Importância da Vacinação Infantil

A conscientização sobre a importância da vacinação infantil é um assunto que, cada vez mais, ganha espaço e é debatido com maior frequência.

Isso porque, doenças que até então eram consideradas erradicadas ou com números pouco significativos, como o sarampo, pólio e rubéola, hoje, voltam a causar preocupação.

O sarampo é o caso mais recente. Neste ano, o país voltou a registrar números expressivos de ocorrência da doença.

Dessa forma, podemos dizer que a vacinação é o principal meio de prevenção para uma série de doenças infecciosas.

Assim, uma alta taxa de cobertura vacinal é a principal forma de evitar quadros de epidemias.

A imunização, principalmente durante a infância e a terceira idade, ajuda na prevenção de doenças e no controle de surtos epidemiológicos.

Mas, mesmo com variados benefícios, a vacinação pode gerar algumas dúvidas e dar “força” a alguns movimentos contrários à sua importância.

Os movimentos anti vacinas vêm desconstruindo a autoridade do profissional da saúde e, assim, contribuído para o questionamento e negação de evidências científicas.

Esses movimentos adquirem maior envolvimento graças à autonomia adquirida pela população para a prática da medicina, baseada em informações deturpadas e sem comprovação encontradas nas mais variadas páginas da internet.

Apesar disso, a vacinação tem em sua principal importância a proteção do nosso corpo contra as mais diversas enfermidades.

Qual a importância da vacinação infantil?

A vacina é uma forma de prevenção a fim de evitar doenças infecciosas, ou seja, precisa ser administrada antes do aparecimento do problema.

Ela pode ser composta por vírus inativados, fragmentos de vírus e também de bactérias que, ao entrarem em contato com o nosso organismo a partir da corrente sanguínea, estimulam uma reação protetora do sistema imunológico.

Dessa forma, nosso corpo produz anticorpos que nos protegem de doenças provocadas por agentes externos.

Portanto, a vacinação é importante para todas as idades. O calendário de vacinação é capaz de orientar quando e quais doses tomar desde o nascimento até a senioridade.

Para o recém-nascido, é ideal conversar com o pediatra e verificar quais vacinas são essenciais para o bebê e em quais unidades as doses podem ser administradas.

Vale dizer, que boa parte das vacinas são disponibilizadas pelo SUS.

Para realizar a imunização, basta procurar um posto de saúde com a caderneta de vacinação em mãos. Mas, mesmo na ausência da caderneta, você pode vacinar.

Nos postos de saúde, ao realizar a vacinação, você recebe um registro de controle da vacinação, permitindo atualizar sua caderneta posteriormente.

Em virtude de sua importância, por documentar a situação vacinal de cada pessoa, ela deve ser guardada junto aos outros documentos pessoais.

Principais vacinas para crianças

Desde o nascimento até os 4 anos de idade, todas as crianças devem ser imunizadas com diversas vacinas, de acordo com a programação do Calendário Nacional de Vacinação.

Em princípio, o ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, caso seu bebê tenha perdido alguma dose, retorne a unidade de saúde para atualizar o quadro de imunização.

A fim de reafirmar a importância da vacinação infantil, vamos falar sobre cada uma das vacinas que os pequenos devem receber.

Ao nascer

Logo ao nascimento, o pequeno recém-nascido deve tomar uma dose única da BCG (Bacilo Calmette-Guerin). A vacina protege contra a tuberculose, principalmente miliar e meníngea.

 

Assim como a BCG, a vacina contra a hepatite B é administrada ainda na maternidade.  Aplicada em dose única, a vacina receberá reforço aos 2, 4 e 6 meses de vida.

2 meses


Nessa fase, deve ser aplicada a primeira dose da vacina pentavalente que protege contra cinco doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções por HiB, como meningite, pneumonia e sinusite.


É aplicada também a primeira dose da VIP (Vacina Poliomielite Inativada) que previne a paralisia infantil.

Além disso, ainda são aplicadas doses da Rotavírus contra a diarréia por rotavírus, e a pneumocócica 10-valente que protege contra a pneumonia, a otite, a meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo.

3 meses

A primeira dose da vacina meningocócica C é aplicada aos três meses e protege contra a meningite C.

4 meses

Esse é o momento de aplicação da segunda dose da vacina pentavalente, VIP, pneumocócica 10-valente (conjugada) e Rotavírus.

5 meses

Aos cinco meses é feita a segunda dose da meningocócica C.

6 meses

No sexto mês de vida, o pequeno bebê irá receber a terceira dose da vacina pentavalente e da VIP

9 meses

Aos nove meses é administrada a dose única da vacina contra a febre amarela

12 meses


Próximo ao primeiro ano de vida do bebê, ele deve receber a dose única da tríplice viral, responsável por prevenir o sarampo, a rubéola e a caxumba. 

Também é realizado o reforço da vacina pneumocócica 10 valente e da meningocócica C.

15 meses

 

Nesse mês, é feito o primeiro reforço da VOP (Vacina Oral Poliomielite) e da DTP, que combatem, respectivamente. a paralisia infantil, a difteria, o tétano e a coqueluche. 

Além da imunização em dose única da Hepatite A e uma nova dose da tríplice viral junto a varicela, a fim de imunizar também contra a catapora.

4 anos

Aos 4 anos de idade, a criança recebe outro reforço das vacinas VOP e DPT. Ela também receberá a Varicela Atenuada.


É importante ficar atento ao Calendário Nacional de Vacinação, pois o Ministério da Saúde o atualiza regularmente, com novas vacinas ou alteração nas doses.

Do mesmo modo, vale dizer que é comum a criança apresentar febre e dor no local, após receber algumas vacinas. 

Em caso de outras reações adversas, bem como, dúvidas que podem vir a surgir sobre a vacinação, converse com o pediatra

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E continue acompanhando os artigos do nosso blog, criados especialmente para o bem-estar das mamães, papais e, claro, dos bebês! 

Referência: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao

JF Vôlei inicia temporada com grupo formado por atletas de “casa”

Após descartar a participação no Campeonato Mineiro 2019, a diretoria do JF Vôlei antecipou o planejamento visando a Superliga B. Desde então, já foram iniciados os treinamentos e a formação do elenco profissional com jogadores residentes em Juiz de Fora e região. O comando técnico segue nas mãos de Marcos Henrique, que completará três temporadas no JF Vôlei – uma com auxiliar e duas como treinador da equipe principal. 

Para Marcos, a decisão em antecipar o início da preparação busca aumentar o tempo de trabalho dos atletas e facilitar a execução das ideias de jogo propostas pela comissão técnica: “O principal objetivo é que os atletas entendam a filosofia do trabalho aos poucos, tendo um tempo maior para isso. Eles serão os transmissores para quem vier depois.”

Reconhecido pelo trabalho desenvolvido nas categorias de base e lapidação de atletas, o JF Vôlei também está oferecendo oportunidade para atletas adultos de Juiz de Fora e região. 

Maurício Bara, diretor técnico do JF Vôlei destaca: “Optamos em ficar de fora do Mineiro, mas entendemos a importância de dar continuidade à equipe. Nesse sentido, fizemos um convite para alguns jogadores da região, que a gente acredita que podem desenvolver um voleibol da melhor maneira possível e serem importantes na formação do elenco para a Superliga B.” 

A formação com atletas residentes em Juiz de Fora e região é o primeiro passo para a disputa da competição nacional, que se inicia na segunda quinzena de janeiro. No segundo momento, provavelmente em dezembro, o grupo será complementado com contratações pontuais.

Elenco do JF Vôlei

Levantadores:

Dérick Nascimento Pinheiro, 21 anos, Matias Barbosa

Isaac Rocha de Lima, 16 anos, Juiz de Fora

Centrais:

Filipe Cipriani, 34 anos, Matias Barbosa

Francis Alberto Rosa dos Santos, 29 anos, Juiz de Fora

Pedro Henrique Rezende, 18 anos, Juiz de Fora

Ponteiros:

Maycon Alan de Melo, 26 anos, Barbacena

Rodrigo Campos Costa, 32 anos, Barbacena

Líbero:

Leonardo Barbosa de Almeida, 30 anos, Juiz de Fora.

JF Vôlei

Grupo reunido após treino da equipe, realizado no SESI. Ainda sem Filipe Cipriani, da esquerda para a direita: Leonardo, Francis, Dérick, Rodrigo, Maycon, Pedro, Isaac e Marcos Henrique

Arte: Ian José/JF Vôlei

 Estão ansiosos para a nova temporada da Superliga? Nós do Laboratório Melpoejo estamos ansiosos e na torcida para os nossos parceiros do JF Vôlei!  

 

O que é um medicamento fitoterápico?

O desenvolvimento da área da saúde possibilita a descoberta de novos medicamentos e tratamentos. Hoje vamos explicar o que é um medicamento fitoterápico, esse que há muito tempo é utilizado por nós e, a cada dia, avança em resultados das mais diversas enfermidades.

O que é um medicamento fitoterápico?

De acordo com a ANVISA, medicamentos fitoterápicos são aqueles obtidos através da utilização exclusiva de matérias-primas ativas vegetais.

Em sua composição pode ser utilizada apenas uma planta, fitoterápico simples, ou podem ser feitas combinações de duas ou mais para desenvolver um determinado ativo, fitoterápico composto.

Como existe uma grande variedade de extratos e matérias que podem ser utilizados a partir dos produtos naturais, a fitoterapia pode auxiliar em diversos quadros como cicatrizantes, anti-inflamatórios, expectorantes, constipação intestinal, tratamentos ortopédicos, entre outras indicações.

Por exemplo, o guaco é naturalmente utilizado no trato de problemas respiratórios devido ao seu efeito broncodilatador e expectorante.

O princípio da planta é utilizado na composição do Xarope Guaco Melpoejo, que também é indicado como broncodilatador e expectorante.

Assim como os medicamentos sintéticos, os medicamentos fitoterápicos também passam por processos farmacêuticos industriais e devem seguir rigorosos processos de controle de qualidade.

Mesmo sendo obtidos de produtos naturais, os medicamentos fitoterápicos devem ter garantia de qualidade, oferecer efeitos medicinais comprovados, composição padronizada e segurança do seu uso para a população.

A qualidade deve ser alcançada mediante a avaliação das matérias-primas, do produto finalizado, materiais de embalagem e conservação da substância.

Por isso, os medicamentos fitoterápicos também precisam de registro na ANVISA, que faz a sua regulamentação e é responsável pela fiscalização das indústrias farmacêuticas.

Dessa forma, que tal conhecermos melhor esses medicamentos, seus efeitos e os cuidados com sua utilização? Confira esse artigo desenvolvido especialmente para te ajudar!

Eficácia dos medicamentos

Agora que sabemos o que é um medicamento fitoterápico, vamos conhecer o proveito de seu uso para a saúde.

Como eles são compostos por substâncias ativas de origem natural, muitos acreditam que sua ação tenha uma velocidade diferente dos medicamentos convencionais.

Porém, a velocidade e intensidade da ação dos remédios fitoterápicos, assim como de qualquer outro medicamento, depende de fatores como:

  • Concentração;
  • Ativos na composição;
  • Dosagem;
  • Regulagem dos horários;
  • Interação com outros medicamentos, bebidas, comidas, entre outros.

Nesse sentido, acredita-se que essa cisma tenha surgido após análise de resultados dos remédios extraídos de plantas, em comparação com os sintéticos.

A possível diferença de resposta dos dois é que os medicamentos convencionais apresentam concentrações de princípios ativos, normalmente, maiores que as dos fitoterápicos.

Ou seja, ambos os medicamentos são eficazes.

Por outro lado, o risco de medicamentos de origem natural ter efeitos adversos é muito menor.

Bem como, a sua ação pode ser melhor em alguns casos do que determinado medicamento convencional.

Mas é necessário ficar atento, pois até mesmo os fármacos fitoterápicos podem apresentar efeitos colaterais e contraindicações.

Portanto, lembre-se de que nenhuma medicação deve ser consumida sem a indicação e consentimento do médico profissional responsável.

Orientação segura

Assim como os outros medicamentos convencionais, os fitoterápicos devem passar por avaliações que comprove a qualidade e eficácia do seu uso.

Por isso, eles podem ser utilizados no trato de diversas enfermidades.

Mas os fitoterápicos devem ser usados com recomendação médica e deve ser informado ao médico profissional.

A preocupação é válida, principalmente para quem toma outros remédios em casa, pois as substâncias presentes nos medicamentos fitoterápicos ou nas plantas podem interagir com outros remédios já utilizados.

À vista disso, uma orientação errada e o mau uso pode ocasionar reações adversas à saúde do paciente.

Vale dizer, que esta precaução deve ser levada também para todos os tipos de medicamentos.

Por esse motivo, alguns medicamentos fitoterápicos só podem ser comprados com receita médica.

Mesmo sendo naturais, as substâncias presentes na composição do fitoterápico são também químicas, com a única diferença de serem produzidas pela natureza.

Portanto, a ação no organismo é a mesma das produzidas em laboratório por manipulação humana.

Especialidades e a Fitoterapia

A fitoterapia não é uma especialidade médica.

Então, todo médico com experiência e conhecimento nesse tipo de medicamento pode receitá-lo para prevenção ou tratamento de doenças, desde que dentro da sua área de atuação.

As seguintes especialidades podem receitar esse tipo de remédio:

  • Clínico Geral – contanto que seja qualificado na área de fitoterapia;
  • Nutricionista – pode receitar produtos fitoterápicos relacionado a sua área de conhecimento;
  • Cirurgião dentista – pode receitar produtos fitoterápicos relacionado a sua área de conhecimento;
  • Farmacêutico – pode receitar apenas medicamentos isentos de prescrição médica, desde que para doenças de baixa gravidade;
  • Enfermeiro – contanto que realiza pós-graduação;
  • Terapeutas (técnicos em acupuntura, podólogos, terapeutas holísticos) – podem recomendar fitoterápicos de venda livre, que não sejam manipulados;
  • Psicólogos e fisioterapeutas – desde que sejam especializados em acupuntura, podem recomendar fitoterápicos de venda livre, que não sejam manipulados.

Dessa forma, é fundamental lembrar que o uso dos fitoterápicos deve seguir orientações de um profissional da área de saúde capacitado e devem ser rigorosamente respeitadas.

Quais cuidados são necessários com o uso de fitoterápico?

Como já dissemos por todo o texto, além de apresentar o que é um medicamento fitoterápico e sua eficácia, devemos tomar alguns cuidados com os fitoterápicos, assim como os medicamentos sintéticos:

  • Consultar um profissional de saúde para orientações e informações, como cuidados especiais com gestantes, lactantes, crianças e idosos;
  • Informar ao médico se está utilizando plantas medicinais ou fitoterápicos, principalmente antes de cirurgias;
  • A bula e rotulagem do produto são de extrema importância para a segurança do tratamento. Por isso, sempre seguir as orientações da bula e rotulagem, observar a data de validade e verificar os cuidados com o armazenamento;
  • Ter cuidado ao associar medicamentos, pois isso pode diminuir os efeitos ou provocar reações indesejadas e, em caso de alguma reação, informe ao seu médico.

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Bula de remédio: orientação segura no uso de medicamentos

Vamos supor que você precisou de um atendimento médico, recebeu todas as orientações e a relação dos medicamentos necessários para continuar seu tratamento. Ao chegar em casa, a primeira coisa que você faz é tomar o comprimido ou ler a bula do remédio?

Provavelmente, você respondeu a primeira alternativa, certo?

Não se preocupe. Muitos médicos e pacientes negligenciam seu valor, algo que pode prejudicar a eficácia do tratamento e até causar efeitos colaterais no paciente.

Como a bula do remédio traz todas as informações detalhadas, com ela em mãos é possível entender melhor os riscos que o medicamento pode trazer e as suas contra indicações.

Além disso, principalmente para quem toma remédios de uso contínuo, a bula é essencial para saber se a mistura de medicamentos pode anular ou alterar o efeito, podendo ocasionar reações adversas.

A cultura de não ler a bula pode ter surgido da antiga forma do informativo, onde o tamanho das letras e o conteúdo eram muito pequenos.

Mas, tendo em vista a importância do impresso, a ANVISA determinou, através da resolução N° 47/2009, que todas as bulas devem ter linguagem simples para que todo cidadão entenda, com clareza, as informações sobre o medicamento.

Mesmo com a resolução vigente, caso o paciente ainda tenha dúvidas deve procurar o próprio médico ou um farmacêutico para lhe ajudar a entender melhor as informações e garantir o uso seguro da medicação.

Além disso, a ANVISA disponibiliza online um banco de dados relacionado à consulta das bulas de remédios, o Bulário Eletrônico.

Pensando em como desmistificar a figura da bula como algo extremamente difícil de compreender, produzimos esse texto. Acompanhe com a gente!

Como entender a bula do remédio

Tendo em vista as informações preciosas que a bula oferece sobre a ação dos medicamentos, entendemos o quão relevante é sua leitura principalmente para solucionar, muitas vezes, dúvidas comuns.

Inicialmente, vamos esclarecer que existem dois tipos de bulas: as que são direcionadas aos profissionais da saúde e as direcionadas aos pacientes.

Sendo indispensável a leitura de ambos como forma de garantir um tratamento eficaz e seguro.

Ainda mais que as informações presentes na bula ddos remédios são regradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o seu desenvolvimento busca informar de forma claro sobre os detalhes que compõe o medicamento.

Dito isso, é interessante verificar as seguintes informações presentes na bula como:

Composição

A composição indicará os principais ativos que compõe a medicação. Bem como, o nome científico de cada um e a sua concentração.

É importante que o paciente verifique se não há nenhum composto que seja alérgico e que possa levar há uma reação.

Juntamente com a concentração do remédio, pois é comum encontrarmos uma variação nas quantidades e as embalagens serem muito similares.

Além disso, indica a forma farmacêutica que está apresentada ali: suspensão, cápsulas, comprimidos, xarope, entre outros.

Indicações

As indicações informam em quais patologias o medicamento será atuante.

Contraindicações

Essa parte deve ser bem analisada pelo profissional médico, pois indica sob quais condições a substância deve ser evitada.

Efeitos colaterais/Reações adversas

O ideal é que a medicação tenha eficácia no tratamento e com o mínimo de reações adversas.

Por isso, devemos checar a bula e sobre reações indesejadas que o uso da medicação pode acarretar.

Posologia

É a indicação da dosagem correta que devemos administrar do remédio.

Interações

Nessa parte, o paciente deve ter extrema atenção a bula, pois ela irá informar se outras medicações, alimentos ou bebidas podem interagir com o remédio e alterar a sua eficácia.

Além disso, conhecer as reações que podem levar a mistura de fármacos. Em alguns casos, esse mix pode conduzir o paciente a quadros graves.

Ah! Não se esqueça que até mesmo os remédios que não necessitam de prescrição têm contraindicações e podem trazer efeitos colaterais.

Ter atenção à bula e lê-la corretamente pode prevenir muitas dores de cabeça para todos os envolvidos no processo.

A importância da bula de remédios para médicos e pacientes

Como você já deve ter percebido é essencial que os médicos e a população consultem a bula do remédio.

A bula destinada aos profissionais contém informações diferentes quando comparada a bula de medicamentos dos pacientes.

Dessa forma, ele só terá acesso a informações que o médico julgar necessário transmitir durante a consulta.

Mas qual o motivo dessa diferença? A interpretação inadequada das informações contidas na bula profissional por parte dos pacientes poderia levar a um sério prejuízo do processo de cura.

Ao ler a bula, o médico garante a indicação correta dos medicamentos, com análise dos sintomas e as contraindicações do medicamento.

Dessa forma, é certo o bom andamento do tratamento e sem alto risco de complicações.

Além das informações apresentadas nesse artigo, o paciente deve estar ciente de alguns detalhes, também informados na bula de remédio, como o armazenamento do medicamento.

Alguns remédios precisam ser armazenados em geladeiras ou em outro ambiente refrigerado. Caso contrário, pode perder o princípio ativo e se tornar ineficaz.

No caso de dúvidas, caso o paciente não tenha acesso à sua bula específica, existe o risco dele fazer interações medicamentosas que prejudiquem a ação do medicamento no organismo, tomar uma dose em excesso ou reduzida e, até mesmo, ter um efeito adverso ao remédio.

Vale lembrar que até mesmo os remédios que são vendidos fora da caixa têm bula. Basta o paciente pedir na farmácia na hora da compra.

Se você, mesmo após ler o artigo, tem dúvidas procure um médico ou um farmacêutico para lhe ajudar a entender as informações e garantir o uso seguro da medicação.

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Gases em bebê: dicas para prevenir e tratar

Os gases em bebê, normalmente, aparecem nas primeiras duas semanas do pequeno. Isso acontece devido ao fato do sistema digestivo dele ainda estar em processo de desenvolvimento. Além disso, é possível evitar ou mesmo diminuir a formação desses gases. Assim, além de prevenir o surgimento de cólicas, que constantemente acompanham os gases.

Pensando nisso, desenvolvemos uma lista de como aliviar essa questão. Exemplo: para aliviar o problema é recomendado que a mãe tenha cuidado com a sua alimentação e faça uma massagem na barriguinha da criança. Assim, é possível diminuir a intensidade do problema e o desconforto causado. Confira mais dicas para ajudar na sua rotina:

1. Massagear a barriga do bebê

A massagem no bebê pode ser uma grande ferramenta de resolução dos gases. Essa prática pode fazer uma diferença direta na qualidade de vida do pequeno ou da pequena.

A dica principal é massagear levemente a barriga do bebê em movimentos circulares. Pois, assim irá facilitar a liberação dos gases que tão incomodam e causam desconforto. Além disso, é aconselhável flexionar com cuidado os joelhos do neném e levá-los contra a barriguinha dele. Assim, criando uma pressão no abdômen da criança e ajudando na liberação dos gases.

2. Preparar adequadamente o leite do bebê

Quando o aleitamento materno é encerrado, mas há o consumo de fórmulas lácteas, é muito importante que esse preparo seja feito com as instruções adequadas. Afinal, o uso inadequado, o preparo errado ou mesmo a falta do consumo da fórmula láctea pode causar gases no bebê e, até mesmo, prisão de ventre.

3. Dar mais água para o bebê

Se o pequeno ou a pequena tem uma alimentação baseada em leite de lata ou mesmo com a introdução de alimentos sólidos é recomendado o consumo de bastante água. Afinal, isso pode ajudar a diminuir os gases em bebê e facilitar em todo o processo de digestão.

4. Preparar corretamente os mingaus

Os gases em bebê podem ser provocados por excesso de farinha no preparo dos mingaus. Então, por isso, deve-se seguir sempre as instruções que vêm no rótulo da embalagem. Além disso, é essencial variar os tipos de mingaus. Exemplo: mingau de aveia que é rico em fibra e ajuda a regular o funcionamento do intestino do neném.

Além de seguir estas dicas, também é importante quando o bebê iniciar a alimentação sólida, dar para ele alimentos ricos em fibras como purês de legumes e frutas como abóbora, chuchu, cenoura, pera ou banana, por exemplo.

5. A mãe deve diminuir a ingestão de alimentos que provocam gases

Para diminuir os gases em bebê que é amamentado a mãe deve experimentar reduzir a ingestão de alimentos que provocam gases como feijão, grão-de-bico, ervilha, lentilha, milho, repolho, brócolis, couve-flor, couve de bruxelas, pepino, nabo, cebolas, maçã crua, abacate, melão, melancia ou ovos, por exemplo.

Agora que você já sabe tudo sobre os gases em bebê, que tal oferecer essas dicas para outros pais? Compartilhe esse artigo nas suas redes sociais e continue de olho no blog do Melpoejo!

Como saber se o bebê está com cólica: principais dúvidas e recomendações

Em suas primeiras semanas de vida é comum que o bebê chore por diversas razões. Exemplo: fome, frio, dor ou, simplesmente, por estar com a fralda úmida. Dentre tantas possibilidades, um dos principais motivos que causam irritação nos bebês são os desconfortos abdominais, mas como saber se o bebê está com cólica?

A princípio, ficamos muito incertos quanto às necessidades do bebê nas primeiras semanas de vida, principalmente os pais de primeira viagem.

Nesse período, o próprio bebê está em uma fase de adaptação, recebendo novas informações o tempo todo, que podem gerar algum incômodo.

Mas quando essa irritação se torna um choro constante, durante longos períodos e mais alto do que o costume, pode indicar que ele está sentindo dor de cólica.

O desconforto normalmente aparece no final da tarde ou durante a noite e, além do choro, acaba atrapalhando o sono.

Dessa forma, o bebê não consegue descansar corretamente e fica ainda mais irritado.

A fim de melhorar o bem-estar de ambos, preparamos esse texto para te ajudar a descobrir quando o bebê está com desconforto abdominal. E como prevenir e formas de aliviar essa dor. Confira!

Como saber se o bebê está com cólica?

Como já dissemos em nosso texto de dúvidas sobre a cólica no bebê, o choro intenso é a principal forma de identificar o desconforto nos pequenos.

Mas se você suspeita que o seu bebê está com cólica, além do choro mais forte e estridente,  fique atento aos seguintes sinais:

  • O rosto fica avermelhado e com expressão de dor;
  • O bebê se contorce, flexionando as perninhas e bracinhos em direção ao abdômen;
  • Os punhos do pequeno ficam cerrados;
  • A barriga fica rígida e o recém-nascido solta gases.

Principais causas do desconforto abdominal

Apesar de causar bastante transtorno para todas as famílias que têm um recém-nascido em casa, as causas das cólicas dos bebês ainda não são certas.

Ao contrário do que muitos pensam, esse incômodo nos bebês não está relacionada ao consumo de leite materno ou outra fórmula.

Outra boa notícia é que essa dor costuma durar apenas até os 6 meses de vida. Então, logo o seu bebê estará livre desse problema.

Acredita-se que a principal causa é a formação do sistema digestivo do bebê que, por ainda estar em desenvolvimento, causa dor e desconforto.

Além disso, é importante cuidar da alimentação do seu pequeno. Pois, caso ele se alimente e não arrote, há risco de gerar refluxo e gases que também causam desconforto.

Ainda por cima, nas primeiras semanas, os bebês ainda estão na fase de adaptação com o novo ambiente, que gera um estímulo muito alto.

Por isso, muitas vezes, eles não choram por se sentirem estimulados com as novidades do ambiente, mas o mínimo desconforto pode ser a gota d’água e gerar uma crise de choro ainda maior.

Como Acalmar o Bebê

Como saber se o bebê está com cólica é o primeiro passo para você conseguir sanar esse desconforto de maneira ideal.

Agora, que você identificou o incômodo e as causas, vamos a algumas ações que podem aliviar a dor e a irritação do bebê:

  • Coloque-o em contato com seu corpo e balance suavemente para tranquilizá-lo;
  • Esfregue as costinhas do bebê com ele de barriga para baixo;
  • Preparar um ambiente com música baixinha e cadeira de balanço pode ajudar a acalmar o pequeno;
  • Leve-o para passear de carro – o movimento pode surtir um efeito calmante.
  • Dê um banho morno em seu bebê.

É importante ressaltar que, às vezes, seu bebê vai chorar independente do que você fizer.

Dessa forma, se o choro continuar, tente usar abordagens diferentes. Caso um dos métodos não funcione em até uma semana, tente o próximo item da lista.

Segurar e confortar o pequeno pode tranquilizar vocês dois. O contato físico aconchega a criança e pode ajudar a acalmá-la.

Após experimentar algumas dessas dicas para acalmar seu bebê, você certamente descobrirá o melhor método para ambos.

Dicas para evitar a cólica

Como a cólica nos pequeninos gera um desconforto intenso e muitas vezes sem explicação aparente, os responsáveis ficam confusos e nervosos na tentativa de aliviar a dor.

A partir disso, pais e familiares começam a buscar informações de como evitar as cólicas nos recém-nascidos.

Alguns pontos citados abaixo podem auxiliar na prevenção. E, também, evitar que o incômodo atrapalhe a sua rotina e o bem-estar do bebê:

  • A alimentação do bebê é um ponto chave a se observar. Sempre que perceber que ele está com fome, alimente-o e force o arroto após cada mamada;
  • O desconforto na região da barriga pode ser ocasionado pela sucção do ar do bebê. Procure sempre se sentar em uma posição ereta ao amamentar e manter sempre o bico da mamadeira repleto de leite;
  • Com muito cuidado, você pode também colocar uma bolsa de água quente na barriguinha da criança. Envolva com toalhas para que ele sinta o alívio proporcionado pelo calor.

Quando procurar um médico?

Caso você tenha realizado todas as dicas e, ainda assim, o choro persistir, talvez esteja na hora de procurar a ajuda de um médico.

O pediatra poderá confirmar se é a cólica ou se existe outra causa para o choro do bebê.

Além disso, os médicos também poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem de dor do pequeno.

De qualquer forma, é sempre importante buscar ajuda profissional quando:

  • O choro é persistente, alto e nada parece acalmar o recém-nascido.
  • Vômitos constantes, perda de peso e mudança na rotina, como o pequeno mamar ou urinar menos que o normal.
  • O bebê apresenta diarreia e/ou sangue nas fezes.
  • Mudanças como o bebê mamando ou urinando menos que o normal

Mamães e papais, lembrem-se que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional médico.

Por isso, converse com seu médico a respeito do Funchicórea. O medicamento é um fitoterápico, ou seja, obtido a partir de derivados vegetais. É usado no tratamento da cólica e prisão de ventre.

Vale lembrar que mesmo que o choro do bebê te deixe apreensivo, com muito amor e cuidado o desconforto será tratado. Então, em breve, vocês estarão com o pequeno de volta ao lar com muita saúde.

Por fim, agora que te ajudamos como saber se o bebê está com cólica. O que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e papais?

Compartilhe em suas redes sociais e fiquei atento nos próximos artigos do blog do Melpoejo!