Cólica do bebê: 4 respostas que todas as mães procuram

A cólica do bebê é um dos principais sintomas que geram dúvidas nos pais e, claro bastante incômodo nos bebês. Por isso, vamos sanar neste blog 4 questões acerca dessa dor. Confira!

1. Bebê chorando: como identificar se é cólica?

A cólica incomoda muito os bebês e causa um choro intenso. Porém, a primeira boa notícia é que isso não causa problemas a longo prazo para a criança. Para sanar o sintoma, muitas famílias têm dúvidas sobre como identificar o choro de cólica.

Primeiramente, se o bebê com menos de cinco meses chora durante mais de duas horas, mais de três vezes na semana, com uma expressão de sofrimento, a chance de ser cólica é alta.

Quando a cólica costuma aparecer

O surgimento da cólica costuma ser em torno de duas a três semanas após o parto. Já no caso dos bebês prematuros, contamos como duas a três semanas depois do dia previsto para o nascimento.

O choro por diferentes motivos nos primeiros meses de vida é comum, porém, o da cólica é ininterrupto. Por exemplo, algumas vezes o recém nascido chora por querer carinho e ficar perto da mãe. Ou seja, quando ganha colo, o choro termina. O mesmo ocorre quando eles sentem fome. No caso da cólica, essa pausa não acontece.

Outro ponto que pode ajudar os pais a identificarem é que o choro de cólica costuma ser mais alto que o normal. Além disso, ele pode começar ou terminar de uma hora para outra.

2. Por que a cólica surge?

Ao contrário do que muitos pensam, a cólica nos bebês não está relacionada ao consumo de leite materno ou outra fórmula. Então, as mães que não podem amamentar não precisam se culpar por essa dor em seus filhos. Isso porque cerca de um quinto dos bebês têm esse sintoma.

Outra boa notícia é que essa dor costuma durar apenas até os 6 meses de vida. Então, logo o seu bebê estará livre desse problema.

Mas vamos ao mais importante: os motivos pelos quais os bebês têm cólica. Não há indícios exatos, mas as explicações abaixo são unanimidades entre muitos médicos:

  • A primeira causa do desconforto pode o sistema digestivo do bebê que ainda não está completamente formado.
  • Outra razão para o bebê sentir cólica pode ser o refluxo, que faz com que a criança tenha o desconforto.
  • Os gases também podem gerar o incômodo.
  • Nas primeiras semanas, os bebês ainda estão na fase de adaptação com o novo ambiente, que gera um estímulo muito alto. Por isso, muitas vezes, eles choram por não se acostumarem às novas informações. Dessa forma, um mínimo desconforto pode gerar uma crise de choro ainda maior.
  • Caso o bebê tenha alergia ao leite materno ou à fórmula que consome, isso pode gerar a cólica.
  • Exposição à fumaças, principalmente a do cigarro, faz mal ao bebê e pode causar a dor.

3. Sintomas da cólica nos bebês: saiba como identificar

Um fator muito comum na cólica é seu surgimento no fim da tarde e durante a noite. Há ainda casos em que os bebês sentem tanto desconforto que choram bastante também durante o dia.

Então, o primeiro sintoma da cólica do bebê não poderia ser outro. O choro é uma das principais formas de identificar. Isso porque ele acontece de maneira muito intensa, o que torna difícil a tarefa de tranquilizar a criança.

O segundo ponto a ser observado é o da linguagem corporal do bebê. Quando está com esse incômodo, o recém nascido recolhe as pernas na direção do abdômen. Além disso, ele arqueia as costas para trás, revezando os movimentos de se esticar e se espremer durante o choro.

Por fim, outro sintoma é de soltar gases. Muitas vezes, enquanto está com cólica, a criança faz isso enquanto chora.

4. Como acalmar o bebê com cólica: saiba o que você pode fazer

Para saber a melhor forma de acalmar o bebê com cólica, é preciso identificar a causa da cólica. Mostramos nos itens 2 e 4 quais são e como diferenciar cada um. Agora, você vai entender como sanar esses problemas.

1. Sistema digestivo imaturo

Com esse fator, o bebê pode ter reações a algumas substâncias presentes no leite ou fórmulas infantis. Então, caso a mãe esteja amamentando, pode analisar se a sua alimentação pode causar cólica no bebê. Para isso, é importante ter a ajuda do profissional de saúde que acompanha a gestação e infância.

Dentre os componentes que podem causar gases nas mães e, consequentemente, cólica nos bebês, estão:

  • Leite
  • Chocolate
  • Brócolis
  • Couve-flor
  • Repolho
  • Feijão
  • Cebola
  • Alimentos apimentados

Já no caso das fórmulas, caso esteja provocando alguma reação, o pediatra é quem vai indicar uma nova.

2. Sistema nervoso imaturo

Lembra sobre o que falamos a respeito da adaptação do bebê aos estímulos de seu novo ambiente? Nessa situação, caso você perceba que o incômodo não está relacionado a nada na barriga, essa pode ser a razão do choro.

Por isso, recomendamos que você coloque a criança no colo de forma bem aconchegante. Isto é: enrolada por uma manta ou até mesmo com o acessório canguru. Movimentá-lo, seja no colo ou no carrinho, também pode aliviar o choro.

Além disso, em alguns casos, um banho morno é perfeito para fazer com que o bebê relaxe.

3. Gases

Para aliviar ou evitar que o bebê sofra com a cólica no caso de gases, o primeiro passo é facilitar que ele arrote após a mamada. Outra dica é que a mãe não deixe a cabeça do bebê deitada ao amamentar, pelo menos nesses primeiros meses de vida.

Caso o bebê use também mamadeira, verifique se ele não está engolindo ar. Para isso, mantenha sempre o bico do acessório repleto de leite.

Os medicamentos fitoterápicos, receitados pelo pediatra, pode ser um bom aliado nesses casos. Por fim, você pode também colocar uma bolsa de água quente na barriguinha da criança. Claro, com muito cuidado para não queimar a pele sensível do bebê. Envolva com toalhas ou fronhas de travesseiro para que o recém nascido sinta apenas o alívio da temperatura mais quente, e não mais incômodo.

Leia mais: Bula do Funchicórea.

Gostou do artigo? Fique de olho no blog do Melpoejo!

Laboratório Melpoejo e JF Vôlei: uma parceria de sucesso

O Laboratório Melpoejo se orgulha de ser uma empresa juiz-forana. E é nesse carinho pela cidade, que são construídos vários vínculos importantes. Um exemplo disso é a parceria com o JF Vôlei, equipe de voleibol masculino  que disputa a Superliga B Brasileira de Voleibol Masculino.

A amizade entre as duas instituições tem como objetivo fomentar o esporte na cidade e região. E contribuir na construção do posicionamento de ambas as marcas.

JF Vôlei e a cidade de Juiz de Fora

O time nasceu em 2008 com o objetivo de representar a cidade nos cenários estadual e nacional do voleibol masculino. Além da equipe competitiva, o projeto desenvolve dois núcleos de iniciação ao esporte em escolas públicas de Juiz de Fora (Bairros São Pedro e Bandeirantes). Os treinamentos acontecem no SESI e na Universidade Federal de Juiz de Fora, no complexo da Faculdade de Educação Física e Desporto.

Laboratório Melpoejo e a equipe

Em julho de 2018, através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, o Laboratório Melpoejo iniciou uma proveitosa parceria com o JF Vôlei. A idéia é poder doar até 3% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). 

A iniciativa surgiu de uma vontade calorosa da empresa em fomentar a prática de esportes. E também, incentivar movimentos positivos da cidade.

Próximos passos juntos


Então, como foi dito no começo do texto, a equipe vem trabalhando e se esforçando para seguir e crescer na Superliga B Brasileira de Voleibol Masculino. Essa evolução também é muito positiva para o Laboratório. Pois, assim a marca seria levada de maneira assertiva para um maior cenário nacional. E é claro, o incentivo e suporte ao esporte brasileiro são questões de extrema importância para a existência da parceria.