Como aliviar a tosse do bebê durante a noite?

Quer saber como aliviar a tosse do bebê durante a noite? Existem diversas formas, desde um pouco de mel até nebulizações diárias. Confira tudo que você precisa saber acerca do tema.

Inicialmente, podemos dizer que os pequeninos são os que mais sofrem durante a troca de estações climáticas e saber como aliviar a tosse do bebê durante a noite pode ser essencial.

Afinal, na troca do verão para o inverno, é normal que  surjam mais casos de gripe, resfriados e alergias.

Ou seja, muitos espirros e tosses acontecem durante o dia todo.

Mas a tosse noturna é principalmente desconfortável para os bebês, pois impede que eles durmam com tranquilidade.

Angustiante tanto para as crianças quanto para os pais, a tosse é mais difícil de controlar quando é intensa,  gerando um certo desespero em muitos casos.

A fim de acalmar as mamães e papais, vamos conhecer a causa desse incômodo e como aliviar a tosse noturna. Continue acompanhando com a gente!

O que causa a tosse noturna?

A tosse é um mecanismo de defesa do nosso corpo, ativado quando o organismo entra em contato com agentes como as bactérias e os vírus pelas vias respiratórias.

Dessa maneira, vamos conhecer as possíveis causas mais frequentes da tosse noturna em bebês:

  • Resfriado: geralmente os bebês resfriados apresentam sintomas como: nariz entupido, coriza, espirros, mas quadros de tosse seca ou até mesmo carregadas de catarro podem ocorrer;
  • Bronquiolite: esse quadro se inicia com sintomas bem parecidos de um resfriado. Porém, sintomas leves podem se agravar e desenvolver dificuldade para respirar e fortes chiados no peito;
  • Quadros de alergia: alguns tipos de alergia podem desencadear crises de tosse nos pequenos, principalmente as alergias a pelo de animais e poeira.  Além de tosse, as alergias provocam coriza no nariz, espirros e nariz entupido;
  • Asma: quadros de asma tendem a fazer o bebê tossir bastante, especialmente durante  à noite. A tosse geralmente vem acompanhada de congestão no peito, chiado alto e dificuldade respiratória;
  • Pneumonia: a pneumonia é iniciada através de um resfriado ou uma gripe e, quando agravado,  desenvolve uma infecção nos pulmões.
    Se o resfriado do bebê só piora, tem tosse persistente, apresenta dificuldade em respirar e febre alta, procure o pediatra imediatamente;
  • Laringite: a tosse é uma das principais características da laringite,  normalmente aparece no período da noite e pode vir acompanhada de febre.

Além disso, outra possibilidade para a causa da tosse é que seja provocada por um fator do ambiente.

Por exemplo, fumaça de cigarro, poluição, algum agente químico presente no ar, entre outros.

Portanto, tente identificar o fator e faça o possível para removê-lo e garantir o bem estar da sua criança.

Como aliviar a tosse do bebê durante a noite?

A princípio, você pode aumentar a oferta de leite materno para seu bebê, ele conta com anticorpos e outras vitaminas que auxiliarão na imunização contra alguns vírus e bactérias.

Alem disso, você pode pegar o bebê no colo e manter sua cabeça mais elevada, pois ajuda o bebê a respirar melhor.

Assim, quando a tosse estiver mais controlada, ofereça água na temperatura ambiente, para hidratar as cordas vocais e diluir as secreções, aliviando o sintoma.

Outra dica, muito comum entre os responsáveis,  é fazer inalação com soro fisiológico, usando um nebulizador, para limpar as vias aéreas.

Se acaso não tiver condições de comprar um nebulizador, dê um banho morno no bebê com a porta fechada para que o vapor de água facilite a saída do catarro.

Posso dar xarope para tosse?

O recomendado é sempre perguntar ao pediatra do seu bebê antes de dar qualquer remédio.

Se a tosse, seja ela seca ou com expectoração, estiver em excesso e gerando incômodo, o médico aconselhará um xarope adequado ao tipo de tosse e à idade da criança.

Se a sua criança tiver 2 anos ou mais, converse com o pediatra a respeito do Xarope Guaco Melpoejo.

O Xarope Guaco Melpoejo é recomendado em casos de descongestionamento nasal e também como expectorante, aliviando o peito cheio do bebê.

A orientação do profissional possibilitará maior segurança ao informar os riscos que a interação medicamentosa com o produto pode trazer, além de outras informações sobre o uso.

Quando devo procurar ajuda de um médico?

Quando a tosse do bebê não melhora depois de uma semana, com piora dos sintomas, é o momento de procurar sim ajuda médica.

Além disso, seguindo as possíveis causas da tosse em bebês, se a respiração dele parecer mais rápida, com a impressão de que ele está com dificuldade para respirar e/ou fazendo algum tipo de barulho no peito ao respirar procure um médico.

Esses sintomas podem indicar quadros mais graves do que uma gripe ou resfriado e o profissional de saúde será capaz de avaliar um possível novo quadro.

 

Agora que você já sabe como aliviar a tosse do bebê durante a noite, que tal compartilhar esse artigo com outras mamães?

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Crianças em casa: 9 brincadeiras para manter os pequenos entretidos

Com as crianças em casa, é importante encontrar maneiras criativas de entretê-las e estreitar os laços familiares.

Ao pensarmos nas crianças em casa, logo imaginamos aquela alta energia querendo criar, correr e brincar.

Principalmente no período de quarentena que alterou muito a rotina dos pequenos.

Uma vez que eles não têm contato com os coleguinhas e acabam não gastando a mesma energia de um dia comum na escolinha.

Inicialmente, é comum os responsáveis recorrem aos celulares, tablets e à televisão para deixar seu filho longe do tédio.

É importante evitar que a tecnologia domine todas as horas livres, não só da criança, de toda a família.

Mas afinal, o que fazer para entreter as crianças em casa devido ao isolamento social?

Com o intuito de ajudar mamães e papais nessa missão, preparamos uma lista com 9 atividades simples e muito divertidas para fazer com as crianças em casa.

Crianças em casa: 9 brincadeiras para manter os pequenos entretidos

1. Contamento de histórias

Primeiramente, uma atividade clássica para aproveitar os momentos em família

Juntos, você e a criança podem escolher um livro preferido ou inventarem uma história juntos.

Nesse contexto, você também pode iniciar uma história e pedir para o (a) pequeno (a) ir completando. O ideal é determinar um tempo de fala para cada um.

Além disso, você também pode incrementar a história com acessórios, fantasias e cenários.

Mas o mais importante é deixar a criatividade e a imaginação rolarem.

2. Monte um álbum da família

Muitas vezes esquecemos de algumas fotos reveladas e que estão guardadas.

E são as histórias das vidas dos pais que encantam as crianças e tornam essa atividade incrível.

Desse modo, você pode resgatar antigas memórias e selecionar fotos especiais para um álbum da família.

Caso você não tenha uma cópia impressa das fotos, chame as crianças para selecionarem as fotos que mais gostarem e coloque em uma pasta para imprimir em breve.

Assim, em ambos os casos, você conseguirá unir a família ao redor de boas lembranças e entreter as crianças em casa por um bom tempo.

3. Brinque de ensaio fotográfico

Essa brincadeira tem um pouco de tecnologia, mas atualmente é impossível fugir totalmente.

Afinal, hoje em dia todo mundo tem uma câmera em mãos.

Por isso, que tal convidar as crianças em casa para um ensaio fotográfico?

Além de criar um momento para as fotos, vocês podem montar os cenários, selecionar acessórios e escolher diversas personalidades.

Os pequenos podem fingir que são personagens de desenhos animados, cantores, jogadores de futebol etc. O que importa é deixar a imaginação livre!

4.  Aproveite os desenhos para colorir

Uma dica super simples e fácil para entreter a criançada: desenhos para colorir!

Assim, quem tiver impressora em casa pode baixar os desenhos para os pequenos pintarem.

Se não tiver como imprimi-los, nossa dica é abrir o desenho no computador e incentivar a criança a copiá-lo.

Além de divertir o (a) pequeno (a), o exercício estimula a noção espacial e as habilidades motoras.

A fim de facilitar sua vida, separamos desenhos de alguns personagens que fazem grande sucesso com as crianças, é só clicar e baixar:

5. Montar acampamento

Montar um acampamento em casa pode ser muito mais divertido do que parece.

Pois a atividade cria um momento único para as crianças em casa fugirem da rotina.

Você só precisa de um espaço para montar o acampamento com cabanas de lençol e algumas almofadas pelo chão.

Para que a experiência fique ainda melhor, prepare um piquenique para vocês curtirem juntos.

6. Jogos e filmes antigos

Agora é o momento de apresentar aos seus filhos filmes, seriados e brincadeiras que fizeram parte da sua infância.

Só para exemplificar, jogos como cinco marias, amarelinha, bolinha de gude, peteca, jogo de varetas, banco imobiliário, entre outros.

Mas atente-se sempre quanto a faixa etária.

Como dito em um dos tópicos acima, as crianças tem muito interesse em saber como os pais eram quando criança e a sua rotina.

Assim, ao mesmo tempo em que os pais tem a oportunidade de relembrar boas lembranças da época de infância, os filhos criarão uma conexão muito forte.

7. Stop

A brincadeira de Stop continua sendo uma das atividades mais divertidas quando estamos em casa.

A família define em conjunto quais serão as categorias, cores, animais, carros, cidades, entre outras.

A partir do que foi escolhido, será feito um sorteio da primeira letra e todos devem completar as folhas, de acordo com as categorias.

Aquele que acabar primeiro grita “Stop!”.

Geralmente, fazemos essa brincadeira de forma individual, mas pensar junto e dividir a família em equipes é mais divertido.

8.  Bolas de Sabão

As bolinhas de sabão fazem a diversão, principalmente, das crianças até os dois anos de idade.

Os bebês que se divertem com a grande quantidade e se encantam com a sua leveza e cores.

Além disso, a brincadeira ajuda a desenvolver o tato ao sentir a bolinha de sabão estourando em contato com sua pele.

Mas atenção! As crianças não devem pegar para fazer as bolinhas, pois por acidente elas podem beber o líquido e ter uma intoxicação.

9. Conhecendo os Sons

Uma excelente atividade para bebês de um ano e que pode ser levada para toda a infância.

Para realizar a brincadeira você poderá utilizar:

  • chocalho;
  • colheres;
  • panelas e frigideiras;
  • sinos;
  • pratos.

Para os bebês, essa brincadeira contribui na coordenação com os instrumentos, exploração musical e as primeiras noções de espaço do seu bebê.

Permita que os pequenos explorem cada som e crie um personagem ou retrate um cantor(a) preferido(a).

 

As atividades para crianças em casa que listamos são apenas algumas das diversas opções de atividades para fazer com seu pequeno.

Você mesmo pode criar uma atividade ou pesquisar outros exercícios, de acordo com o gosto da criança.

O que importa são as risadas e momentos divertidos com toda a família reunida.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas atividades com outras mamães e ajudá-las nesse período de quarentena?

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Amamentação e coronavírus: tudo o que se sabe até agora sobre o aleitamento materno em tempos de COVID-19

O que sabemos sobre amamentação e coronavírus até o momento? A Sociedade Brasileira de Pediatria e Organização Mundial da Saúde recomendam que as mães continuem com o aleitamento materno.

Com a pandemia, várias perguntas surgiram acerca da amamentação e coronavírus. Afinal, o aleitamento fortalece o sistema imunológico do bebê, reforçando-o contra diversos tipos de infecções.

Além disso, como é o principal alimento do pequeno, auxilia para que ele cresça saudável e ganhe peso.

De acordo com a OMS, toda mulher deve amamentar o recém-nascido exclusivamente com leite materno até o sexto mês de vida, salvo alguma contraindicação do pediatra, e devem continuar até os dois anos de vida, com o acréscimo de outros alimentos.

De acordo com a UNICEF, apenas 40% das crianças no mundo recebem amamentação exclusiva no início da vida.

Mas essa realidade será modificada em tempos de coronavírus?

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a amamentação deve continuar, até mesmo nos casos em que as mulheres apresentam suspeita ou confirmação da doença.

Uma vez que as principais publicações sobre o tema, até então, indicam que os benefícios do aleitamento superam os riscos de transmissão.

Uma das pesquisas utilizadas para embasar o argumento  foi publicada na revista científica “The Lancet” que avaliou mulheres grávidas que foram contaminadas com a COVID-19.

Foram feitas análises da presença do vírus no líquido amniótico, sangue do cordão umbilical, leite materno e swab da orofaringe (teste com cotonete estéril) do recém-nascido.

Mas todas as amostras tiveram resultado negativo.

Portanto, até o momento não há documentação de transmissão vertical durante a gestação e nem no período neonatal, pela amamentação.

Amamentação e coronavírus – Como prevenir a transmissão durante o aleitamento?

Tendo em vista que a mãe infectada pode transmitir o vírus por meio de gotículas respiratórias durante o contato com a criança, incluindo a amamentação, é recomendado para a lactante:

  • lavar as mãos por pelo menos 20 segundos: essa é uma recomendação básica antes de tocar o bebê ou antes de retirar o leite materno, seja por extração manual ou pela bomba extratora;
  • evitar aglomerações: válido para qualquer pessoa frente à pandemia, mas principalmente para as mamães;
  • usar máscara facial: é fundamental utilizar durante as mamadas, além de evitar falar ou tossir durante a amamentação. Lembre-se que a máscara deve cobrir completamente o nariz e a boca;
  • não dar beijos e abraços: a aproximação com o bebê, principalmente sem máscara, pode oferecer riscos de contágio;
  • limpar e desinfetar as superfícies: a mesa, a cadeira e qualquer outro móvel que será utilizado durante o processo, bem como seguir as recomendações para limpeza das bombas de extração de leite após cada uso;
  • peça ajuda: para as mães que se sentem inseguras em amamentar, é importante que possa pedir auxílio de alguém saudável que mora com você para dar o leite.

Amamentação e Coronavírus – A importância do aleitamento materno

O leite materno é capaz de evitar infecções, alergias, doenças e até mesmo pequenos incômodos, como a cólica e o estresse.

Por isso, é recomendado que a mãe, mesmo infectada, mantenha o aleitamento.

Uma vez que anticorpos inespecíficos e específicos do Covid-19 passam pelo leite elevando a imunidade do bebê.

Benefícios do aleitamento materno

  • Fortalece a imunidade – além da Covid-19, previne doenças comuns nos primeiros meses de vida e, consequentemente, diminui a taxa de mortalidade entre recém-nascidos;
  • Diminui o risco de alergias – a força realizada para sugar o leite materno, auxilia no desenvolvimento dos pulmões dos bebês e fortalece o mesmo contra o risco de alergias;
  • Previne cólicas – o leite materno não fermenta tanto no intestino, por isso é digerido mais rapidamente e não causa tantos gases e cólicas;
  • Ajuda no desenvolvimento cognitivo – por possuir gorduras que auxiliam no desenvolvimento dos neurônios e do cérebro, o leite materno facilita o processo de fala e raciocínio;
  • Acalma o bebê – o contato com a mãe faz com que o pequenino se sinta mais seguro e calmo.

Além de oferecer mais força e saúde, o aleitamento também traz benefícios para a mamãe.

A partir do ato de amamentar, as mães diminuem o peso mais rápido e estabelecem um vínculo com o filho.

Além disso, os pequenos que amamentam adoecem menos e necessitam de menos atendimentos hospitalares.

Logo, a amamentação pode beneficiar não somente as crianças e as mamães, mas também sua família e todo ambiente social que a cerca.

Por fim, é importante reforçar que a amamentação e Coronavírus são temas distintos e os bebês não são contaminados pelo COVID-19, seja pelo intrauterino ou pelo aleitamento materno.

Pelo contrário, o aleitamento materno é fundamental para imunidade dos bebês nesse momento de pandemia.

Conseguiu tirar suas dúvidas? Então, o que você acha de compartilhar esse artigo com outras mamães?

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Referência:

Dor de barriga em bebê: os tipos mais comuns

Mesmo que a dor de barriga em bebê não seja um quadro grave, o incômodo preocupa a todos os pais. Descubra quais são os tipos mais comuns e formas de amenizar a dor do seu pequeno.

A princípio, ficamos muito incertos quanto às necessidades do bebê nas primeiras semanas de vida, principalmente os pais de primeira viagem. E a situação pode ficar mais tensa com a dor de barriga em bebê.

Nas primeiras semanas, o próprio bebê está em uma fase de adaptação, recebendo novas informações o tempo todo, que podem gerar algum incômodo.

Mas quando essa irritação se torna um choro constante, durante longos períodos e mais alto do que o costume, pode ser o indício de dor de barriga em bebê.

Apesar disso, as dores de barriga são muito comuns na infância e raramente se transformam na causa de uma preocupação séria.

De qualquer forma, para diagnosticar de forma correta a origem da dor, somente com a ajuda de um médico pediatra.

Mas você pode ficar atenta há alguns sinais que indiquem a dor no seu bebê.

Dor de barriga em bebê – Principais sinais

De forma geral, a dor abdominal em bebês concentra-se quase sempre na zona à volta do umbigo.

Mas, em alguns casos pode afetar toda a barriga ou a parte do fundo.

A dor pode aparecer e desaparecer com diferentes níveis de intensidade.

Por isso, fique atenta a alguns sinais que podem ser indícios de dor de barriga em bebê:

  • Rosto avermelhado e com expressão de dor;
  • Flexão das pernas e braços em direção ao abdômen;
  • Punhos cerrados;
  • Gases e barriga rígida.

Dor de barriga em bebê – Tipos mais comuns

Gases

A fim de aliviar e evitar gases em bebê, o primeiro passo é facilitar que ele arrote após a mamada.

Outra dica é que a mãe não deixe a cabeça do bebê deitada ao amamentar, pelo menos nesses primeiros meses de vida.

Caso o bebê use também mamadeira, verifique se ele não está engolindo ar. Para isso, mantenha sempre o bico do acessório repleto de leite.

Por fim, você pode também colocar uma bolsa de água quente na barriguinha da criança.

Envolva com toalhas ou fronhas de travesseiro para que o recém-nascido sinta apenas o alívio da temperatura mais quente, e não mais incômodo.

Intestino Preso

Entre os recém-nascidos em aleitamento, pode ocorrer a chamada pseudoconstipação, uma condição funcional em que eles chegam a ficar até uma semana sem fazer cocô.

Assim, o bebê fica com a barriga inchada e pode fazer menos cocô durante alguns dias.

Mas pode ficar tranquila, para os bebês que mamam exclusivamente no peito, o esperado é que as fezes voltem à consistência normal sem a necessidade de medicamento.

Viroses e Infecções

Essa dor de barriga em bebê pode ser ocasionada por vírus e bactérias que estão no ar ou em locais contaminados.

Geralmente, a dor vem acompanhada de febre, vômito e diarreia.

Por isso, o primeiro passo é manter a hidratação do pequeno através do aleitamento e com água. Se perceber o seu bebê muito abatido, procure um pediatra.

Sistema nervoso imaturo

Lembra sobre o que falamos a respeito da adaptação do bebê aos estímulos de seu novo ambiente?

Nessa situação, caso você perceba que o incômodo não está relacionado a nada na barriga, essa pode ser a razão do choro.

Por isso, recomendamos que você coloque a criança no colo de forma bem aconchegante. Isto é: enrolada por uma manta ou até mesmo com o acessório canguru.

Movimentá-lo, seja no colo ou no carrinho, também pode aliviar o choro.

Além disso, em alguns casos, um banho morno é perfeito para fazer com que o bebê relaxe.

 

Se a dor e o choro persistirem, talvez esteja na hora de procurar a ajuda de um médico.

O pediatra poderá confirmar se é dor de barriga ou se existe outra causa para o choro do bebê.

Além disso, os médicos também poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem de dor do pequeno.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico, ou seja, obtido a partir de derivados vegetais e é usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

Por fim, o que você acha de compartilhar esse artigo para outras mamães e papais aprenderem quais são os tipos de dor de barriga em bebês?

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Dicas para mães de primeira viagem – Conheça 9 ensinamentos para facilitar sua vida!

A gestação é uma nova etapa na vida de toda mulher. Pensando nisso, listamos 9 dicas para mães de primeira viagem.

Ser mãe pela primeira vez é uma experiência valiosa, mas repleta de dúvidas e receios. Por isso, algumas dicas para mães de primeira viagem são essenciais.

Pois a maioria das mamães se preocupam muito com o bem estar do bebê durante a gestação e, principalmente, quando o pequeno nasce.

Além disso, o que não faltam são opiniões sobre a forma como você deve cuidar do seu filho.

Com isso, muitas comparações começam a surgir fazendo com que as mães sintam que não estão fazendo um bom trabalho.

Mas fique calma, insegurança nesse momento é normal e tudo isso passa com algumas boas orientações.

Assim, é possível ficar mais tranquila e mais segura para cuidar do seu bebê.

Separamos, abaixo, algumas dicas para mães de primeira viagem sobre gestação, cuidados com o bebê e com si mesma.

Conheça 9 dicas para mães de primeira viagem

1 – Faça um plano do parto

O parto é o início do sonho da maternidade e, por isso, deve ser planejado com antecedência.

Inicialmente, se você fará o pré-natal e parto em serviços privados, liste as maternidades, obstetras e pediatras do seu interesse.

Em seguida, faça visitas para reduzir a ansiedade e ter mais segurança quanto ao local e os profissionais responsáveis.

Portanto, pesquise bastante, converse com obstetras e com outras mulheres que já tiveram a experiência.

Assim, você evita aborrecimentos e imprevistos nesse momento especial.

2 – Faça uma lista do que é necessário comprar

Uma das dicas para mães de primeira viagem nesse momento é: compre apenas o necessário.

Por mais que alguns itens pareçam facilitar sua vida, eles podem se mostrar inúteis.

Por isso, pesquise desde o momento de montar a sua bolsa maternidade até o enxoval do bebê.

Para que tudo caiba no orçamento, compre os produtos aos poucos desde quando ficou sabendo da gravidez até o quinto mês de gestação.

Assim, você estará preparada caso o bebê chegue antes do planejado.

Além disso, nos últimos meses você estará mais cansada e ansiosa, melhor garantir um tempinho para você, não é mesmo?

3 – Descanse sempre

Nunca é cedo para começar a descansar, antes mesmo do nascimento você pode aproveitar para descansar.

Com a proximidade do parto as noites de sono podem ser mais irregulares.

Além disso, após o nascimento do seu bebê, a atenção que ele irá demandar e as demais serão exaustivas.

Portanto, aproveite toda oportunidade para descansar e, se possível, não se acanhe em recusar visitas. Elas entenderão o seu motivo.

Se preferir, peça que parentes e amigos combinem um horário antes para se programar e escolher o melhor dia para você.

4 – Peça ajuda

Apesar de ser um momento desejado por muitas mulheres, a gravidez e a responsabilidade pelo bebê após o nascimento são momentos intensos.

Por isso você deve saber que está tudo bem pedir ajuda.

Além de dividir as tarefas com o pai da criança, conte com a ajuda de amigos e parentes.

Isso será importante para você estar mais disposta e tranquila para cuidar do seu pequenino.

5 – Busque informações

Assim como esse artigo, hoje há uma diversidade de canais que informam sobre a maternidade e todos os seus dilemas.

Com um acesso rápido e a grande maioria de forma gratuita, sites, canais no Youtube, artigos de blog, aplicativos oferecem um conteúdo rico para sanar suas dúvidas.

Além disso, o seu médico pode ajudar, assim como os profissionais que te atenderam no pré-natal ou na maternidade.

6 – Cuide da sua saúde

Essa é uma das dicas para mães de primeira viagem que gostamos de priorizar sempre: cuide de você!

Alimente-se bem, durma o suficiente, descanse quando necessário, faça os exercícios liberados pelo médico e não se isole socialmente.

Assim que o pediatra liberar o pequeno para passear, passeie pela vizinhança, vá a praças, tome o solzinho da manhã para garantir a vitamina D.

Além disso, compareça a todas as consultas médicas e faça os exames solicitados.

O seu bem-estar é a garantia de bem-estar do seu bebê.

7 – Entenda a sua relação com o bebê

Inicialmente, você pode demorar a entender a rotina da criança.

Afinal, cada bebê tem uma rotina e isso pode causar um estranhamento as mamães que tem uma outra rotina.

Com o tempo vocês estarão mais próximos e, assim, você vai entender melhor os horários dele e poderá criar brechas para os seus também.

Para isso, passe bastante tempo com ele e seja paciente.

8 –  O choro do pequeno é inevitável

O choro é a única forma que o bebê conhece para se comunicar.

Portanto, é normal que ele faça uso do choro para se comunicar com você para tudo.

É comum que a mãe de primeira viagem pense que ele está com fome, cólica ou dor, mas pode ser apenas saudade do seu colo.

Aos poucos, você aprenderá a identificar a causa do choro, se precisa ser trocado, se está irritado ou incomodado.

Ate lá, lembre-se sempre de ser paciente.

9 – Aceite a mãe que você é

Embora esse seja o último item das dicas para mães de primeira viagem, é o mais importante de todos.

Você não pode prever todas as situações que irão ocorrer e nem evitar todas as dores do seu filho.

Além disso, você não é obrigada a saber de tudo e tem todo direito de errar.

Por isso, faça as consultas regulares ao pediatra, aprenda, converse, troque experiências e se mantenha saudável.

Assim, você poderá aproveitar cada fase do crescimento do bebê e, claro, do seu crescimento também.

 

Mamãe, curtiu as dicas que separamos especialmente para você? Então compartilhe essas informações com os seus amigos nas redes sociais!

E continue acompanhando os artigos do Melpoejo com artigos pensados para manter o bem-estar das mamães, papais e, claro, dos bebês!

 

Quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

As cólicas podem causar muita dor ao bebê e incômodo a todos os familiares, mas quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê? Descubra em nosso artigo!

O bebê está em casa e de repente começa um choro forte e estridente, geralmente são as conhecidas cólicas infantis. Mas quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

A princípio, o bebê está em uma fase de adaptação e novas informações podem gerar estresse, que muitas vezes é expresso pelo choro.

Mas quando o choro se torna constante, durante longos períodos e mais alto do que o costume, pode indicar que ele está sentindo dor na barriga.

A cólica em recém-nascido é comum até o terceiro mês, pois o seu sistema digestivo ainda está em desenvolvimento.

As crises normalmente acontecem no fim do dia ou durante a noite e, além do choro, acabam atrapalhando o sono.

Assim, o pequenino não consegue descansar e pode ficar ainda mais irritado.

A fim de aliviar as preocupações sobre a cólica em recém-nascido, vamos te ajudar a identificar quando o bebê está com incômodo, quanto tempo dura a crise de cólica no bebê, como aliviar esse mal e dicas de prevenção.

Como identificar quando o bebê está com cólica?

A cólica incomoda muito os bebês e causa um choro intenso.

Por isso muitas famílias têm dúvidas sobre como saber se o bebê está com cólica.

A princípio, o choro intenso é a principal forma de identificar o desconforto da cólica em recém-nascido.

O choro por diferentes motivos nos primeiros meses de vida é comum, porém o da cólica é ininterrupto.

Por exemplo, algumas vezes o recém nascido chora por querer carinho e ficar perto da mãe.

Ou seja, quando ganha colo, o choro termina. No caso da cólica, essa pausa não acontece.

Além disso, fique atento aos demais sinais:

  • Rosto avermelhado e com expressão de dor;
  • Flexão das pernas e braços em direção ao abdômen;
  • Punhos cerrados;
  • Gases e barriga rígida.

Quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

A crise de cólica do bebê dura em média 3 horas em pelo menos 3 dias por semana, por 3 semanas ou mais.

O surgimento da cólica costuma ser em torno de duas a três semanas após o parto.

Já no caso dos bebês prematuros, contamos como duas a três semanas depois do dia previsto para o nascimento.

Geralmente a cólica em recém nascido e bebês desaparece por volta de 1 a 3 meses.

Mas não é uma regra, em alguns pequenos as crises de cólica podem durar até os 4 meses, sendo que alguns nem sofrem dessas crises.

Como aliviar a dor no recém-nascido com cólica?

Até agora falamos sobre como identificar o incômodo e quanto tempo dura as crises de cólica no bebê.

Em seguida vamos falar de algumas ações que podem ser feitas para aliviar a dor do recém-nascido.

Faça massagem na barriga

Uma forma de aliviar a dor é acariciando a barriga do bebê com movimentos circulares.

Com as mãos em forma de concha, exerça uma leve pressão e deslize pela barriga da criança, partindo da base das costelas.

Além disso, um pequeno exercício pode auxiliar no alívio da cólica também.

Como se ele estivesse pedalando, dobre lentamente os joelhos de forma que as coxinhas dele pressionem de leve a barriga.

Dê um banho morno

Em um ambiente silencioso, prepare a banheira do seu filho com água entre 35°C e 37°C.

A água na temperatura do corpo proporciona uma sensação de aconchego, similar à que ele experimentava no útero.

Faça uma compressa

Com uma bolsa térmica de água morna ou uma fraldinha aquecida com ferro, faça uma compressa na região do abdômen.

Visto que o calor favorece a vasodilatação, facilita o fluxo sanguíneo e relaxa a musculatura, diminuindo o desconforto abdominal.

No entanto, não se esqueça de testar a temperatura antes para não correr o risco de queimar a pele do seu pequeno.

Deite o bebê de bruços

Quando deitado de bruços, o bebê consegue expelir mais facilmente os gases que o incomodam e agravam a cólica.

Por isso, tente deitar a criança de bruços no peito do papai ou da mamãe.

O contato pele com pele acalenta, enquanto o cheiro e a voz da mãe ou do pai transmitem segurança e paz.

Assim, você aquece o abdômen do pequeno e oferece mais conforto com o seu toque.

Ofereça o peito

O estímulo oral que ocorre quando o bebê se alimenta de leite materno é satisfatório para o pequeno e ajuda a acalmar a cólica em recém-nascido.

Mas é preciso ficar atento a quantidade de ar que o neném engole a cada mamada, pois ela pode agravar o quadro.

Por isso, é necessário fazê-lo arrotar para eliminar o ar engolido durante a amamentação.

Além disso, para os pequeninos que não mamam, existem mamadeiras anti-cólicas que ajudam a amenizar o desconforto.

Dicas para evitar a cólica no bebê

Como a cólica nos pequeninos gera um desconforto intenso e muitas vezes sem explicação aparente, os responsáveis ficam confusos e nervosos na tentativa de aliviar a dor.

A partir disso, pais e familiares começam a buscar informações de como evitar as cólicas nos recém-nascidos.

Alguns pontos citados abaixo podem auxiliar na prevenção. E, também, evitar que o incômodo atrapalhe a sua rotina e o bem-estar do bebê:

  • A alimentação do bebê é um ponto chave a se observar. Sempre que perceber que ele está com fome, alimente-o e force o arroto após cada mamada;
  • O desconforto na região da barriga pode ser ocasionado pela sucção do ar do bebê. Procure sempre se sentar em uma posição ereta ao amamentar e manter sempre o bico da mamadeira repleto de leite;
  • Com muito cuidado, você pode também colocar uma bolsa de água quente na barriguinha da criança. Envolva com toalhas para que ele sinta o alívio proporcionado pelo calor.

Agora que você sabe quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê, quando é necessário procurar ajuda médica?

Se após seguir os passos a cima o choro ainda persistir, talvez seja a hora de procurar a ajuda de um médico.

O pediatra poderá confirmar se é a cólica ou se existe outra causa para o choro do bebê.

Além disso, eles poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem de dor do pequeno.

De qualquer forma, é importante buscar ajuda profissional quando:

  • O choro é persistente, alto e nada parece acalmar o recém-nascido;
  • Vômitos constantes, perda de peso e mudança na rotina, como o pequeno mamar ou urinar menos que o normal;
  • O bebê apresenta diarreia e/ou sangue nas fezes;
  • Mudanças como o bebê mamando ou urinando menos que o normal.

Vale ressaltar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional médico.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico, ou seja, obtido a partir de derivados vegetais e é usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

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