“Meu bebê recém-nascido chora muito”: veja o que fazer!

É comum ouvirmos nos primeiros meses de vida: “Meu bebê recém-nascido chora muito.”. Vamos adiantar que é completamente comum no caso dos pequenos. Confira tudo sobre o choro do bebê!

Os primeiros meses das mamães e papais é marcado por um pensamento: “meu recém-nascido chora muito”.  Nesse momento, os pais podem se sentir impotentes e, assim, acabar ficando preocupados com a motivação do choro do bebê.

Pensando nisso, elencamos nesse artigo as principais causas do choro em recém-nascido e como diferenciar entre cada tipo.

Mas a convivência é uma grande amiga para melhorar as percepções.

Ou seja, com o tempo vai ficar mais fácil entender as necessidades do pequeno ou da pequena através do choro.

Sendo assim, se o seu recém-nascido chora muito, confira a nossa lista com as principais causas e que podem te ajudar a garantir o bem-estar dos pequenos.

“Meu recém-nascido chora muito” – Veja as principais causas do choro em bebês

1- Fome

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome.

Pois o bebê entende a fome quase que como uma dor. Por isso, ele chora com frequência para expressar fome ou sede.

Alguns sinais podem indicar a fome antes do choro: chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.

Nesse caso, alimente a criança. Só assim ele (a) irá parar de chorar e passar as próximas horas tranquilo (a).

2- Sono

Após muito tempo acordado, se o bebê chorar, a primeira causa a ser considerada é o sono.

O choro é alto e nervoso e, quanto mais cansado, mais irritável e agitado o bebê fica, tornando a tarefa de colocá-lo para dormir mais difícil.

Assim sendo, é preciso acalmá-lo. Abaixe as luzes, fique em um ambiente tranquilo e faça pequenos sons enquanto o embala.

Tenha paciência, porque pode demorar um pouco para ele parar de chorar.

Leia também: Como fazer o bebê dormir a noite toda

3- Carência

Nesse caso, o bebê pode estar carente de atenção e/ou inseguro. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

Quando as crianças estão mais crescidas se acalmam só de ter você no quarto, mas os pequeninos precisam do contato físico.

Em geral, o choro é manhoso e cessa rapidamente quando você o pega.

Experimente, trocar espaços “muito abertos”, como o berço, e colocar o bebê enrolado em uma mantinha ou junto a você em bolsas canguru ou slings.

4. Cólica

Como o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo, no primeiro ano de vida o choro causado pela cólica é frequente.

A cólica costuma ter pico até os 3 meses e é mais recorrente após as mamadas e no começo da noite.

Normalmente os pais conseguem distinguir a causa dessa dor, pois o bebê enruga a testa, seu abdômen fica distendido e o choro é agudo e prolongado, além de chorar logo depois de mamar.

Por isso, é essencial saber identificar a cólica em recém-nascido e como aliviar o incômodo.

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda compressas mornas na barriga, massagear no sentido horário, movimentar as pernas do bebê e criar um ambiente tranquilo para ajuda-lo a aliviar o incômodo.

5- Tem alguma coisinha incomodando

Fralda molhada ou até mesmo um elástico muito apertado da roupa podem incomodar os bebês.

Por isso, quando ouvir o primeiro choro, cheque o pequeno para verificar se nada o está incomodando.

Além disso, a mesma posição no berço, frio ou calor também podem gerar incômodo no bebê e, consequentemente, o choro.

Assim, o choro é irritado e seguido de movimentos corporais. Por isso, sempre que possível verifique a fralda e/ou vire o pequenininho no berço.

6- Dentinho apontando

O nascimento dos dentes é um processo que incomoda bastante alguns bebês. Começam a aparecer, geralmente, entre 4 e 10 meses e deixam os pequenos irritados.

As gengivas ficam vermelhas e inchadas e o bebê choraminga.

Nesse período, escove as gengivas com gaze ou com uma toalha molhada. Além de higienizar, você ajuda a aliviar a coceira.

Uma ótima dica também é oferecer um mordedor para aliviar o incômodo.

7- Excesso ou falta de estímulo

Até mesmo os adultos ficam sobressaltados em certas situações, por isso, o estímulo é um fator para o choro.

O excesso de estímulo, como muitas vozes, luzes e cores, pode fazer com que o bebê fique assustado por não conseguir processar tudo da maneira correta.

Assim, o choro surge como uma forma de indicar que essa quantidade excessiva de informações o está incomodando.

Além disso, o silêncio e a falta total de estímulos podem também causar o choro.

Como dito acima, às vezes o bebê quer colo e ouvir uma voz conhecida para se sentir seguro.

8 – Dor

Se nenhuma das causas citadas até aqui é o motivo aparente do choro do seu bebê, é inevitável pensar que talvez o bebê esteja com alguma dor.

Nesse caso, o choro tem um tom diferente do choro normal, é mais desesperado ou mais gritado.

Normalmente, o bebê aponta o local que está dolorido. Por exemplo, se for uma cólica, será possível perceber movimentos em torno da barriga.

Dessa forma, a melhor alternativa é levar o seu bebê ao pediatra para identificar o que está causando o choro.

 

Em resumo, alguns choros podem passar simplesmente resolvendo o problema que está provocando. Já outras situações podem precisar de mais recursos para ser acalmadas.

Em geral, é importante manter a troca de fralda em dia, o sono regulado, bem como respeitar os horários das mamadas.

Só essas atitudes rotineiras vão ajudar – e muito – com a redução do choro.

Leia também: Como acalmar o bebê agitado?

Agora que você já sabe tudo sobre os tipos de choro de bebê, que tal oferecer essas dicas para outros pais?

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Recém-nascido com gases: o que fazer para amenizar o incômodo?

Recém-nascido com gases é um problema comum. Porém, algumas dicas simples podem ajudar a aliviar este desconforto.

Pais de primeira viagem podem se surpreender com um recém-nascido com gases, afinal a quantidade de “punzinhos”  de um bebê pequeno é bem grande.

Mas os pais ou responsáveis pode ficar tranquilos. O gás é uma ocorrência natural e comum em recém-nascidos.

Os gases, geralmente, surgem nas primeiras duas semanas do pequeno e acontecem devido ao fato do sistema digestivo dele ainda estar em processo de desenvolvimento.

Embora alguns pareçam não ter problemas com gases, outros podem ficar com um desconforto.

Por isso, é essencial evitar ou tentar diminuir a formação desses gases, além de prevenir o surgimento de cólicas, que constantemente acompanham os gases.

Só para exemplificar, caso o seu bebê esteja incomodado pelos gases, uma dica bem simples é massagear levemente sua barriguinha.

Pensando nisso, preparamos uma lista com 5 dicas eficazes para amenizar o incômodo no recém-nascido com gases.

Mas antes vamos explicar como os gases podem ocasionar a dor na barriguinha dos bebês. Continue acompanhando com a gente!

Recém-nascido com gases: por que eles sentem dor?

Como dissemos na introdução do artigo, os gases geralmente são gerados devido à imaturidade do sistema digestivo do bebê.

Mas, principalmente nos recém-nascidos, outro fator que influencia o acúmulo de ar é a amamentação. Durante o processo o bebê pode engolir muito ar e, assim,  causar as temidas cólicas.

De acordo com a Veja Saúde, duas em cada três mães afirmaram que a cólica tem alto impacto na rotina familiar.

Por isso, é importante tentar prevenir os gases nos recém-nascidos e, caso ocorra, medidas simples que podem te ajudar a aliviar o incômodo do bebê.

Vamos lá!

Recém-nascido com gases: 5 dicas para prevenir e amenizar o incômodo

1. A mãe deve diminuir a ingestão de alimentos que provocam gases

Para diminuir os gases em recém-nascidos a mamãe deve experimentar reduzir a ingestão de alimentos que provocam gases como:

  • feijão;
  • grão-de-bico;
  • milho;
  • repolho;
  • brócolis;
  • couve-flor;
  • pepino;
  • cebolas;
  • maçã crua;
  • abacate;
  • melão;
  • melancia ou ovos.

Inclusive, listamos esses e outros alimentos em nosso artigo “Alimentos que devem ser evitados durante a amamentação”.

2. Faça o bebê arrotar

Uma das dicas principais para evitar gases no recém-nascido é colocá-lo  para arrotar  logo após a amamentação.

Para isso, sente-o no seu colo com a coluna ereta e a cabeça apoiada no ombro do responsável por cerca de  10 a 15 minutos.

Outra dica de ouro: coloque um paninho no seu ombro para evitar que o pequeno regurgite na sua roupa.

3. Massagear a barriga do bebê

A massagem no bebê pode ser uma grande ferramenta de resolução dos gases.

Inicialmente, deite seu bebê com a barriguinha para cima. Aqueça suas mãos e comece a massagear levemente a barriga do bebê em movimentos circulares em torno do umbigo.

Além disso, é aconselhável flexionar com cuidado os joelhos do neném e levá-los contra a barriguinha dele.

Mas vale dizer que esse processo só deve ser realizado quando o bebê não estiver com o estômago cheio.

4. Bebê deitadinho no colo

Enquanto na dica acima pedimos para colocar o bebê deitado de barriga para cima, aqui você precisa deitá-lo de barriguinha para baixo em um de seus braços.

Nesta posição, acerte a barriguinha do pequena na palma da sua mão e com a outra mão dê alguns leves tapinhas nas costas.Um tapinha suave para expelir o excesso de ar e respeitando o conforto do seu neném.

Lembre-se: estas duas últimas dicas só devem ser realizadas se o bebê não estiver com o estômago cheio.

5. Outros cuidados

  • Procure colocar roupas leves e confortáveis no bebê;
  • Não aperte a fralda do bebê;
  • Evite deitar o pequeno logo após as refeições;
  • Sob prescrição médica, pode-se utilizar medicamentos que facilitem a eliminação dos gases.

Recém-nascido com gases: quando precisa de ajuda médica?

Se após realizar as dicas e o choro ainda persistir, talvez seja a hora de procurar a ajuda de um médico.

O pediatra poderá confirmar se a cólica é causada por gases ou se existe outro motivo para o choro do bebê. Somente eles poderão indicar remédios e exames para identificar a origem da dor.

De qualquer forma, é importante buscar ajuda profissional quando:

  • Choro persistente e alto;
  • Recém-nascido muito agitado;
  • Vômitos constantes, perda de peso e/ou mudança na rotina;
  • Diarreia e/ou sangue nas fezes.

Vale ressaltar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional pediatra.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas dicas para prevenir e aliviar os gases em recém-nascidos com outras mamães e papais?

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Atividades para crianças de 2 anos: aprenda 5 brincadeiras educativas

As atividades para crianças de 2 anos são essenciais para auxiliar nas habilidades e desenvolvimento dos pequenos. Confira 5 atividades simples e divertidas que selecionamos!

Após o primeiro ano de vida, alguns exercícios que antes prendiam a atenção do pequeno, hoje não tem mais a mesma graça. E, de repente, surge a dúvida: quais atividades para crianças de 2 anos posso ensinar para meu filho ou filha?

Nessa fase, eles estão ganhando mais autonomia e desenvolvendo novas habilidades, então é natural que as brincadeiras mudem.

Mas uma coisa não muda: para brincar com as crianças, é necessário ter  imaginação e criatividade.

Dessa forma, é possível incentivar brincadeiras lúdicas e que estimulem o raciocínio com objetos de casa, brinquedos que o pequeno já tenha ou, até mesmo, com uma simples história.

Entre os dois primeiros anos de vida, acontece um maior desenvolvimento dos bebês.

Portanto, é fundamental estimular o desenvolvimento da criança com atividades divertidas e possíveis de realizar em casa.

Pensando nisso, selecionamos 7 atividades para crianças de 2 anos que estimularão as habilidades do seu bebê.

Atividades para crianças de 2 anos – confira 5 brincadeiras divertidas e que estimulam o desenvolvimento

1. Encaixe a tampa

Atividades no estilo de quebra-cabeças para crianças são sempre uma boa escolha.

Apesar de ser uma  atividade muito simples, ela estimula a concentração das crianças e ajuda na identificação de formas geométricas.

Para isso, coloque vários potes plásticos de cozinha abertos e peça que a criança encontre a tampa certa de cada um.

Se possível, escolha uma variedade de tamanhos e cores para deixar a brincadeira mais dinâmica.

2. Massinha Atóxica

Primeiramente, vale dizer, as massinhas para essa atividade devem ser atóxicas e a brincadeira deve sempre contar com a supervisão de um adulto.

Além disso, recomendamos que você separe uma mesa ou um espaço para as crianças se divertirem com mais liberdade.

As massinhas chamam a atenção dos bebês pela sua textura e possibilidade de transformação.

Com isso, as mamães e papais podem incentivar a modelagem de animais e formas.

Por exemplo: uma cobrinha, uma bola, uma TV (formato retangular) ou qualquer outra coisa que a imaginação da criança permitir.

Essa atividade estimula a motricidade fina do seu bebê.

3. Caça ao Brinquedo

Uma das atividades para crianças de 2 anos que faz muito sucesso é a caça ao brinquedo, ou caça ao  tesouro.

Inicialmente você precisa separar um monte com os brinquedos favoritos do pequeno. Em seguida observe os brinquedos e, a partir de características como cor, tamanho, formato, peça para seu filho o encontrar.

Além de divertida, essa brincadeira vai ajudar o pequeno a desenvolver a atenção e memória.

A atividade também possibilita ensinar as características e forma para as crianças, bem como a seguir instruções.

4. Faz de conta

Você pode realizar essa brincadeira de duas formas:  inspirar-se em um desenho animado ou escolher uma profissão de interesse da criança.

As crianças são muito atentas, por isso os desenhos e rotina dos pais podem exercer um verdadeiro fascínio sobre elas.

Portanto, convide seu filho para ser um personagem e ajude-o a criar o cenário ideal. Por exemplo, se ele quiser ser um pirata, uma caixa de papelão ou até mesmo o sofá podem servir como barco.

Já se seu filho preferir se inspirar em uma profissão, finja que será seu parceiro de aventura e insira novos personagens para deixar a brincadeira mais divertida.

Só para exemplificar, você pode sugerir que sejam aventureiros e um ursinho de pelúcia seja o protetor do tesouro.

Assim, você vai trabalhar a criatividade do seu bebê e o reconhecimento do ambiente.

5. Pinturas e artesanatos

Dentro das atividades para crianças de 2 anos, essa com certeza é uma das mais encantadoras!

Permitir que o bebê faça suas próprias criações vai ajudar a desenvolver suas habilidades motoras finas.

Nesta fase do desenvolvimento criativo, as crianças somente vão conseguir a traçar rabiscos e figuras disformes.

Mas é importante que você valorize o seu esforço e incentive a continuar para que ela continue a melhorar enquanto se diverte.

Quanto ao artesanato para crianças pequenas, é preciso começar com atividades básicas e com o acompanhamento de um adulto: animais com rolos de papel higiênico, fantoches, coroas, e até mesmo fazer uma horta em casa são ótimas alternativas.

Assim como a atividade com massinha recomendamos que separar uma mesa ou um espaço para seu pequeno soltar a criatividade.

 

As atividades para crianças de dois anos que listamos são algumas das inúmeras opções para fazer com os pequenos.

Além disso, as mamães e papais conhecem os filhos melhores do que ninguém, não é mesmo?

Portanto, aproveite para criar uma atividade que combine com os gostos da criança e, porque não, dos papais também.

O essencial dessas atividades é criar momentos únicos com os nossos eternos bebês.

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Como aliviar a tosse do bebê durante a noite?

Quer saber como aliviar a tosse do bebê durante a noite? Existem diversas formas, desde um pouco de mel até nebulizações diárias. Confira tudo que você precisa saber acerca do tema.

Inicialmente, podemos dizer que os pequeninos são os que mais sofrem durante a troca de estações climáticas e saber como aliviar a tosse do bebê durante a noite pode ser essencial.

Afinal, na troca do verão para o inverno, é normal que  surjam mais casos de gripe, resfriados e alergias.

Ou seja, muitos espirros e tosses acontecem durante o dia todo.

Mas a tosse noturna é principalmente desconfortável para os bebês, pois impede que eles durmam com tranquilidade.

Angustiante tanto para as crianças quanto para os pais, a tosse é mais difícil de controlar quando é intensa,  gerando um certo desespero em muitos casos.

A fim de acalmar as mamães e papais, vamos conhecer a causa desse incômodo e como aliviar a tosse noturna. Continue acompanhando com a gente!

O que causa a tosse noturna?

A tosse é um mecanismo de defesa do nosso corpo, ativado quando o organismo entra em contato com agentes como as bactérias e os vírus pelas vias respiratórias.

Dessa maneira, vamos conhecer as possíveis causas mais frequentes da tosse noturna em bebês:

  • Resfriado: geralmente os bebês resfriados apresentam sintomas como: nariz entupido, coriza, espirros, mas quadros de tosse seca ou até mesmo carregadas de catarro podem ocorrer;
  • Bronquiolite: esse quadro se inicia com sintomas bem parecidos de um resfriado. Porém, sintomas leves podem se agravar e desenvolver dificuldade para respirar e fortes chiados no peito;
  • Quadros de alergia: alguns tipos de alergia podem desencadear crises de tosse nos pequenos, principalmente as alergias a pelo de animais e poeira.  Além de tosse, as alergias provocam coriza no nariz, espirros e nariz entupido;
  • Asma: quadros de asma tendem a fazer o bebê tossir bastante, especialmente durante  à noite. A tosse geralmente vem acompanhada de congestão no peito, chiado alto e dificuldade respiratória;
  • Pneumonia: a pneumonia é iniciada através de um resfriado ou uma gripe e, quando agravado,  desenvolve uma infecção nos pulmões.
    Se o resfriado do bebê só piora, tem tosse persistente, apresenta dificuldade em respirar e febre alta, procure o pediatra imediatamente;
  • Laringite: a tosse é uma das principais características da laringite,  normalmente aparece no período da noite e pode vir acompanhada de febre.

Além disso, outra possibilidade para a causa da tosse é que seja provocada por um fator do ambiente.

Por exemplo, fumaça de cigarro, poluição, algum agente químico presente no ar, entre outros.

Portanto, tente identificar o fator e faça o possível para removê-lo e garantir o bem estar da sua criança.

Como aliviar a tosse do bebê durante a noite?

A princípio, você pode aumentar a oferta de leite materno para seu bebê, ele conta com anticorpos e outras vitaminas que auxiliarão na imunização contra alguns vírus e bactérias.

Alem disso, você pode pegar o bebê no colo e manter sua cabeça mais elevada, pois ajuda o bebê a respirar melhor.

Assim, quando a tosse estiver mais controlada, ofereça água na temperatura ambiente, para hidratar as cordas vocais e diluir as secreções, aliviando o sintoma.

Outra dica, muito comum entre os responsáveis,  é fazer inalação com soro fisiológico, usando um nebulizador, para limpar as vias aéreas.

Se acaso não tiver condições de comprar um nebulizador, dê um banho morno no bebê com a porta fechada para que o vapor de água facilite a saída do catarro.

Posso dar xarope para tosse?

O recomendado é sempre perguntar ao pediatra do seu bebê antes de dar qualquer remédio.

Se a tosse, seja ela seca ou com expectoração, estiver em excesso e gerando incômodo, o médico aconselhará um xarope adequado ao tipo de tosse e à idade da criança.

Se a sua criança tiver 2 anos ou mais, converse com o pediatra a respeito do Xarope Guaco Melpoejo.

O Xarope Guaco Melpoejo é recomendado em casos de descongestionamento nasal e também como expectorante, aliviando o peito cheio do bebê.

A orientação do profissional possibilitará maior segurança ao informar os riscos que a interação medicamentosa com o produto pode trazer, além de outras informações sobre o uso.

Quando devo procurar ajuda de um médico?

Quando a tosse do bebê não melhora depois de uma semana, com piora dos sintomas, é o momento de procurar sim ajuda médica.

Além disso, seguindo as possíveis causas da tosse em bebês, se a respiração dele parecer mais rápida, com a impressão de que ele está com dificuldade para respirar e/ou fazendo algum tipo de barulho no peito ao respirar procure um médico.

Esses sintomas podem indicar quadros mais graves do que uma gripe ou resfriado e o profissional de saúde será capaz de avaliar um possível novo quadro.

 

Agora que você já sabe como aliviar a tosse do bebê durante a noite, que tal compartilhar esse artigo com outras mamães?

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Crianças em casa: 9 brincadeiras para manter os pequenos entretidos

Com as crianças em casa, é importante encontrar maneiras criativas de entretê-las e estreitar os laços familiares.

Ao pensarmos nas crianças em casa, logo imaginamos aquela alta energia querendo criar, correr e brincar.

Principalmente no período de quarentena que alterou muito a rotina dos pequenos.

Uma vez que eles não têm contato com os coleguinhas e acabam não gastando a mesma energia de um dia comum na escolinha.

Inicialmente, é comum os responsáveis recorrem aos celulares, tablets e à televisão para deixar seu filho longe do tédio.

É importante evitar que a tecnologia domine todas as horas livres, não só da criança, de toda a família.

Mas afinal, o que fazer para entreter as crianças em casa devido ao isolamento social?

Com o intuito de ajudar mamães e papais nessa missão, preparamos uma lista com 9 atividades simples e muito divertidas para fazer com as crianças em casa.

Crianças em casa: 9 brincadeiras para manter os pequenos entretidos

1. Contamento de histórias

Primeiramente, uma atividade clássica para aproveitar os momentos em família

Juntos, você e a criança podem escolher um livro preferido ou inventarem uma história juntos.

Nesse contexto, você também pode iniciar uma história e pedir para o (a) pequeno (a) ir completando. O ideal é determinar um tempo de fala para cada um.

Além disso, você também pode incrementar a história com acessórios, fantasias e cenários.

Mas o mais importante é deixar a criatividade e a imaginação rolarem.

2. Monte um álbum da família

Muitas vezes esquecemos de algumas fotos reveladas e que estão guardadas.

E são as histórias das vidas dos pais que encantam as crianças e tornam essa atividade incrível.

Desse modo, você pode resgatar antigas memórias e selecionar fotos especiais para um álbum da família.

Caso você não tenha uma cópia impressa das fotos, chame as crianças para selecionarem as fotos que mais gostarem e coloque em uma pasta para imprimir em breve.

Assim, em ambos os casos, você conseguirá unir a família ao redor de boas lembranças e entreter as crianças em casa por um bom tempo.

3. Brinque de ensaio fotográfico

Essa brincadeira tem um pouco de tecnologia, mas atualmente é impossível fugir totalmente.

Afinal, hoje em dia todo mundo tem uma câmera em mãos.

Por isso, que tal convidar as crianças em casa para um ensaio fotográfico?

Além de criar um momento para as fotos, vocês podem montar os cenários, selecionar acessórios e escolher diversas personalidades.

Os pequenos podem fingir que são personagens de desenhos animados, cantores, jogadores de futebol etc. O que importa é deixar a imaginação livre!

4.  Aproveite os desenhos para colorir

Uma dica super simples e fácil para entreter a criançada: desenhos para colorir!

Assim, quem tiver impressora em casa pode baixar os desenhos para os pequenos pintarem.

Se não tiver como imprimi-los, nossa dica é abrir o desenho no computador e incentivar a criança a copiá-lo.

Além de divertir o (a) pequeno (a), o exercício estimula a noção espacial e as habilidades motoras.

A fim de facilitar sua vida, separamos desenhos de alguns personagens que fazem grande sucesso com as crianças, é só clicar e baixar:

5. Montar acampamento

Montar um acampamento em casa pode ser muito mais divertido do que parece.

Pois a atividade cria um momento único para as crianças em casa fugirem da rotina.

Você só precisa de um espaço para montar o acampamento com cabanas de lençol e algumas almofadas pelo chão.

Para que a experiência fique ainda melhor, prepare um piquenique para vocês curtirem juntos.

6. Jogos e filmes antigos

Agora é o momento de apresentar aos seus filhos filmes, seriados e brincadeiras que fizeram parte da sua infância.

Só para exemplificar, jogos como cinco marias, amarelinha, bolinha de gude, peteca, jogo de varetas, banco imobiliário, entre outros.

Mas atente-se sempre quanto a faixa etária.

Como dito em um dos tópicos acima, as crianças tem muito interesse em saber como os pais eram quando criança e a sua rotina.

Assim, ao mesmo tempo em que os pais tem a oportunidade de relembrar boas lembranças da época de infância, os filhos criarão uma conexão muito forte.

7. Stop

A brincadeira de Stop continua sendo uma das atividades mais divertidas quando estamos em casa.

A família define em conjunto quais serão as categorias, cores, animais, carros, cidades, entre outras.

A partir do que foi escolhido, será feito um sorteio da primeira letra e todos devem completar as folhas, de acordo com as categorias.

Aquele que acabar primeiro grita “Stop!”.

Geralmente, fazemos essa brincadeira de forma individual, mas pensar junto e dividir a família em equipes é mais divertido.

8.  Bolas de Sabão

As bolinhas de sabão fazem a diversão, principalmente, das crianças até os dois anos de idade.

Os bebês que se divertem com a grande quantidade e se encantam com a sua leveza e cores.

Além disso, a brincadeira ajuda a desenvolver o tato ao sentir a bolinha de sabão estourando em contato com sua pele.

Mas atenção! As crianças não devem pegar para fazer as bolinhas, pois por acidente elas podem beber o líquido e ter uma intoxicação.

9. Conhecendo os Sons

Uma excelente atividade para bebês de um ano e que pode ser levada para toda a infância.

Para realizar a brincadeira você poderá utilizar:

  • chocalho;
  • colheres;
  • panelas e frigideiras;
  • sinos;
  • pratos.

Para os bebês, essa brincadeira contribui na coordenação com os instrumentos, exploração musical e as primeiras noções de espaço do seu bebê.

Permita que os pequenos explorem cada som e crie um personagem ou retrate um cantor(a) preferido(a).

 

As atividades para crianças em casa que listamos são apenas algumas das diversas opções de atividades para fazer com seu pequeno.

Você mesmo pode criar uma atividade ou pesquisar outros exercícios, de acordo com o gosto da criança.

O que importa são as risadas e momentos divertidos com toda a família reunida.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas atividades com outras mamães e ajudá-las nesse período de quarentena?

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Amamentação e coronavírus: tudo o que se sabe até agora sobre o aleitamento materno em tempos de COVID-19

O que sabemos sobre amamentação e coronavírus até o momento? A Sociedade Brasileira de Pediatria e Organização Mundial da Saúde recomendam que as mães continuem com o aleitamento materno.

Com a pandemia, várias perguntas surgiram acerca da amamentação e coronavírus. Afinal, o aleitamento fortalece o sistema imunológico do bebê, reforçando-o contra diversos tipos de infecções.

Além disso, como é o principal alimento do pequeno, auxilia para que ele cresça saudável e ganhe peso.

De acordo com a OMS, toda mulher deve amamentar o recém-nascido exclusivamente com leite materno até o sexto mês de vida, salvo alguma contraindicação do pediatra, e devem continuar até os dois anos de vida, com o acréscimo de outros alimentos.

De acordo com a UNICEF, apenas 40% das crianças no mundo recebem amamentação exclusiva no início da vida.

Mas essa realidade será modificada em tempos de coronavírus?

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a amamentação deve continuar, até mesmo nos casos em que as mulheres apresentam suspeita ou confirmação da doença.

Uma vez que as principais publicações sobre o tema, até então, indicam que os benefícios do aleitamento superam os riscos de transmissão.

Uma das pesquisas utilizadas para embasar o argumento  foi publicada na revista científica “The Lancet” que avaliou mulheres grávidas que foram contaminadas com a COVID-19.

Foram feitas análises da presença do vírus no líquido amniótico, sangue do cordão umbilical, leite materno e swab da orofaringe (teste com cotonete estéril) do recém-nascido.

Mas todas as amostras tiveram resultado negativo.

Portanto, até o momento não há documentação de transmissão vertical durante a gestação e nem no período neonatal, pela amamentação.

Amamentação e coronavírus – Como prevenir a transmissão durante o aleitamento?

Tendo em vista que a mãe infectada pode transmitir o vírus por meio de gotículas respiratórias durante o contato com a criança, incluindo a amamentação, é recomendado para a lactante:

  • lavar as mãos por pelo menos 20 segundos: essa é uma recomendação básica antes de tocar o bebê ou antes de retirar o leite materno, seja por extração manual ou pela bomba extratora;
  • evitar aglomerações: válido para qualquer pessoa frente à pandemia, mas principalmente para as mamães;
  • usar máscara facial: é fundamental utilizar durante as mamadas, além de evitar falar ou tossir durante a amamentação. Lembre-se que a máscara deve cobrir completamente o nariz e a boca;
  • não dar beijos e abraços: a aproximação com o bebê, principalmente sem máscara, pode oferecer riscos de contágio;
  • limpar e desinfetar as superfícies: a mesa, a cadeira e qualquer outro móvel que será utilizado durante o processo, bem como seguir as recomendações para limpeza das bombas de extração de leite após cada uso;
  • peça ajuda: para as mães que se sentem inseguras em amamentar, é importante que possa pedir auxílio de alguém saudável que mora com você para dar o leite.

Amamentação e Coronavírus – A importância do aleitamento materno

O leite materno é capaz de evitar infecções, alergias, doenças e até mesmo pequenos incômodos, como a cólica e o estresse.

Por isso, é recomendado que a mãe, mesmo infectada, mantenha o aleitamento.

Uma vez que anticorpos inespecíficos e específicos do Covid-19 passam pelo leite elevando a imunidade do bebê.

Benefícios do aleitamento materno

  • Fortalece a imunidade – além da Covid-19, previne doenças comuns nos primeiros meses de vida e, consequentemente, diminui a taxa de mortalidade entre recém-nascidos;
  • Diminui o risco de alergias – a força realizada para sugar o leite materno, auxilia no desenvolvimento dos pulmões dos bebês e fortalece o mesmo contra o risco de alergias;
  • Previne cólicas – o leite materno não fermenta tanto no intestino, por isso é digerido mais rapidamente e não causa tantos gases e cólicas;
  • Ajuda no desenvolvimento cognitivo – por possuir gorduras que auxiliam no desenvolvimento dos neurônios e do cérebro, o leite materno facilita o processo de fala e raciocínio;
  • Acalma o bebê – o contato com a mãe faz com que o pequenino se sinta mais seguro e calmo.

Além de oferecer mais força e saúde, o aleitamento também traz benefícios para a mamãe.

A partir do ato de amamentar, as mães diminuem o peso mais rápido e estabelecem um vínculo com o filho.

Além disso, os pequenos que amamentam adoecem menos e necessitam de menos atendimentos hospitalares.

Logo, a amamentação pode beneficiar não somente as crianças e as mamães, mas também sua família e todo ambiente social que a cerca.

Por fim, é importante reforçar que a amamentação e Coronavírus são temas distintos e os bebês não são contaminados pelo COVID-19, seja pelo intrauterino ou pelo aleitamento materno.

Pelo contrário, o aleitamento materno é fundamental para imunidade dos bebês nesse momento de pandemia.

Conseguiu tirar suas dúvidas? Então, o que você acha de compartilhar esse artigo com outras mamães?

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Referência: