Atividades para bebês de um ano – Confira a nossa lista!

As atividades para bebês de um ano são essenciais para o desenvolvimento das crianças. Confira 10 atividades que selecionamos para curtir com o seu bebê! 

 

Logo que pegamos um bebê no colo e ele ameaça chorar, já pensamos na mais comum entre as atividades para bebês de um ano, o famoso “Cadê o bebê?”.

Já que é difícil lembrarmos de outras brincadeiras que sejam seguras e que consigam entreter o neném.

Visto que nos primeiros meses de vida, os bebês parecem se interessar apenas em mamar e dormir. 

Mas existem diversas atividades para bebês de um ano que irão divertir os responsáveis e, claro, o bebê.

Além disso, essas brincadeiras ajudam o pequenino a desenvolver seus sentidos e suas habilidades.

Entre os dois primeiros anos de vida, acontece um maior desenvolvimento dos bebês.

Assim, eles veem tudo como uma nova informação e passam a se envolver mais com o ambiente.

Por isso, é essencial estimular as habilidades com atividades para bebês de um ano até os dois anos. 

Pensando nisso, elencamos 15 atividades para bebês de um ano que auxiliarão no desenvolvimento do pequeno. 

Atividades para bebês de um ano – confira 15 brincadeiras simples e divertidas! 

1. Conhecendo os Sons

Para realizar a brincadeira você poderá utilizar:

  • chocalho,
  • colheres,
  • panelas e frigideiras,
  • sinos
  • pratosPermita que o seu bebê explore os sons usando os instrumentos.

Com isso, você auxiliará na coordenação com os instrumentos, exploração musical e as primeiras noções de espaço do seu bebê.

2. Forte de Papelão

Primeiramente, você deverá arranjar uma caixa grande de papelão.

Logo após, faça um furo que servirá de entrada/saída para o seu bebê.

A ideia é que você incentive o pequeno a entrar e sair do forte de papelão.

Uma boa ideia é criar uma historinha e bater na porta perguntando se alguém está em casa.

Além disso, você pode incrementar com fitas, toalha e bolas para deixar a experiência mais divertida.

Com essa brincadeira fácil, seu bebê aprenderá habilidades sociais, motoras e uma melhor percepção do ambiente.

3. Chamada telefônica

Uma das atividades para bebês de um ano muito comum é a chamada telefônica de mentirinha.

Você precisa apenas de um telefone de brinquedo ou antigo para seu pequenino.

Ao passo que o bebê esteja com o telefone em mãos, finja fazer ligações e manter conversas entre si ou com pessoas imaginárias.

Assim, a criança irá exercitar a linguagem e o desenvolvimento social.

4. Conversa de tubo 

Assim como a atividade acima, com essa brincadeira você vai trabalhar a comunicação com seu bebê.

Com um tubo de papelão, fale ou faça sons bobos para seu bebê e observe  como ele reage e responde à mudança dos sons.

Com isso, seu pequeno irá desenvolver as habilidades auditivas.

5. Conhecendo o corpo 

Dentro das atividades para bebês de um ano, essa com certeza é uma das mais fascinantes!

Com um batom, faça pontos no rosto da criança e coloque-a na frente de um espelho.

Uma vez que a criança reaja tentando limpar a marca, é um indício de que ele perceba que há algo fora do comum em seu reflexo.

Mas mesmo que ele não se reconheça, o espelho é uma ótima maneira de estimular habilidades como autoconsciência e reconhecimento do ambiente.

6. Gincana no quarto 

Essa brincadeira ajuda a desenvolver a atenção e o processamento sensorial do bebê.

Pegue um brinquedo do seu bebê que tenha várias partes e divida as peças em duas pilhas.

Depois coloque uma pilha em cada canto do quarto para que o seu filho tenha que se deslocar para juntá-las.

7. O túnel de almofadas

Essa brincadeira é parecida com uma das atividades para bebês de um ano  que já citamos aqui, o forte de papelão.

Trata-se de construir um percurso em jeito de túnel com almofadas e com o sofá.

Assim, na mesma premissa da segunda atividade da lista, a mamãe e o papai podem ficar na saída do caminho esperando com um delicioso abraço.

Desse modo, seu neném aprenderá habilidades sociais, motoras e melhor percepção do ambiente.

8. Bolas de Sabão

Aproveite o verão, pois essa brincadeira fica ainda mais divertida!

As bolinhas de sabão fazem a diversão dos bebês que se divertem com a grande quantidade e se encantam com a sua leveza e cores .

Além disso, a brincadeira desenvolve o seu tato quando sente a bolinha de sabão estourando em contato com sua pele.

Mas atenção! O bebê não deve pegar para fazer as bolinhas, pois por acidente ele pode beber o líquido e ter uma intoxicação.

9. Bola

Assim como as bolas de sabão, a tradicional bola é uma das atividades para bebês um ano que oferecem muita curtição.

Posto que o bebê ainda é muito pequeno, aconselhamos que jogue a bola no no chão, frente a frente, com as pernas abertas em forma de V.

Assim, vocês podem passar a bola um para o outro de maneira segura.

Para que a brincadeira fique mais dinâmica e divertida, você pode adicionar uma bola de cor diferente.

Com isso, você ajuda a desenvolver a atenção e as habilidades motoras do seu pequeno bebê.

10. Descobrindo texturas

Essa brincadeira pode ser feita antes mesmo do primeiro ano de vida do bebê.

Mostre diversas texturas para o seu bebê, como madeira, alumínio, plástico e algodão.

Ao tocar as texturas, o seu neném absorverá a nova informação de que aqueles objetos são diferentes.

Inicialmente, você pode apenas deixar seu bebê brincando com bolinhas de algodão, por exemplo.

Dessa forma, essa atividade o ajudará no desenvolvimento do tato.

 

As atividades para bebês de um ano a dois que listamos são apenas algumas das diversas opções de atividades para fazer em casa com seu pequeno.

Você mesmo pode criar uma atividade ou pesquisar outros exercícios, de acordo com o gosto do seu bebê.

O que importa são as risadas e momentos divertidos que passarão juntos.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas atividades para bebês de um ano a dois com outras mamães?

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Remédios fitoterápicos: para que servem e como agem?

Você sabe se os remédios fitoterápicos precisam de prescrição médica ou se podem ser consumidos livremente? Eles podem ser receitados por qualquer médico? 

Essas são dúvidas comuns que ouvimos sobre os remédios fitoterápicos, uma vez que nem todos conhecem as suas propriedades e tratamentos.

Se você tem alguma dúvida sobre os medicamentos fitoterápicos? Sem problemas!

Para que você tenha um conhecimento mais amplo, o Laboratório Melpoejo preparou esse artigo sobre:

  • O que são os produtos fitoterápicos;
  • Como eles agem no tratamento de diversas enfermidades

Acompanhe com a gente!

O que são remédios fitoterápicos?

Esses medicamentos são obtidos através da utilização exclusiva de matérias-primas ativas vegetais.

Na fitoterapia são utilizados os princípios ativos de algumas plantas medicinais para o tratamento ou a prevenção de enfermidades.

Os ativos vegetais são retirados das plantas.

Assim, suas raízes, folhas, flores e sementes são manipuladas, industrializadas e padronizadas para a comercialização.

Por isso, assim como os medicamentos convencionais, os fitoterápicos passam por processos industriais de produção e seguem rigorosamente os controles de qualidade.

Assim, os medicamentos fitoterápicos também precisam de registro na ANVISA.

A Agência faz a regulamentação e é responsável pela fiscalização das indústrias farmacêuticas.

Hoje, a grande variedade de extratos e matérias que podem ser utilizados a partir de alguma planta medicinal, permitem que a fitoterapia auxilie em diversos quadros como:

  • cicatrizantes;
  • anti-inflamatórios;
  • expectorantes;
  • constipação intestinal;
  • entre outras indicações.

O princípio da planta guaco é um exemplo, pois ele é utilizado na composição do Xarope Guaco Melpoejo.

O remédio fitoterápico é indicado como broncodilatador e expectorante.

Como agem os medicamentos fitoterápicos?

Ainda existem muitas dúvidas quanto à eficácia e uso das plantas medicinais e fitoterápicos.

A ação de cada medicamento irá depender da sua substância ativa, do organismo de cada paciente, da enfermidade em si e da dose de remédio administrada.

A possível descrença de que os medicamentos fitoterápicos tenham o mesmo tempo de resposta dos medicamentos convencionais, é que esse último apresenta concentrações de princípios ativos, normalmente, maiores que as dos fitoterápicos.

Ou seja, ambos os medicamentos são eficazes, mas é preciso consultar um médico e ver a necessidade de cada quadro.

Só para ilustrar, em casos agudos, podem ocorrer a necessidade de prescrição de  medicamentos convencionais devido às suas altas concentrações.

Ao passo que, a fitoterapia poderá ser utilizada como complemento ao tratamento.

Vale dizer, que há diferença até mesmo em como os medicamentos fitoterápicos podem agir.

Isso depende da forma que são apresentados: comprimidos, gotas e chás.

Os medicamentos em comprimidos ou em gotas são apresentados como extrato.

Ou seja, são mais concentrados e com efeito mais potente do que os chás. 

No caso dos chás, a obtenção do princípio ativo dependerá de fatores como:

  • a temperatura;
  • a quantidade de água;
  • a origem da planta.

Mas, é necessário ficar atento, pois até mesmo os fármacos fitoterápicos podem apresentar efeitos colaterais e contraindicações.

Mesmo que os riscos de seu uso sejam menores, já que eles têm uma concentração menor de princípios ativos do que nos remédios sintéticos.

De qualquer modo, é importante verificar se o fitoterápico é provido de um laboratório que tenha selo da Anvisa.

E, vale dizer, que sejam usados com a supervisão de um(a) médico(a).

Portanto, lembre-se de que nenhuma medicação deve ser consumida sem a indicação e consentimento do médico responsável.

Pois ele08 informará sobre a eficácia do produto fitoterápico e seus riscos. 

Orientação no uso de remédios fitoterápicos

Por se tratar de produtos de origem vegetal, é comum que os medicamentos fitoterápicos sejam utilizados sem orientação médica e sem a leitura da bula do remédio.

Como você já deve ter percebido em outros dos nossos artigos, é essencial que os médicos e a população consultem a bula do remédio.

Ao usar um medicamento por conta própria, podemos aliviar um sintoma superficial e, por fim, ocultar uma doença não aparente e, talvez, de alto risco.

Além disso, a fitoterapia faz parte da medicina integrativa e complementar podendo  potencializar o efeito de outros medicamentos. 

Por isso, as interações, tanto com medicações quanto com bebidas, alimentos, nutrientes, podem tornar o uso do medicamento sem prescrição perigoso.

Então, é preciso informar ao médico essas interações para que ele possa fazer as indicações e os ajustes necessários.

No entanto, alguns remédios fitoterápicos de uso livre, com indicações para problemas simples de saúde, podem ser usados apenas com as informações da bula.

Como a fitoterapia não é uma especialidade médica, cada profissional da saúde pode indicar esses medicamentos para prevenção ou tratamento de doenças de acordo com à sua especialização.

Mas, assim como ocorre com todos os tipos de fármacos, existem algumas restrições ao uso dos produtos fitoterápicos.

Só para exemplificar, para gestantes e lactantes os produtos fitoterápicos devem ter o seu consumo liberado pelos médicos e só podem ser comprados através de receita médica.

Além dessas, idosos, crianças, pacientes com problemas figadal, de coagulação, imunológicos e cardiovasculares devem ser avaliados com um cuidado excelente para que o profissional de saúde possa decidir se podem ou não fazer uso dos medicamentos.

Quais cuidados são necessários com o uso de fitoterápico?

Em conclusão, além de apresentar o que é um medicamento fitoterápico, como eles agem e orientações no seu uso, devemos tomar alguns cuidados com os fitoterápicos, assim como os medicamentos sintéticos:

  • Consultar um profissional de saúde para orientações e informações, como cuidados especiais com gestantes, lactantes, crianças e idosos;
  • Informar ao médico se está utilizando plantas medicinais ou fitoterápicos, principalmente antes de cirurgias;
  • A bula e rotulagem do produto são de extrema importância para a segurança do tratamento. Por isso, sempre siga as orientações da bula e rotulagem, observe a data de validade e verifique os cuidados com o armazenamento;
  • Atente-se ao associar medicamentos, pois isso pode diminuir os efeitos ou provocar reações indesejadas e, em caso de alguma reação, informe ao seu médico.

 

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Bebê sem fazer cocô: até que ponto é normal?

Apenas um dos sinais de desenvolvimento do sistema digestivo da criança, mas que pode assustar os papais e mamães. Descubra o que fazer quando o bebê não faz cocô.

Em bebês recém-nascidos o caso pode deixar a situação mais alarmante, mas principalmente pelo fato dos pais de primeira viagem ainda não entenderem até que ponto o bebê sem fazer cocô é normal.

Como é comum nos primeiros anos de vida, logo suspeitamos de que ele pode sofrer de prisão de ventre ou constipação intestinal.

Porém, nem sempre o bebê sem fazer cocô indica uma enfermidade, principalmente se for por apenas alguns dias.

Não há uma regra ou mesmo uma frequência sobre quantas vezes um bebê faz cocô.

Mas, caso ele aparente sentir dor, ter hemorroidas ou apresentar outros machucados no bumbum, pode ser indício de que algo não está certo.

Portanto, será necessária observação para descobrir se é prisão de ventre em bebê ou algum outro quadro.

Afinal, cada organismo tem suas especificações e características e com os pequenos não poderia ser de outra forma.

Mas por que o bebê não faz cocô?

Bebê sem fazer cocô: por que o bebê não faz cocô?

 

Geralmente, o bebê que mais sofre de doenças no intestino é aquele que já deixou de ser alimentado pelo leite materno.

No início, o intestino do recém nascido não funciona perfeitamente e não absorve todos nutrientes.

Então, o bebê faz cocô quase imediatamente após mamar.

Mas, com o desenvolvimento do sistema digestivo, isso tende a mudar entre o primeiro e segundo mês de idade.

Com isso, de forma individual, cada criança começa a criar o seu hábito intestinal.

Por isso, nessa transição, o bebê não faz cocô durante um período maior de tempo.

Durante esse período, os bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno podem ficar sem fazer cocô por um número considerável de dias. Além disso, sem indicar alguma questão negativa.

Já que o leite é um alimento muito nutritivo, ele é muito bem absorvido pelo organismo da criança.

Assim, sobra pouca coisa para ser expelida.

Já os bebês que tomam fórmulas lácteas tendem a fazer cocô uma única vez por dia e com uma consistência firme.

Mas há casos em que o bebê faz uma vez a cada três ou quatro dias.

Ainda assim, essa situação não é considerada anormal. Desde que o cocô não esteja muito duro, saindo em pedaços pequenos e que o bebê sem fazer cocô não aparente desconforto.

Além disso, há outras questões importantes a serem observadas, como: se o bebê está ganhando peso e sinais de que ele esteja mamando corretamente e suficientemente.

Dessa forma, uma criança com o desenvolvimento normal começará a ter um aumento na frequência das evacuações.

Se ele demonstrar outros sintomas como dor, irritação e perda de peso, aí sim pode ser indicativo de doença e constipação.

Nesse caso, procure ajuda de um profissional pediatra para avaliar se é normal o fato do seu bebê não fazer cocô.

Principais causas que o bebê não faz cocô

Como viemos falando ao longo do artigo, cada pequeno tem o seu tempo e seu jeito de fazer cocô.

Então, é preciso bastante atenção quanto à frequência das necessidades fisiológicas dele e também ao aspecto das fezes.

Mas, se você perceber seu bebê fazendo careta de quem está exercendo força e um aspecto de bolinha nas fezes, pode ser um indício de que ele esteja com prisão de ventre.

Por isso, elencamos alguns dos fatores que colaboram para que a criança não evacue corretamente. Confira:

  • Tipo da fórmula – com o sistema digestivo em desenvolvimento, é normal o bebê ter sensibilidade e algumas fórmulas em pó podem atenuar um caso de prisão de ventre.
  • Desidratação – é sempre importante verificar se o bebê está ingerindo líquido suficiente.

Se ele ainda se alimenta exclusivamente de leite materno, aumente a sua ingestão de líquido e se ele já come outros alimentos, dê água ao longo do dia.

  • Auto obstipação infantil – algumas crianças podem associar o ato de defecar como uma ação dolorosa e segurar o cocô.

Assim sendo, converse com o pediatra do seu bebê para ajudá-lo a dissociar o ato de fazer cocô de uma experiência negativa.

  • Introdução de novos alimentos – assim que o bebê começa a comer outras comidas, o intestino pode ficar mais vagaroso e por isso é essencial introduzir alimentos com mais fibras.

Além disso, se o seu bebê não faz cocô e apresenta sintomas como:

  • Vômito;
  • Sangramentos retais;
  • Dormir em excesso;
  • Urinar menos;
  • Falta de apetite;
  • Abdômen distendido

Pode indicar casos mais graves, como uma doença congênita, aquela que já se apresenta por ocasião do nascimento.

Portanto, na apresentação desses sintomas, procure imediatamente ajuda de um profissional pediatra.

A introdução de novos alimentos prejudica o bebê sem fazer cocô?

Bebê sem fazer cocô: novos alimentos prejudicam?

Comumente, a introdução de novos alimentos acontece no sexto mês dos bebês.

Portanto, nesse processo, a prisão de ventre pode começar a ocorrer.

Os sintomas são:

  • Irritabilidade;
  • Abdômen duro, estufado, com gases;
  • Dor de barriga;
  • Traços de sangue nas fezes, provocada pela passagem do cocô ressecado;
  • Cocô duro, em bolinhas pequenas.

Em contrapartida, em alguns casos, um cocô quase líquido, frequente e em pequena quantidade pode também indicar prisão de ventre.

Pois, só ele consegue passar pelas fezes ressecadas no intestino.

Embora não seja agradável ver a criança com esses desconfortos, saiba que a saúde dela não está em risco.

Procure manter a calma, sempre, e lembre que tudo vai passar.

Entretanto, não hesite em procurar ajuda médica caso o problema se mantenha após os seis meses.

Vale reforçar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem antes consultar um pediatra e receber expressa orientação.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea.

O medicamento é um fitoterápico. Ou seja, obtido a partir de derivados vegetais e é usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

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A importância do aleitamento materno para a saúde do bebê e da mamãe

Durante todo o mês de agosto, a campanha Agosto Dourado busca incentivar ações de promoção e conscientização sobre a importância do aleitamento materno.

O aleitamento fortalece o sistema imunológico do bebê, reforçando-o contra diversos tipos de infecções.

Além disso, é também o seu principal alimento, fazendo que ganhe peso e cresça sadio.

Além de diversos benefícios do leite materno para a criança, é a partir desse gesto que a relação maternal começará a se desenvolver.

Toda mulher deve amamentar o recém-nascido com leite materno, salvo alguma contra indicação do pediatra. O leite deve ser ingerido unicamente até o sexto mês de vida.

De acordo com a OMS, somente 38,6% dos bebês brasileiros se alimentam só com o leite da mãe nos primeiros 5 meses de vida.

A partir deste período, o médico que realiza o acompanhamento irá orientar quais novos alimentos podem ser introduzidos na alimentação.

Vale ressaltar que a amamentação é extremamente prática.

Já que o próprio corpo da mulher produz o leite na temperatura correta para o bebê.

Além disso, ele é muito importante para a saúde do recém-nascido, porque nele existem inúmeros anticorpos que a mãe passa ao seu filho, protegendo-o contra diversas doenças.

Se você está com um pequenino a caminho acompanhe o texto com a gente! Vamos apresentar mais sobre a importância do aleitamento materno para a saúde da mamãe e do bebê.

A importância do aleitamento materno para a saúde do bebê

Desde que a mamãe recebe a notícia da gravidez, a saúde do seu bebê torna-se a prioridade da sua rotina.

Não é à toa que elas busquem diversos cursos e um acompanhamento mais rotineiro com o médico para garantir o seu bem-estar e o de seu pequeno.

Nesse sentido, o leite materno é a melhor forma de proteção.

Ele é capaz de evitar infecções, alergias, doenças e até mesmo pequenos incômodos, como a cólica e o estresse.

A amamentação traz inúmeros benefícios para o bebê, como:

  • Fortalece a imunidade – previne doenças comuns nos primeiros meses de vida e, consequentemente, diminui a taxa de mortalidade entre recém-nascidos;
  • Diminui o risco de alergias – a força realizada para sugar o leite materno, auxilia no desenvolvimento dos pulmões dos bebês e, assim, fortalece o órgão contra o risco de alergias;
  • Previne cólicas – o leite materno não fermenta tanto no intestino, por isso é digerido mais rapidamente e não causa tantos gases e cólicas;
  • Ajuda no desenvolvimento cognitivo – como o leite possui gorduras que auxiliam no desenvolvimento dos neurônios e do cérebro, ele facilita o processo de fala e raciocínio;
  • Tranquiliza o bebê – o contato com a mãe faz com que o pequenino se sinta mais seguro e calmo, evitando o choro e a ansiedade.

Os pequenos que amamentam adoecem menos e necessitam de menos atendimentos hospitalares. Em consequência, diminuem as faltas dos responsáveis aos seus compromissos e mantém todos a sua volta mais tranquilos.

Logo, a amamentação pode beneficiar não somente as crianças, mas também sua família e todo ambiente social que a cerca.

Com qual frequência alimentar o recém-nascido?

O bebê deve ser alimentado sempre que desejar. Como o leite materno é rapidamente digerido, o pequenino sentirá muita fome.

Como já comentamos sobre como identificar o choro do seu bebê, ele manda sinais de que está com fome, chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.

Cabe a mamãe permitir que a criança mame até sentir o peito “esvaziar” e, apenas depois, oferecer o outro seio.

É sempre válido ressaltar que o bebê deve ser colocado para arrotar logo após se alimentar. Caso ele fique deitado, coloque-o de lado para que, caso vomite, não corra o risco de engasgar e sufocar.

A importância do aleitamento materno para a saúde da mamãe

Como já dissemos, o bebê e a mamãe recebem diversos benefícios da amamentação.

Logo, é enorme a importância do aleitamento materno para ambos.

Por isso, logo após o nascimento, ainda na sala de parto, alguns médicos já estimulam a amamentação.

A amamentação traz inúmeros benefícios também para a mãe, como:

  • Previne a hemorragia e auxilia na recuperação – a sucção do bebê auxilia na contração uterina e, com isso, também combate a anemia materna;
  • O ato de amamentar reduz a depressão pós-parto;
  • O leite materno é prático – não é necessário se preocupar, pois o leite já tem a temperatura ideal para consumo;
  • Controle de natalidade – a amamentação nos primeiros meses tem uma alta proteção do recém-nascido;
  • Tem um efeito protetor contra o câncer de mama, endométrio e de ovário;
  • Reduz o risco de a mulher desenvolver diabetes tipo ll após a gravidez.

A amamentação é um momento importante para a recuperação e redução de doenças pós-partos nas mamães.

Dessa forma, a relação entre as mães e os bebês é nutrida por um processo natural que protege e auxilia o desenvolvimento saudável dos dois.

Cuidados com o corpo da mulher

Principalmente para as mães de primeira viagem, é comum dores nas mamas, devido as fissuras nos seios. Se o bebê sugar somente o mamilo (bico do seio), a mama acabará machucada.

Por isso, observe o jeito que o bebê pega a mama, pois é um ponto que precisa ser corrigido.

Uma das formas para prevenir e recuperar as fissuras é passar o próprio leite na mama.

Além disso, as reclamações de dores nas costas, no pescoço e nos ombros também são comuns entre quem tem um pequeno recém-chegado em casa.

Por isso, ao amamentar, a mulher deve procurar ambientes tranquilos que ela possa ficar em uma posição confortável.

De preferência com a coluna alinhada e os pés apoiados no chão.

Também podem ser utilizados travesseiros e almofadas para ajudar no apoio do bebê. Ou seja, evitando que a mamãe fique curvada e fazendo força para segurá-lo.

Outra forma de amenizar as dores é a prática de exercícios.

A mãe deve procurar seu médico e pedir que ele indique algumas atividades que atuem diretamente na região da dor e que não causarão complicações no pós-parto.

Por fim, podemos dizer que a maior importância do aleitamento materno é criar um vínculo de saúde e amor com o seu eterno bebê.

Amamente seu filho e acompanhe as indicações do pediatra!

Que tal ajudar outras mamães e papais com o nosso texto?

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Dor de dente em bebê: como identificar e aliviar?

Neste artigo iremos falar sobre dor de dente em bebê. Confira!

Quando os papais e mamães acolhem o seu recém nascido em casa uma das preocupações cotidianas é como identificar o que o bebê está sentindo.

Como eles ainda não falam, o choro é a principal forma de expressarem desconforto ou alguma necessidade. Choro de fome, choro de sono, choro de cólica.

Por isso, é necessário aprender a diferenciar entre as diversas reações do bebê se ele está com algum desconforto, dor ou apenas manha.

Nos primeiros meses de vida, a cólica do bebê é um dos principais sintomas que geram dúvidas nos pais e, claro, bastante incômodo nos pequeninos. Por isso, listamos 4 questões acerca desse inconveniente.

Além da cólica, o nascimento do dente em bebê é outra fase que geralmente tira o sono dos responsáveis.

Nesta época, entre os seis meses e um ano de idade, em que os dentes do bebê começam a nascer, é comum que ele sinta dores nas gengivas e certa dificuldade para comer.

Além disso, ele pode ficar irritado com mais facilidade e colocar os dedos e outros objetos na boca.

Dessa forma, é preciso ficar atento a mudanças na rotina do bebê, tanto alterações físicas quanto comportamentais.

Continue acompanhando esse artigo criado especialmente para te ajudar a identificar e aliviar a dor de dente em bebê.

Como identificar a dor de dente em bebê?

A dor é uma forma do nosso organismo nos avisar que algo não está certo.

Além do quadro da dor ao nascer os dentes, outros sintomas podem ser um alerta.

Assim, caso o recém-nascido apresente febre e inchaço perto do dentinho.

Bem como sintomas psicológicos como irritação e ansiedade, pode ser que a dor esteja fazendo parte de um quadro infeccioso agudo.

Uma vez que o problema do bebê está na boca, um sintoma claro é a salivação excessiva ao contato com algum fator.

Por exemplo, contato com brinquedos e alimentos, que agridem a mucosa oral ou os dentes.

Como aliviar a dor de dente em bebê?

Bebê chorando ilustrando o artigo "Dor de dente em bebê"

Apesar do incômodo ser intenso ao nascer do dente em bebês, alguns métodos simples, e que podem ser realizados em casa, prometem ajudar no alívio da dor.

Por exemplo, alguns mordedores de silicone podem ser armazenados na geladeira e ajudar no alívio da dor.

Além desse, outro método bastante simples é massagear e passar o dedo limpo sobre a gengiva do bebê.

Ao mesmo tempo, procure oferecer alimentos pastosos e mais frios, como uma banana amassada ou um iogurte de frutas.

Caso ainda esteja tomando leite materno, uma boa dica é congelar um pouco do líquido e fazer um picolé. O gelado ajuda a aliviar a dor do nascimento dos dentes em bebê.

Além disso, um banho morno no pequenino próximo a hora de dormir é uma forma eficaz de fazê-lo sentir seguro e, consequentemente, mais calmo possibilitando uma boa noite de sono.

Outras dicas que podem aliviar a dor de dentes em bebês

  1. Dê o seu dedo – como dito anteriormente, o bebê irá procurar algo para morder, e um dedinho limpo à disposição sempre será um ótimo mordedor improvisado.
  2. Tente uma toalha fria – um truque eficaz para aliviar a dor de dente em bebê, é molhar uma flanela, congelá-la por 15 minutos e depois entregá-la ao seu pequeno.
  3. Cuide da imunidade dele – os dentinhos novos podem causar febre e resfriados, por isso é necessário reforçar a imunidade do bebê. Ofereça alimentos ricos em valor nutricional, como frutas e batidos de legumes, evite deixá-lo em ambientes fechados e com aglomerações e, caso ainda esteja amamentando, continue a oferecer o leite materno.
  4. Faça picolé de frutas – basta escolher a polpa de uma fruta, colocar água e deixar congelar em um molde. Eles são super práticos e o seu bebê vai amar.
  5. Dê uma colher gelada – percebeu que coisas geladas aliviam seu pequenino, certo? Basta deixar o utensílio na geladeira por um tempo e entregar ao bebê para acalmar a gengiva.

A prática de alguma dessas dicas pode ajudar a aliviar a dor de dente em bebês.

Mas quanto antes os pais o levarem à odontopediatra, melhor.

Pois, o profissional realizará um trabalho de prevenção, desde o surgimento dos primeiros dentes no bebê.

Além de orientar os pais quanto ao cuidado oral dos pequenos durante essa fase.

Quando começar a cuidar dos dentes do bebê?

Por ser uma fase que representa incômodo, o cuidado com o bebê e a sua higiene bucal deve ser redobrado.

Sendo assim, os primeiros cuidados devem ser tomados antes mesmo do nascimento dos primeiros dentes.

Os responsáveis pelo neném, podem limpar as gengivas, as bochechas e a língua com pano ou gaze úmida duas vezes ao dia.

Bem como, podem utilizar uma dedeira que facilita a higienização bucal do bebê.

Ao passo que os primeiros dentes vão aparecendo, a visita ao odontopediatra se torna indispensável.

Principalmente, para evitar a famosa cárie da mamadeira.

O problema é frequente quando o bebê toma leite à noite e vai dormir sem higienização da sua boquinha.

Os líquidos que têm açúcar permanecem em volta dos dentes e podem causar a cárie. Até mesmo o leite materno e o de fórmulas contém uma porcentagem de açúcar.

Cada fase da dentição exige cuidados especiais, e até os dentes de leite têm papel fundamental para o desenvolvimento da criança.

Por isso, é importante manter os cuidados a medida que a dentição do bebê vai mudando.

Algumas escovas infantis possuem cerdas extra-macias e cabo antideslizante especialmente para auxiliar na hora de escovar os dentinhos.

Nesse sentido, boa parte dos produtos de higiene bucal das crianças possuem desenhos e estampas coloridas e divertidas.

Dessa forma, o momento de higiene pessoal se torna mais especial e auxilia no desenvolvimento da independência do seu filho.

O nascimento dos primeiros dentinhos do bebê é uma fase de transição, mas que demanda cuidados para o bem estar do bebê e de toda a família.

Ao garantir a saúde bucal do seu bebê, o resultado será um sorriso saudável repleto de felicidade.

Curtiu saber mais informações sobre dor de dente em bebê? Então continue de olho no blog do Melpoejo!

Gripe em crianças: sintomas, tratamento e prevenção

Durante o período mais frio, entre os meses de junho e setembro, o tempo mais seco e as oscilações constantes de temperatura são o prato perfeito para o vírus Influenza, responsável pela gripe. E, assim como em nós, a gripe em crianças pode tirar o sono da casa toda.

Como vimos recentemente, as crianças foram um dos públicos alvos da campanha de vacinação contra a gripe.

Como seu sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, e não consegue oferecer uma ação rápida contra o invasor, os pequenos são muito afetados.

Dessa forma, caso o Influenza atinja uma criança, existe uma chance maior do quadro se agravar e evoluir para uma pneumonia ou em outro caso mais grave.

Nesse texto, reunimos os principais sintomas, como tratar a Influenza e qual a melhor forma de prevenir os pequenos. Descubra bons métodos para acabar com a gripe em crianças!

Quais são os principais sintomas?

A gripe é uma infecção dos pulmões e vias aéreas transmitida pelas gotículas de saliva na tosse ou no espirro de uma pessoa que está infectada.

Se seu filho, ou até mesmo você, está gripado, você deve estar se perguntando quando houve contato com alguma pessoa doente.

Os vírus presentes nas gotículas são liberados pelo nosso corpo quando tossimos, espirramos, falamos, etc.

Além disso, o período de contágio da gripe pode começar até dois dias antes dos sintomas ficarem aparentes.

Por isso, muitas vezes o contato com o vírus é inevitável, já que mesmo a pessoa doente pode não saber que está infectada, pois não apresentou os sintomas ainda.

No início, os sintomas como garganta irritada, tosse seca, congestão nasal e dor de cabeça são mais brandos. Conforme a tosse se intensifica, começa a expectoração.

Logo depois, pode aparecer febre alta com calafrios e muita dor no corpo.

Sendo que, a maioria desses sintomas diminui em cerca de três ou cinco dias.

Além disso, é importante  que os responsáveis entendam que gripe e resfriado são diferentes. Apesar dos sintomas serem parecidos, eles são mais fortes na gripe.

Ao contrário da gripe, os resfriados não causam febre e indisposição generalizada.

De qualquer forma, na dúvida, leve seu bebê ao médico para receber orientações e medicá-lo da forma correta.

O agravamento de uma gripe mal cuidada pode evoluir para um quadro de pneumonia.

Isso ocorre quando o corpo está infectado pelo vírus influenza, debilitando os mecanismos de defesa, e deixa o organismo mais suscetível a outras infecções.

Como tratar?

A gripe em crianças é muito comum e, após identificar os sintomas, é ideal iniciar o tratamento desse mal.

Desde já, a criança deve ficar de repouso e evitar qualquer tipo de esforço físico.

Além disso, é fundamental que a criança se mantenha bem hidratada, principalmente nos casos com febre, para evitar a desidratação. Ofereça muito líquido como água, sucos naturais, água de coco.

Bem como criar o hábito de lavar as mãos desde pequeno.

Pois assim você evita que o pequeno fique tão exposto a oportunidades de entrar em contato com o vírus.

Outro ponto importante é impedir que a criança frequente o ambiente escolar durante o período que estiver doente.

Por se tratar, geralmente, de espaços mais fechados e com diversas crianças, a transmissão do vírus Influenza pode ser fácil e rápida.

Além disso, os pequenos amam brincar, colocar os brinquedos na boca e compartilhá-los com todos os seus coleguinhas.

Se você ainda acredita que não vale poupar seu filho de alguns dias na escola, saiba que as crianças transmitem o vírus da gripe pelo dobro do tempo de uma pessoa adulta.

Afinal, evitar que a gripe em crianças se alastre para os coleguinhas de escola é uma forma de gentileza e preservação da saúde e bem estar de todos.

Ajuda médica

Caso acredite ser preciso, busque a ajuda de um profissional pediatra. Ele poderá avaliar seu bebê e indicar medicamentos específicos de acordo com a necessidade.

Se a tosse, seca ou com expectoração, estiver em excesso e gerando incômodo, o médico  pode aconselhar um xarope adequado ao tipo de tosse e à idade da criança.

O Xarope Guaco Melpoejo é recomendado em casos de descongestionamento nasal e também como expectorante, aliviando o peito cheio do bebê.

Fique atento! Não dê nenhum medicamento sem a consulta e expressa orientação de um médico pediatra.

Prevenção

A principal forma de prevenir a gripe em crianças é através da vacinação contra a Influenza.

Ela pode ser oferecida a partir do 1 ano e é gratuita na rede pública para crianças de até 6 anos.

Como o vírus se modifica anualmente e as crianças são um grupo de risco, a vacina deve ser reforçada todos os anos.

Além da vacina, alguns tipos de alimentos na dieta podem ajudar a reforçar o sistema contra o vírus.

A combinação de alimentos nutritivos tem o poder de deixar uma pessoa saudável e com uma imunidade forte.

Durante a gripe é importante aumentar a ingestão de calorias e líquidos. Pois, o corpo aumenta o metabolismo para compensar o desgaste no combate contra a doença.

É comum perdermos o apetite quando estamos gripados e não querermos ingerirmos nada. Por isso, os melhores alimentos para se comer são chás, sopas, frutas e legumes crus ou cozidos que reforçam o sistema e são práticos de serem consumidos.

Além disso, algumas dicas podem ajudar a evitar o contágio da gripe:

  • Lave sempre as mãos;
  • Dê preferência a lenços descartáveis e sempre descarte após o uso;
  • Mantenha o ambiente ventilado;
  • Tente tapar a boca no seu ombro ao tossir e espirrar;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos e talheres;
  • Evite o contato (abraços, beijos, aperto de mão) com a pessoa doente;
  • Fique longe de aglomerações em épocas de muito frio e oscilações de temperatura.

É possível que, mesmo depois de todo tratamento e prevenção, a gripe volte a atacar.

Por isso, é importante trabalhar com o pequenino as medidas de prevenção e cuidados contra a gripe em crianças.

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