Vômito em criança: quando procurar ajuda médica?

A infância é um período delicado para as mamães, papais e responsáveis. Afinal, os pequenos vivem nos preocupando com seus desconfortos, como exemplo, pequenos resfriados, cólicas e, até mesmo, vômito em criança.

Apesar de ser algo relativamente comum entre bebês e crianças, o vômito é um assunto sério, principalmente quando associado a outros sintomas.

Por isso, preparamos este artigo com tudo o que você precisa saber sobre este incômodo. Continue a leitura com a gente!

Vômito ou Regurgitação?

Primeiramente, vamos te ajudar a distinguir o vômito da regurgitação.

Os bebês com frequência regurgitam pequenas quantidades quando são alimentados ou logo depois, normalmente enquanto se tenta fazê-los arrotar.

A regurgitação pode acontecer, porque os bebês se alimentam rapidamente, engolem ar ou são alimentados demais, mas ela pode ocorrer sem razão aparente.

O vômito é uma eliminação desconfortável, involuntária e forçada de alimentos, normalmente causados por um quadro patológico.

Vômito em criança – Principais Causas

Na grande maioria dos casos, o vômito em criança é recorrente de uma má digestão, uma virose ou até uma reação por ter ingerido algum alimento contaminado.

Um ponto que merece uma atenção maior com relação as crises de vômito é a hidratação.

Os pequenos perdem muito líquido e, devido ao mal-estar, muitas vezes não repõem a quantidade necessária para o bom funcionamento do corpo.

Além disso, é importante atentar-se a outros sintomas como dor de cabeça, febre alta, entre outros que podem acompanhar os vômitos.

Já em recém-nascidos a intolerância alimentar, alergia à proteína do leite de vaca e outros quadros relacionados ao metabolismo dos pequenos também podem ser o agente causador da crise de vômitos.

Vômito em criança – Quando procurar ajuda médica?

A princípio, se o vômito não estiver acompanhado de nenhum outro sintoma como dor de cabeça, febre alta e prostração, você não precisa ir de imediato ao pronto-socorro.

Isso porque pode ser apenas um mal-estar passageiro. Mantenha a calma, cuide da hidratação do seu filho, ou filha, e dê muito amor.

Segundo dados da Abril Saúde, 75% das visitas a prontos-socorros não precisariam ocorrer.

No entanto, quando ocorre associado a outros sintomas os pais devem ficar atentos porque pode ser sim o sinal de um quadro mais grave.

Por isso, se a criança já estiver vomitando por mais de um dia e com sinais de desidratação como moleza, sem urinar por mais de 6 horas (e urina estiver mais escura) ou estiver com os lábios ressecados, procure a ajuda de um pediatra.

Eles poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem do mal-estar do pequeno.

E nada de usar medicamentos sem a expressa orientação de um profissional médico.

 

Em resumo, o vômito em criança não representa um quadro de maior gravidade para os pequenos.

No entanto, se os sintomas persistirem ou se notar alguma outra situação preocupante, procure o pediatra para que ele avalie o quadro e possa te dar um diagnóstico preciso.

Assim você e toda a família ficarão mais seguros para cuidar do seu eterno bebê com maior tranquilidade.

Por fim, o que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e acabar de vez com esse mito que rodeia os nossos bebês?

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Curva de crescimento infantil: como funciona e principais medidas

A curva ascendente é sinal que seu bebê está crescendo mês a mês. Mas o que é a curva de crescimento infantil? Qual a sua importância? E o principal, meu bebê está com a curva de crescimento adequada? 

Fiquem tranquilos mamães e papais. Trazemos a seguir todos os detalhes sobre a famosa curva de crescimento infantil por meio dos seguintes tópicos:

  • O que é?
  • Quais fatores interferem no crescimento?
  • Quais as principais medidas?
  • Quando é importante se preocupar?

    Acompanhe com a gente!

O que é a curva de crescimento infantil?

A curva de crescimento infantil é um padrão internacional, desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para acompanhar o crescimento e o estado nutricional das crianças todos os meses.

Dessa forma, ela possibilita a detecção de desnutrição, sobrepeso, obesidade e outras condições associadas ao crescimento e à nutrição da criança.

As curvas são obtidas através da relação de parâmetros como sexo e a idade da criança e variáveis como o peso, a altura e o perímetro da cabeça.

Esses parâmetros são padronizados, por isso, é possível fazer o monitoramento independente da origem étnica, situação socioeconômica ou tipo de alimentação da criança.

O único parâmetro que se altera é o sexo. As curvas entre meninas e meninos são diferentes, já que eles apresentam padrões distintos de crescimento.

Como esse parâmetro foi estabelecido?

Para estabelecer as curvas, a OMS (Organização Mundial da Saúde) acompanhou crianças de 0 a 5 anos, de grupos étnicos, cidades e continentes diferentes e comparou as medidas de cada indivíduo com as de seus pares, isto é, crianças de mesma idade e mesmo sexo.

Por meio dos resultados obtidos, foi possível estabelecer intervalos de tamanho e peso adequados para cada idade e, consequentemente, os percentis.  

Após o mapeamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) foram estabelecidas réguas intermediárias, cinco no total (3, 15, 50, 85 e 97), que possibilitam a avaliação e acompanhamento do desenvolvimento de cada criança.

Por exemplo, a expressão “está com o peso acima da média” tem sua origem nos percentis, o percentil 50 significa a média.

Mas é preciso entender que ter um percentil abaixo de 50 não indica necessariamente que seu bebê apresenta algum problema de crescimento, somente um especialista pode avaliar e explicar os resultados obtidos.

O mais importante é que o bebê tenha uma linha ascendente de crescimento, independente do percentil que está.

Vale ressaltar que cada criança tem uma curva de crescimento. Portanto, nada de comparar uma com outra.

Quais as principais medidas avaliadas pela curva? 

Para estabelecer a curva de crescimento são avaliados o comprimento, o peso e o perímetro da cabeça.

Sendo o perímetro da cabeça acompanhado com mais rigor durante o primeiro ano da criança e que permite detectar precocemente várias doenças neurológicas que interferem no crescimento craniano.

Como posso saber se a curva de crescimento está adequada?  

Como falamos antes, o mais importante ao avaliar a curva de crescimento infantil é que ela seja uma linha ascendente.

Ou seja, se um bebê está no percentil 85 em relação ao peso e a altura, não significa que ela seja mais saudável que um bebê no percentil 15.

Por isso, é importante que as mamães, papais e responsáveis acompanhem o crescimento e o desenvolvimento do bebê junto a um pediatra.

Ele fará as avaliações e dará as orientações adequadas para seu bebê crescer forte e saudável, dentro do seu próprio tempo.

Caiu um percentil na curva de crescimento do bebê, devo me preocupar? 

É normal cair um número percentil, principalmente na fase após o primeiro ano quando o apetite diminui.

No entanto, é importante se preocupar quando ocorre queda de dois ou mais percentis na curva de crescimento infantil.

Uma criança entre os percentis 3 e 15 também merece atenção especial se a linha de crescimento for descendente ao longo das consultas com o pediatra.

Mas pode ficar tranquilos, O médico, ao avaliar a curva de crescimento infantil do seu bebê, poderá identificar qualquer possível quadro de saúde e fornecer as orientações necessárias para a adequação da curva.

Em resumo, acompanhar a curva de crescimento infantil proporciona ao seu filho um crescimento mais saudável e dá a você uma ideia de como está sendo o progresso dele.

Além de poder oferecer total apoio com muito amor e cuidado!

Por fim, o que você acha de compartilhar esse artigo para outras mamães e papais aprenderem sobre a curva de crescimento das crianças?

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Fonte:

Grávidas e Coronavírus: principais recomendações

Veja o que se sabe até agora sobre da relação entre grávidas e Coronavírus.

Mesmo antes da pandemia ocasionada pelo novo vírus, as dúvidas e incertezas fazem parte do dia das futuras mamães. Porém, a relação entre as grávidas e Coronavírus tem tirado o sono de toda a família.

Uma vez que as informações sobre a atuação do vírus no sistema imunológico das mamães e dos bebês ainda são limitadas.

Por isso, elencamos neste artigo as principais informações, até o momento, que todas as gestantes precisam saber frente ao “novo normal”.

Acompanhe com a gente!

As grávidas fazem parte do grupo de risco da COVID-19?

Apesar de não haver estudos sobre o impacto em gestantes e puérperas, o Ministério da Saúde incluiu grávidas como parte do grupo de risco da COVID-19.

Segundo o órgão, em nota ao site do Doutor Drauzio Varella, as gestantes e puérperas (mães que tiveram seu filho nos últimos 45 dias)  são mais vulneráveis a infecções.

Por isso, agora elas estão inclusas nos grupos de risco do vírus da gripe e, consequentemente, do novo vírus.

Em relação as grávidas e Coronavírus, como se prevenir?

A princípio, não há nenhuma evidência de que as futuras mamães corram mais riscos do que a população em geral.

Contudo, as gestantes podem ser severamente afetadas por algumas infecções respiratórias.

Isso porque às mudanças nos corpos e nos sistemas imunológicos durante a gestação são inúmeras.

Portanto, é importante que elas mantenham as medidas de prevenção ao COVID-19:

  • Lavar as mãos com frequência com sabão e água ou álcool em gel;
  • Manter uma distância segura de pessoas que estiverem tossindo ou espirrando;
  • Usar máscara quando não for possível manter o distanciamento físico;
  • Não tocar nos olhos, no nariz ou na boca;
  • Ficar em casa e, se possível, evitar receber visitas.

Caso haja a necessidade de atendimento médico, recomendamos entrar em contato com antecedência para o plano ou órgão de saúde e pedir  direcionamento à unidade mais adequada.

Lembre-se: as consultas com o pediatra e acompanhamento pré-natal são extremamente importantes e devem continuar.

Por isso, converse com seus médicos (as) e verifique se os consultórios estão seguindo as recomendações de prevenção contra o Coronavírus.

Parto Normal ou cesárea?

Segundo a Febrasgo, mesmo em casos de mulheres infectadas pelo novo coronavírus, o parto normal é o mais indicado.

Em casos de maior gravidade ou insuficiência respiratória, a cesárea deve ser uma opção.

De qualquer modo, todas as gestantes têm o direito a cuidados de alta qualidade antes, durante e após o parto. Ou seja, cuidados pré-natal, neonatal, pós-natal e mental.

O ambiente hospitalar é o mais adequado para diminuir a morbimortalidade de mãe e bebê.

As maternidades e hospitais adotam normas de segurança e cuidados específicos para redução do risco de transmissão de doenças.

Amamentação e coronavírus

Até o momento não há documentação de transmissão vertical durante a gestação e nem no período neonatal, pela amamentação.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a amamentação deve continuar, até mesmo nos casos em que as mulheres apresentam suspeita ou confirmação da doença.

Uma vez que as principais publicações sobre o tema, até então, indicam que os benefícios do aleitamento superam os riscos de transmissão.

Tendo em vista que a mãe infectada pode transmitir o vírus por meio de gotículas respiratórias durante o contato com a criança é recomendado:

  • lavar as mãos por pelo menos 20 segundos; 
  • evitar aglomerações;
  • usar máscara facial durante a amamentação;
  • não dar beijos e abraços;
  • limpar e desinfetar as superfícies.

Em conclusão, reforçarmos que o aleitamento materno é fundamental para imunidade dos bebês nesse momento de pandemia.

Conseguiu tirar suas dúvidas? Então, o que você acha de compartilhar esse artigo com outras futuras mamães?

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Referência: Secretaria da Saúde de Tocantins, Drauzio Varella, FEBRASGO e Ministério da Saúde

Todo bebê tem cólica? Mito ou verdade?

O incômodo que é tão comum nos recém-nascidos é uma regra geral? Todo bebê tem cólica? Confira neste texto!

Primeiramente, a maioria das mamães sabe que as cólicas são um quadro comum nos pequenos, mas a partir disso surge a dúvida: todo bebê tem cólica?

Apesar de o quadro ser comum  nos recém-nascidos, essa afirmativa que toda criança sofre, ou sofrerá, com os incômodos abdominais é errônea.

O sistema digestivo dos pequenos ainda está em formação e após alimentar-se, o surgimento dos gases levam as temidas cólicas.

Apesar disso, cada indivíduo é singular e alguns recém-nascidos podem passar pelos primeiros meses de vida sem sofrer com dores abdominais.

Em pesquisa recente com mil mães, duas em cada três afirmaram que a cólica tem alto impacto na rotina familiar.

Por isso, recomendamos tomar cuidado antes de realizar alguma medida para amenizar uma possível cólica.

Antes de tudo é necessário averiguar os sintomas e, caso haja dúvidas, procurar ajuda de um pediatra.

A fim de te ajudar, elencamos neste artigo as principais informações sobre o quadro de cólicas em recém-nascidos. Confira com a gente!

Por que o recém-nascido tem cólica?

As cólicas são atribuídas à associação de alguns fatores, entre eles a imaturidade dos sistemas gastrintestinal e nervoso central, que, entre outras funções, controla as contrações do intestino.

Como o processo de formação e funcionamento desses mecanismos ainda não está completo, ocorrem movimentos intestinais descoordenados que acabam provocando as dores.

Passados três meses, esses sistemas adquirem maturidade e as cólicas deixam de fazer parte da rotina da família.

Como identificar a cólica em recém-nascido?

A princípio, por eliminação. Por exemplo: o bebê está com fome? A fralda está molhada? Está com calor? Com frio?

Se essas possibilidades foram descartadas e o choro do bebê continua e de forma intensa, é grande a probabilidade de ser cólica.

Além disso, fique atento a outros sinais de desconforto abdominal como:

  • Rosto avermelhado e com expressão de dor;
  • Flexão das pernas e braços em direção ao abdômen;
  • Punhos cerrados;
  • Gases e barriga rígida.

Todo bebê tem cólica? Mito!

Conforme adiantamos na introdução do texto, dizer que todo bebê tem cólica é uma afirmativa equivocada, um mito.

Nem todas as crianças sofrem com as dores durante os primeiros meses de vida.

Enquanto alguns pais relatam aos pediatras que os filhos nunca tiveram o mal-estar, outros sofrem frequentemente com o choro dos pequenos que são afetados pelo problema.

Cada indivíduo é único no que diz respeito a fatores genéticos e biológicos, o que explica parte da questão.

A outra parte diz respeito ao ambiente. Excesso de estímulos como som e TV, brincadeiras prolongadas, também pode desencadear ou turbinar as cólicas.

Cólica em recém-nascido: quando precisa de ajuda médica?

É importante buscar ajuda profissional quando:

  • O choro é persistente, alto e nada parece acalmar o recém-nascido;
  • Vômitos constantes, perda de peso e mudança na rotina, como o pequeno mamar ou urinar menos que o normal;
  • O bebê apresenta diarreia e/ou sangue nas fezes;
  • Mudanças como o bebê mamando ou urinando menos que o normal.

Assim, o pediatra poderá confirmar se é a cólica ou se existe outra causa para o choro do bebê.

Além disso, eles poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem de dor do pequeno.

Vale ressaltar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional médico.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico, ou seja, obtido a partir de derivados vegetais e é usado no tratamento da cólica e prisão de ventre em bebês.

Por fim, o que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e acabar de vez com esse mito que rodeia os nossos bebês?

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JF Vôlei confirmou presença na Superliga B

A equipe fará a sua  13ª participação consecutiva nas principais competições nacionais da elite do voleibol, entre as ligas A e B, e mais uma oportunidade de mostrar ao país a repercussão desse projeto inovador, que une performance, pesquisa e inclusão através do esporte.

A Superliga B está prevista para janeiro de 2021. A edição 2020 foi cancelada em março por conta da pandemia, quando a equipe disputava as quartas-de final.

Continue de olho no blog do Laboratório Melpoejo!

Banho em recém-nascido: guia prático para iniciantes

O banho em recém-nascido é um dos momentos que mais aflige os pais de primeira viagem. Confira um guia prático para um verdadeiro momento de conexão!

Além de trazer alegria para toda a família, a chegada do bebê causa muitas dúvidas e a hora do banho em recém-nascido pode ser um dos principais desafios para as mamães e papais.

Afinal, os pequenos já parecem tão delicados quando embalados em suas roupas e mantinhas, imagina quando estão molhados e escorregadios.

Por isso, é importante conhecer informações de como manusear a criança e, claro, alguns cuidados especiais com a higiene infantil.

Uma vez que os bebês possuem a pele mais delicada e fina que a de um adulto, o banho em recém-nascido deve ser feito com muito carinho e atenção.

Para ajudar os papais e responsáveis nesta tarefa, preparamos este guia prático para o banho dos bebês. Acompanhe!

Banho em recém-nascido: guia prático para iniciantes

Pré-banho

Antes de tudo é recomendado preparar o ambiente.  Escolha um local espaçoso, onde seja possível movimentar-se à vontade e organizar todos os itens para o banho e pós-banho.

Nesse sentido, tenha em mãos também todos os itens que necessita: toalha, pomada antiassaduras, fralda, roupa limpa, etc.

A banheirinha também é de suma importância para o bem-estar dos pequenos e conforto dos responsáveis durante o banho.

Por isso, antes de começar o banho em recém nascido observe os seguintes pontos:

  • A altura ideal da banheira é na cintura do adulto. Isso permite maior mobilidade e conforto para o adulto e para o bebê.
  • Aqueça o espaço onde o bebê irá tomar banho de modo em que a temperatura ambiente esteja entre os 20ºC e 22ºC.
  • Verifique se as janelas e outras entradas de vento estão fechadas.
  • Encha a banheira com água morna. Utilize seu antebraço para verificar se a temperatura está ideal.
  • A profundidade da água deve ser até o quadril do bebê.

Tudo pronto para a hora do banho! Mas antes de colocar seu pequenino na banheirinha, lembre-se de limpar a área da fralda para evitar a contaminação da água.

Hora do banho

Para que o bebê sinta-se seguro e tranquilo ao entrar na banheira, segure-o de forma firme (sem apertar muito) com uma mão na nuca e nos ombros e a outra no bumbum.

Em seguida, apoie o peso do seu pequeno em uma das bordas da banheira e com uma mão pegue o sabão de pH neutro para passar pelo corpinho do pequenino.

Com delicados movimentos, comece a lavar o couro cabeludo e desça pelo restante do corpo. A higienização das partes íntimas dos pequeninos é muito importante para evitar a proliferação de bactérias.

Para enxaguar, use a mesma mão que aplicou o produto para jogar pequenas quantidades de água na cabeça da crianças. Você pode inclinar o corpinho levemente para trás, garantindo que não escorra água nos olhos do bebê.

Durante todo o processo recomendamos que converse com o bebê olho no olho ou cante uma música calma e bem baixinha. Isso aumenta o laço afetivo entre vocês e tranquiliza o recém-nascido.

Se você ainda não se sente segura (o) para lavar o seu bebê recém-nascido dentro da água, recomendamos o “banho seco“:

  • Com um pouquinho de água e sabão, ensaboe a criança deitada em uma toalha e, em seguida, utilize um paninho molhado para enxaguá-lo.

Ah! Lembra que falamos sobre higienizar a região da fralda para evitar a contaminação da água?

Durante o banho, se o bebê regurgitar, fazer xixi ou cocô na água, não hesite em tirá-lo da banheira, secá-lo e preparar outro banho com água limpa.

Depois do banho

Após o enxágue, cubra o bebê com uma toalha e seque-o suavemente sem esfregar.

Dê uma atenção especial na área da fralda e às dobrinhas (coxas, axilas, pescoço e pés) para garantir que ele fique sequinho.

Como finalização do banho, aplique uma pomada antiassaduras nas regiões em torno dos genitais e do bumbum. Aproveite para hidratar enquanto faz uma massagem no neném.

A massagem na barriguinha ajuda a aliviar os gases e amenizar possíveis desconfortos abdominais do seu bebê.

Portanto, aproveite cada momento da massagem para manter o bem-estar do pequenino e prolongar este momento de afeto entre vocês.

Por fim, escolha uma roupa confortável com o clima da sua região e vista o bebê.

E pronto! O desafio do banho em recém-nascido foi concluído com sucesso.

Apesar de cada etapa do crescimento dos nossos eternos bebês parecerem desafiadoras, lembre-se de curtir e aproveitar cada momento.

Agora, o que você acha de compartilhar esse artigo para outras mamães e papais preparem um banho especial para os pequenos?

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