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.

Cabe a mamãe permitir que a criança mame até sentir o peito “esvaziar” e, apenas depois, oferecer o outro seio.

É sempre válido ressaltar que o bebê deve ser colocado para arrotar logo após se alimentar. Caso ele fique deitado, coloque-o de lado para que, caso vomite, não corra o risco de engasgar e sufocar.

A importância do aleitamento materno para a saúde da mamãe

Como já dissemos, o bebê e a mamãe recebem diversos benefícios da amamentação.

Logo, é enorme a importância do aleitamento materno para ambos.

Por isso, logo após o nascimento, ainda na sala de parto, alguns médicos já estimulam a amamentação.

A amamentação traz inúmeros benefícios também para a mãe, como:

  • Previne a hemorragia e auxilia na recuperação – a sucção do bebê auxilia na contração uterina e, com isso, também combate a anemia materna;
  • O ato de amamentar reduz a depressão pós-parto;
  • O leite materno é prático – não é necessário se preocupar, pois o leite já tem a temperatura ideal para consumo;
  • Controle de natalidade – a amamentação nos primeiros meses tem uma alta proteção do recém-nascido;
  • Tem um efeito protetor contra o câncer de mama, endométrio e de ovário;
  • Reduz o risco de a mulher desenvolver diabetes tipo ll após a gravidez.

A amamentação é um momento importante para a recuperação e redução de doenças pós-partos nas mamães.

Dessa forma, a relação entre as mães e os bebês é nutrida por um processo natural que protege e auxilia o desenvolvimento saudável dos dois.

Cuidados com o corpo da mulher

Principalmente para as mães de primeira viagem, é comum dores nas mamas, devido as fissuras nos seios. Se o bebê sugar somente o mamilo (bico do seio), a mama acabará machucada.

Por isso, observe o jeito que o bebê pega a mama, pois é um ponto que precisa ser corrigido.

Uma das formas para prevenir e recuperar as fissuras é passar o próprio leite na mama.

Além disso, as reclamações de dores nas costas, no pescoço e nos ombros também são comuns entre quem tem um pequeno recém-chegado em casa.

Por isso, ao amamentar, a mulher deve procurar ambientes tranquilos que ela possa ficar em uma posição confortável.

De preferência com a coluna alinhada e os pés apoiados no chão.

Também podem ser utilizados travesseiros e almofadas para ajudar no apoio do bebê. Ou seja, evitando que a mamãe fique curvada e fazendo força para segurá-lo.

Outra forma de amenizar as dores é a prática de exercícios.

A mãe deve procurar seu médico e pedir que ele indique algumas atividades que atuem diretamente na região da dor e que não causarão complicações no pós-parto.

Por fim, podemos dizer que a maior importância do aleitamento materno é criar um vínculo de saúde e amor com o seu eterno bebê.

Amamente seu filho e acompanhe as indicações do pediatra!

Que tal ajudar outras mamães e papais com o nosso texto?

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Dor de dente em bebê: como identificar e aliviar?

Neste artigo iremos falar sobre dor de dente em bebê. Confira!

Quando os papais e mamães acolhem o seu recém nascido em casa uma das preocupações cotidianas é como identificar o que o bebê está sentindo.

Como eles ainda não falam, o choro do bebê é a principal forma de expressar desconforto ou alguma necessidade. Choro de fome, choro de sono, choro de cólica.

Por isso, é necessário aprender a diferenciar entre as diversas reações do bebê se ele está com algum desconforto, dor ou apenas manha.

Nos primeiros meses de vida, a cólica do bebê é um dos principais sintomas que geram dúvidas nos pais e, claro, bastante incômodo nos pequeninos. Por isso, listamos 4 questões acerca desse inconveniente.

Além da cólica, o nascimento do dente em bebê é outra fase que geralmente tira o sono dos responsáveis.

Nesta época, entre os seis meses e um ano de idade, em que os dentes do bebê começam a nascer, é comum que ele sinta dores nas gengivas e certa dificuldade para comer.

Além disso, ele pode ficar irritado com mais facilidade e colocar os dedos e outros objetos na boca.

Dessa forma, é preciso ficar atento a mudanças na rotina do bebê, tanto alterações físicas quanto comportamentais.

Continue acompanhando esse artigo criado especialmente para te ajudar a identificar e aliviar a dor de dente em bebê.

Como identificar a dor de dente em bebê?

A dor é uma forma do nosso organismo nos avisar que algo não está certo.

Além do quadro da dor ao nascer os dentes, outros sintomas podem ser um alerta.

Assim, caso o recém-nascido apresente febre e inchaço perto do dentinho.

Bem como sintomas psicológicos como irritação e ansiedade, pode ser que a dor esteja fazendo parte de um quadro infeccioso agudo.

Uma vez que o problema do bebê está na boca, um sintoma claro é a salivação excessiva ao contato com algum fator.

Por exemplo, contato com brinquedos e alimentos, que agridem a mucosa oral ou os dentes.

Como aliviar a dor de dente em bebê?

Bebê chorando ilustrando o artigo "Dor de dente em bebê"

Apesar do incômodo ser intenso ao nascer do dente em bebês, alguns métodos simples, e que podem ser realizados em casa, prometem ajudar no alívio da dor.

Por exemplo, alguns mordedores de silicone podem ser armazenados na geladeira e ajudar no alívio da dor.

Além desse, outro método bastante simples é massagear e passar o dedo limpo sobre a gengiva do bebê.

Ao mesmo tempo, procure oferecer alimentos pastosos e mais frios, como uma banana amassada ou um iogurte de frutas.

Caso ainda esteja tomando leite materno, uma boa dica é congelar um pouco do líquido e fazer um picolé. O gelado ajuda a aliviar a dor do nascimento dos dentes em bebê.

Além disso, um banho morno no pequenino próximo a hora de dormir é uma forma eficaz de fazê-lo sentir seguro e, consequentemente, mais calmo possibilitando uma boa noite de sono.

Outras dicas que podem aliviar a dor de dentes em bebês

  1. Dê o seu dedo – como dito anteriormente, o bebê irá procurar algo para morder, e um dedinho limpo à disposição sempre será um ótimo mordedor improvisado.
  2. Tente uma toalha fria – um truque eficaz para aliviar a dor de dente em bebê, é molhar uma flanela, congelá-la por 15 minutos e depois entregá-la ao seu pequeno.
  3. Cuide da imunidade dele – os dentinhos novos podem causar febre e resfriados, por isso é necessário reforçar a imunidade do bebê. Ofereça alimentos ricos em valor nutricional, como frutas e batidos de legumes, evite deixá-lo em ambientes fechados e com aglomerações e, caso ainda esteja amamentando, continue a oferecer o leite materno.
  4. Faça picolé de frutas – basta escolher a polpa de uma fruta, colocar água e deixar congelar em um molde. Eles são super práticos e o seu bebê vai amar.
  5. Dê uma colher gelada – percebeu que coisas geladas aliviam seu pequenino, certo? Basta deixar o utensílio na geladeira por um tempo e entregar ao bebê para acalmar a gengiva.

A prática de alguma dessas dicas pode ajudar a aliviar a dor de dente em bebês.

Mas quanto antes os pais o levarem à odontopediatra, melhor.

Pois, o profissional realizará um trabalho de prevenção, desde o surgimento dos primeiros dentes no bebê.

Além de orientar os pais quanto ao cuidado oral dos pequenos durante essa fase.

Quando começar a cuidar dos dentes do bebê?

Por ser uma fase que representa incômodo, o cuidado com o bebê e a sua higiene bucal deve ser redobrado.

Sendo assim, os primeiros cuidados devem ser tomados antes mesmo do nascimento dos primeiros dentes.

Os responsáveis pelo neném, podem limpar as gengivas, as bochechas e a língua com pano ou gaze úmida duas vezes ao dia.

Bem como, podem utilizar uma dedeira que facilita a higienização bucal do bebê.

Ao passo que os primeiros dentes vão aparecendo, a visita ao odontopediatra se torna indispensável.

Principalmente, para evitar a famosa cárie da mamadeira.

O problema é frequente quando o bebê toma leite à noite e vai dormir sem higienização da sua boquinha.

Os líquidos que têm açúcar permanecem em volta dos dentes e podem causar a cárie. Até mesmo o leite materno e o de fórmulas contém uma porcentagem de açúcar.

Cada fase da dentição exige cuidados especiais, e até os dentes de leite têm papel fundamental para o desenvolvimento da criança.

Por isso, é importante manter os cuidados a medida que a dentição do bebê vai mudando.

Algumas escovas infantis possuem cerdas extra-macias e cabo antideslizante especialmente para auxiliar na hora de escovar os dentinhos.

Nesse sentido, boa parte dos produtos de higiene bucal das crianças possuem desenhos e estampas coloridas e divertidas.

Dessa forma, o momento de higiene pessoal se torna mais especial e auxilia no desenvolvimento da independência do seu filho.

O nascimento dos primeiros dentinhos do bebê é uma fase de transição, mas que demanda cuidados para o bem estar do bebê e de toda a família.

Ao garantir a saúde bucal do seu bebê, o resultado será um sorriso saudável repleto de felicidade.

Curtiu saber mais informações sobre dor de dente em bebê? Então continue de olho no blog do Melpoejo!

Gripe em crianças: sintomas, tratamento e prevenção

Durante o período mais frio, entre os meses de junho e setembro, o tempo mais seco e as oscilações constantes de temperatura são o prato perfeito para o vírus Influenza, responsável pela gripe. E, assim como em nós, a gripe em crianças pode tirar o sono da casa toda.

Como vimos recentemente, as crianças foram um dos públicos alvos da campanha de vacinação contra a gripe.

Como seu sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, e não consegue oferecer uma ação rápida contra o invasor, os pequenos são muito afetados.

Dessa forma, caso o Influenza atinja uma criança, existe uma chance maior do quadro se agravar e evoluir para uma pneumonia ou em outro caso mais grave.

Nesse texto, reunimos os principais sintomas, como tratar a Influenza e qual a melhor forma de prevenir os pequenos. Descubra bons métodos para acabar com a gripe em crianças!

Quais são os principais sintomas?

A gripe é uma infecção dos pulmões e vias aéreas transmitida pelas gotículas de saliva na tosse ou no espirro de uma pessoa que está infectada.

Se seu filho, ou até mesmo você, está gripado, você deve estar se perguntando quando houve contato com alguma pessoa doente.

Os vírus presentes nas gotículas são liberados pelo nosso corpo quando tossimos, espirramos, falamos, etc.

Além disso, o período de contágio da gripe pode começar até dois dias antes dos sintomas ficarem aparentes.

Por isso, muitas vezes o contato com o vírus é inevitável, já que mesmo a pessoa doente pode não saber que está infectada, pois não apresentou os sintomas ainda.

Mulher verificando temperatura da criança, no artigo "Gripe em crianças"

No início, os sintomas como garganta irritada, tosse seca, congestão nasal e dor de cabeça são mais brandos. Conforme a tosse se intensifica, começa a expectoração.

Logo depois, pode aparecer febre alta com calafrios e muita dor no corpo.

Sendo que, a maioria desses sintomas diminui em cerca de três ou cinco dias.

Além disso, é importante  que os responsáveis entendam que gripe e resfriado são diferentes. Apesar dos sintomas serem parecidos, eles são mais fortes na gripe.

Ao contrário da gripe, os resfriados não causam febre e indisposição generalizada.

De qualquer forma, na dúvida, leve seu bebê ao médico para receber orientações e medicá-lo da forma correta.

O agravamento de uma gripe mal cuidada pode evoluir para um quadro de pneumonia.

Isso ocorre quando o corpo está infectado pelo vírus influenza, debilitando os mecanismos de defesa, e deixa o organismo mais suscetível a outras infecções.

Como tratar a gripe em crianças?

A gripe em crianças é muito comum e, após identificar os sintomas, é ideal iniciar o tratamento desse mal.

Desde já, a criança deve ficar de repouso e evitar qualquer tipo de esforço físico.

Além disso, é fundamental que a criança se mantenha bem hidratada, principalmente nos casos com febre, para evitar a desidratação. Ofereça muito líquido como água, sucos naturais, água de coco.

Bem como criar o hábito de lavar as mãos desde pequeno.

Pois assim você evita que o pequeno fique tão exposto a oportunidades de entrar em contato com o vírus.

Outro ponto importante é impedir que a criança frequente o ambiente escolar durante o período que estiver doente.

Por se tratar, geralmente, de espaços mais fechados e com diversas crianças, a transmissão do vírus Influenza pode ser fácil e rápida.

Além disso, os pequenos amam brincar, colocar os brinquedos na boca e compartilhá-los com todos os seus coleguinhas.

Se você ainda acredita que não vale poupar seu filho de alguns dias na escola, saiba que as crianças transmitem o vírus da gripe pelo dobro do tempo de uma pessoa adulta.

Afinal, evitar que a gripe em crianças se alastre para os coleguinhas de escola é uma forma de gentileza e preservação da saúde e bem estar de todos.

Ajuda médica

Caso acredite ser preciso, busque a ajuda de um profissional pediatra. Ele poderá avaliar seu bebê e indicar medicamentos específicos de acordo com a necessidade.

Se a tosse, seca ou com expectoração, estiver em excesso e gerando incômodo, o médico  pode aconselhar um xarope adequado ao tipo de tosse e à idade da criança.

O Xarope Guaco Melpoejo é recomendado em casos de descongestionamento nasal e também como expectorante, aliviando o peito cheio do bebê.

Fique atento! Não dê nenhum medicamento sem a consulta e expressa orientação de um médico pediatra.

Leia também: Como aliviar a tosse do bebê durante a noite?

Prevenção da gripe em crianças

A principal forma de prevenir a gripe em crianças é através da vacinação contra a Influenza.

Ela pode ser oferecida a partir do 1 ano e é gratuita na rede pública para crianças de até 6 anos.

Como o vírus se modifica anualmente e as crianças são um grupo de risco, a vacina deve ser reforçada todos os anos.

Além da vacina, alguns tipos de alimentos na dieta podem ajudar a reforçar o sistema contra o vírus.

A combinação de alimentos nutritivos tem o poder de deixar uma pessoa saudável e com uma imunidade forte.

Durante a gripe é importante aumentar a ingestão de calorias e líquidos. Pois, o corpo aumenta o metabolismo para compensar o desgaste no combate contra a doença.

É comum perdermos o apetite quando estamos gripados e não querermos ingerirmos nada. Por isso, os melhores alimentos são chás, sopas, frutas e legumes crus ou cozidos que reforçam o sistema e são práticos de serem consumidos.

Além disso, algumas dicas podem ajudar a evitar o contágio da gripe:

  • Lave sempre as mãos;
  • Dê preferência a lenços descartáveis e sempre descarte após o uso;
  • Mantenha o ambiente ventilado;
  • Tente tapar a boca no seu ombro ao tossir e espirrar;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos e talheres;
  • Evite o contato (abraços, beijos, aperto de mão) com a pessoa doente;
  • Fique longe de aglomerações em épocas de muito frio e oscilações de temperatura.

É possível que, mesmo depois de todo tratamento e prevenção, a gripe volte a atacar.

Por isso, é importante trabalhar com o pequenino as medidas de prevenção e cuidados contra a gripe em crianças.

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O que levar na bolsa maternidade? Conheça a nossa lista.

O que levar na bolsa maternidade é umas das principais dúvidas das futuras mamães. Confira nossa lista para não esquecer nenhum detalhe no momento do nascimento!

A gravidez é uma fase única, repleta de descobertas, aprendizados e, claro, preocupações. Pensando nisso, vamos te auxiliar em um item: o que levar na bolsa maternidade.

A mala da maternidade é um item muito importante para as mamães, papais e os bebês.

Pois nela deve conter tudo que será necessário nos primeiros dias do recém-nascido e de internação da mamãe na maternidade.

Assim que o bebê nasce, existe um período de adaptação, reconhecimento e conexão.

Como esses primeiros dias se passam no hospital, longe do lar da família, é essencial organizar o que levar na bolsa maternidade para deixar esse momento ainda mais especial.

Além disso, roupas e itens de higiene serão necessários para você e para seu bebê.

Portanto, já a partir do 7º mês de gestação, inicie a organização da mala maternidade.

Afinal, a gestação é uma caixinha de surpresas e, caso haja algum imprevisto, tudo estará organizado, sem o risco de esquecer vários itens essenciais.

O que levar na bolsa maternidade?

Primeiramente, vamos pensar no clima da época em que o parto está previsto.

Por exemplo, se ele nascer em períodos de temperaturas frias, as toucas, luvas, meias e cobertores são primordiais.

Analogamente, caso seja em um período de clima mais ameno, podemos escolher uma opção que evite que ele fique exposto.

A fim de manter o conforto do recém-nascido, opte por aquelas com abertura frontal e botões de pressão para facilitar as trocas.

Nesse sentido, outra dica muito interessante é separar as trocas de roupas do bebê de forma individual para facilitar as trocas.

Normalmente, fica-se de 2 a 5 dias na maternidade.

Portanto, vamos montar uma bolsa prática, sem excessos e apenas com itens confortáveis para todos que ficarão no hospital.

O que levar na bolsa maternidade: itens para o bebê

Assim, vamos à lista dos itens mais importantes para o seu bebê e que não podem ficar de fora nessa hora especial:

Roupinhas do bebê

Higiene do bebê

  • Sabonete líquido de glicerina (PH neutro);
  • Cotonetes;
  • Álcool 70%;
  • Pomada anti assaduras;
  • Lenço umedecido hipoalergênico;
  • Saquinho para roupa suja;
  • 1 pacote de fraldas RN e um P;
  • 1 trocador;
  • 1 sacolinha para roupas sujas.

Mesmo que sejam realizados todos os exames pré-natal, o tamanho do recém-nascido é incerto.

Por isso, leve fraldas e roupinhas RN e P para garantir a saúde do pequeno.

O que levar na bolsa maternidade: itens para a mamãe

Além de ansiosa para segurar seu filho a primeira vez, as mamães estarão mais frágeis em alguns dias.

Por isso, procure cuidar para que os pertences levados ao hospital sejam confortáveis.

Assim, se a mamãe for bastante vaidosa, pode levar alguns itens de maquiagem, para que ela se sinta mais à vontade.

Portanto, vamos a mais uma lista!

  • 2 camisolas ou pijama, com abertura frontal para amamentação;
  • Calcinhas confortáveis;
  • 1 roupão;
  • 1 chinelo ou pantufa para quarto;
  • 1 chinelo para o banho;
  • Meias;
  • 2 sutiãs de amamentação;
  • Conchas ou absorventes para seio;
  • Produtos de Higiene Pessoal como absorventes, escova de dentes, creme e fio dental, shampoo, condicionador, sabonete, desodorante, hidratante e escova de cabelo;
  • Roupa para saída do hospital;
  • Cinta pós-parto (aconselhe-se com seu médico);
  • Caso a mamãe deseja, kit maquiagem (batom, rímel ou delineador, blush, demaquilante)
  • 1 sacola para roupas sujas.

O que levar na bolsa maternidade: itens para o acompanhante

As mamães têm direito a um acompanhante durante seu período no hospital. Pode ser o pai do bebê, ou também outro familiar, amigo que a mãe escolher.

Assim, como essa pessoa passará estes dias com mamãe e bebê no quarto, é importante considerar o que levar na bolsa maternidade para o acompanhante.

Por isso, alguns itens essenciais são recomendados:

  • Pijama;
  • Produtos de higiene pessoal;
  • Cueca/calcinha;
  • Muda de roupa;
  • Sapatos confortáveis;
  • Chinelo;
  • Celular e carregador;
  • Acessórios para entretenimento, como livro, jogos portáteis, filmes, entre outros.

Normalmente, as maternidades possuem um regulamento próprio e fornecem uma lista de itens necessários e permitidos para internação.

Por isso, fale com seu médico e consulte a maternidade em que realizará o parto.

O que levar na bolsa maternidade: documentos e mais

Consulte os documentos exigidos pelo hospital e deixe-os separados, pois caso contrário você terá problemas na internação.

Os documentos básicos exigidos são:

  • RG e CPF da mamãe e do acompanhante;
  • Carteirinha do plano de saúde
  • Carta do seu médico, cartão do pré-natal ou cartão da gestante;
  • Plano de parto, se existir.

Lembre-se que será preciso ir ao cartório fazer a Certidão de Nascimento.

Portanto, deixe tudo acertado em relação ao nome da criança e os demais documentos exigidos.

Bem como a máquina fotográfica, as lembrancinhas e enfeite de porta são comuns para saudar os visitantes.

Então, já deixe os itens organizados na sua bolsa maternidade para evitar que sejam esquecidos.

Não deixe para a última hora!

Definir o que levar na bolsa maternidade e organizá-la é um momento cheio de ansiedade e muito amor.

Já que o final da gestação costuma ser de muita ansiedade, especialmente para as mamães de primeira viagem, é comum deixar algum item para trás na hora de arrumar a mala ou, pelo inverso, acabar levando item em excesso.

Desse modo, tenha em consideração as listinhas que preparamos especialmente para você te ajudar no momento mais importante de sua vida.

Lembre-se de conversar com o seu médico e, após definir o local do parto, procurar saber as principais orientações quanto a bolsa maternidade.

Pois, as orientações podem variar de lugar para lugar, e é importante respeitar as indicações do local escolhido.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas dicas de o que levar na bolsa maternidade com outras futuras mamães?

Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!