Amistoso: JF Vôlei vs Escola de Vôlei Barata

Hoje, 24/10, às 19h15, temos amistoso marcado na Universidade Federal de Juiz de Fora – Campus Educação Física – FAEFID, contra a Escola de Vôlei Barata.

O JF Vôlei conta com a participação e apoio da torcida local com a entrada gratuita no evento.

Vale lembrar que o Laboratório Melpoejo apoia a cultura e o esporte da comunidade em que a empresa está inserida!

Amistoso

Como levar remédios em viagem internacional?

Você conhece alguém que sempre viaja com uma farmácia completa dentro da bolsa? São os mais variados tipos de remédios para caso haja necessidade em algum momento. Mas em casos, como viagens para fora do país, é necessária atenção, pois alguns medicamentos têm seu uso restrito. Para facilitar esse momento de pura alegria e tranquilidade, vamos te explicar como levar remédios em viagem internacional.

Entretanto, muito mais que uma forma de prevenção, em algumas situações ter um medicamento na bagagem é uma constante necessidade.

Nestes casos, a preocupação sobre como levar remédios em viagem internacional é ainda maior, pois o corpo tem necessidade de determinada medicação.

Por exemplo, casos de pressão alta, diabetes, asma, entre outros.

Mas, fique atento! Se você tem necessidade do uso contínuo de medicamentos, não esqueça o receituário médico.

Desde que assinado por profissional habilitado, é o documento que atesta a necessidade do uso do medicamento para doenças crônicas.

Só que, cada país estabelece requisitos próprios para a entrada de determinados fármacos e, assim, pode envolver questões diplomáticas.

Por isso, antes de viajar, é relevante se atentar às regras de fiscalização do país de destino, pois a entrada de medicamentos em outros países pode sofrer fiscalização sanitária.

Já no Brasil, os remédios de uso próprio não precisam de autorização, recomenda-se apenas a prescrição médica para comprovar o uso pessoal.

Enquanto para realizar a importação de medicamentos à base de substâncias suspeitas, a apresentação da receita médica e do documento fiscal dos produtos adquiridos no mercado externo é obrigatória.

Como levar remédios em viagem internacional?

Inicialmente, como uma forma de garantir que não haverá problemas durante a viagem, a ANVISA recomenda que os passageiros busquem informações diretamente com a embaixada ou consulado do país de destino.

Assim, o viajante será capaz de saber se medicamentos de um tipo são proibidos ou se a quantidade do medicamento ou da substância que o compõe são limitadas.

Além disso, saber como levar remédios no avião auxilia para que os passageiros não sejam barrados no aeroporto.

Todos os medicamentos estão passíveis de inspeção sanitária.

Mas, ao mesmo tempo, como ter a garantia de que você conseguirá se curar durante a viagem caso passe mal?

Para isso, você pode montar uma “pequena farmácia” com medicamentos básicos e/ou essenciais para levar com você.

Você poderá prepará-la com os principais medicamentos que você tem em casa e de uso constante, mas seguindo algumas regras sobre como levar remédios em viagem internacional.

Dessa maneira, monte sua farmácia particular com:

  • Algodão;
  • Analgésicos;
  • Antitérmico;
  • Curativos adesivos;
  • Esparadrapo;
  • Remédio para enjoo;
  • Remédio para gripe;
  • Remédio para dor de garganta;
  • Remédio para digestão;
  • Remédio para cólicas;
  • Remédio para diarreia;
  • Termômetro.

Regras essenciais de como levar remédios em viagem internacional

Nesse ínterim, a regra que vale para a saída dos medicamentos do Brasil é a seguinte: remédios básicos não precisam de receita, mas remédios controlados – tarjas vermelha ou preta – precisam sim estar acompanhados de receita médica onde conste o nome do passageiro e o carimbo do médico.

Além disso, a Anac  – Agência Nacional de Aviação – orienta a todos os passageiros a mostrarem todos os remédios de uso controlado aos fiscais no momento da passagem pelo raio-x.

Do mesmo modo, recomenda que os medicamentos sejam mantidos em suas embalagens originais e fechadas, salvo o medicamento que será necessário durante o voo.

A fim de evitar maiores problemas, peça ao seu médico que redija uma versão da receita em inglês, para todos os medicamentos que forem carregados em maior quantidade.

Ademais, peça ao seu médico para explicar que você ficará fora por um período “tal” de tempo.

Portanto, precisará de determinada quantidade de medicação.

E, claro, a receita deve conter o nome do passageiro, conforme está no passaporte, e carimbo do profissional que receitou.

Sendo essa, a melhor opção de como levar remédios em avião com tranquilidade.

Como levar remédios em viagem: insulina, medicamentos injetáveis ou cilindro de oxigênio?

Os viajantes que fazem uso de insulina ou medicamentos injetáveis devem levar apenas a dose necessária para uso durante a viagem.

Da mesma forma que os remédios controlados, esse tipo de medicamento deve estar acompanhado com prescrição médica e com a indicação da quantidade que será necessária.

Aliás, as agulhas que serão utilizadas para a aplicação devem estar guardadas em embalagens lacradas e precisam ser apresentadas aos fiscais de segurança do embarque.

Enquanto, no caso da necessidade de transportar um cilindro de oxigênio, é necessário avisar a companhia aérea com até 72 horas de antecedência antes do voo para receber uma maior assistência.

Por isso, o passageiro deve apresentar também laudos médicos que comprovem a necessidade do cilindro na viagem.

Além de utilizar o formulário de informações médicas (MEDIF), fornecido pela companhia aérea.

Da mesma forma, o formulário deve ser utilizado em casos que os medicamentos precisam ser mantidos refrigerados.

Pois, assim que avisada, a empresa irá providenciar espaço em um compartimento refrigerado para transporte dentro do avião.

Como levar remédios em viagens: na mala despachada ou de mão?

Inicialmente, não recomendamos que os medicamentos sejam transportados na mala despachada.

Apesar de os passageiros não encontrarem nenhum tipo de restrição quanto aos medicamentos transportados na bagagem despachada, essa forma pode trazer diversos problemas se tratando de como levar remédios em viagens internacionais.

Pois, assim, você corre o risco de extravio ou dano da bagagem, podendo ficar sem um medicamento importante por dias.

Por isso, priorize levar seus medicamentos na bagagem de mão.

Mas fique atento ao limite de 100 ml por frascos de líquidos levados na bagagem de mão e o total de carregamentos, na bagagem de mão, sem exceder um litro.

Cuidados extras para uma boa viagem

Como já dissemos pelo artigo, além de como levar remédios em viagem internacional, devemos nos atentar a alguns detalhes:

  • Consulte um profissional de saúde para orientações e informações;
  • Não se esqueça de pedir ao médico uma versão inglês da receita;
  • Peça também uma declaração explicando a real necessidade do remédio pelo tempo que ficará fora;
  • A bula do remédio e sua rotulagem são de extrema importância para a segurança do tratamento;
  • Para medicamentos de uso diário, leve uma quantidade extra para o caso a  viagem precise ser adiada;
  • A dipirona sódica é um medicamento que não necessita de receita no Brasil mas é proibida em alguns países.
    Por isso, se você for levar algum medicamento que contenha esse componente, peça receita ao seu médico.

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Como fazer o bebê dormir à noite toda? Veja essas 5 dicas!

Um dos grandes desejos de qualquer mamãe e papai é, desde os primeiros meses de vida, descobrir como fazer o bebê dormir à noite toda.

No entanto, os pais e responsáveis podem encontrar diversas dificuldades para fazer os filhos adormecerem, principalmente à noite.

Nos primeiros dias de vida, boa parte dos bebês só conseguem pegar no sono quando estão aninhados no colo ou após as mamadas.

E, por muitas vezes, os poucos momentos que ficam acordados se dão justamente durante a madrugada.

Dessa forma, para fazer o bebê dormir à noite toda, é importante criar uma rotina para o seu sono.

Segundo estudo apresentado na Revista Veja, bebês que começaram a dormir em quartos próprios antes de completarem quatro meses, dormem, em média, 40 minutos mais.

Vale dizer, que esse processo deve acontecer de forma gradual e que cada criança irá responder de uma forma diferente.

Por isso, para fazer o seu bebê dormir à noite toda é preciso manter a calma e perseverança.

Nesse contexto, vamos explicar como funciona o padrão de sono das crianças e algumas dicas de como fazer o seu bebê consiga dormir a noite toda tranquilamente.

Acompanhe com a gente!

Como é o padrão de sono do bebê?

Os ciclos de sono dos nenéns são mais curtos e a duração do sono profundo é consideravelmente menor.

Assim, os recém-nascidos dormem em torno de 15 a 18 horas por dia e costumam despertar apenas para fazer suas funções fisiológicas.

Dessa forma, vale levarmos em consideração a tabela de necessidade de sono do bebê em cada fase da vida:

  • recém-nascido: 17 horas diárias;
  • 1 mês: 17 horas diárias;
  • 3 meses: 16 horas diárias;
  • 6 meses: 15 horas diárias;
  • 12 meses: 14 horas diárias;
  • 18 meses: 13 horas diárias;
  • 36 meses: 12 horas diárias.


Tabela retirada do site Baby Center Brasil

Mas, lembre-se: cada criança é diferente e a variação do sono de cada uma depende da personalidade, do organismo e do ambiente que as cercam.

Saiba como fazer o bebê dormir à noite toda

Bebê deitado, ilustrando as dicas de como fazer o bebê dormir à noite toda

Nesse ponto, você deve estar se perguntando como fazer o bebê dormir à noite toda, certo? Acredite, é possível aprender como fazê-lo dormir sem dores de cabeça!

Apesar de cada criança possuir um ritmo, existem algumas estratégias que você pode testar, principalmente, pensando no maior conforto do seu pequeno.

Então, anote essas dicas essenciais que selecionamos de como fazer seu bebê dormir à noite toda.

  • Ensine-o a diferença entre o dia e a noite

Como os recém-nascidos não são capazes de diferenciar o dia da noite, é necessário que essas diferenças sejam mostradas gradualmente para o bebê.

Durante o dia, deixe as cortinas e janelas abertas para que a casa se mantenha iluminada e arejada. 

Permita que os sons mais rotineiros, como campainha, telefone, televisão, latidos de cachorro circulem pela casa.

Já à noite, deixe o ambiente onde o neném dorme bem escuro e tranquilo, mantendo uma pequena luz do abajur para os momentos de alimentação.

Dessa forma, o seu pequenino notará que as sonecas do dia são diferentes da noite que, em sua maioria, serão mais quietas.

  • Crie um ritual para a hora de dormir

Mais uma forma de fazer a criança perceber que está no horário de dormir é desenvolver um ritual noturno

Ainda acordado, você pode dar um banho relaxante, contar histórias ou cantar canções, antes de colocá-lo no berço.

O objetivo é acalmar e relaxar o bebê para que ele perceba nesse ritual o que virá em seguida.

Aliás, é preciso realizar esse “ritual” da mesma forma e diariamente para que o pequeno entenda que chegou o momento de descansar.

  • Evite que o bebê pegue no sono no colo

Como dito no início do texto, alguns bebês associam a hora de dormir com o aconchego do colo, fazendo que fiquem dependentes do colo dos pais na hora da soneca.

Como resultado, os pais perdem suas noites de sono quando o bebê acorda durante a madrugada.

Por isso, uma ótima dica de como fazer a fazer o bebê dormir à noite toda é, na hora de dormir, não embalar o neném em seus braços. Deixe-o acordado no berço para que se adapte ao ambiente e passe a sentir-se seguro.

Por conseguinte, só utilize o berço para dormir. Assim, o bebê vai passar a entender que, quando for colocado no berço, será o momento de repousar.

  • Use as “naninhas” a seu favor

É comum que todos os bebês e crianças “adotem” um objeto de estimação, como um brinquedo ou uma mantinha, a famosa “naninha”.

Com o propósito de oferecer segurança e conforto, coloque o objeto junto no berço à noite

Dessa forma, o bebê se sentirá protegido e, caso não veja os pais por preto, volte a dormir sem problemas.

  • Fique atento ao ambiente

Para fazer o bebê dormir a noite toda e ter uma boa noite de sono, um fator essencial é o ambiente que ele tira as sonecas.

Assim, um fator que não deve ser menosprezado é a temperatura do cômodo, mantendo sempre entre 18º e 24º C. 

Nesse sentido, em dias mais quentes, invista em roupas frescas e confortáveis para o seu bebê.

Além disso, você também pode recorrer ao ar-condicionado ou ventilador para refrescar o ambiente.

Por outro lado, nos dias frios, basta vestir seu pequeno com uma roupinha mais quente e meias grossas, sem necessidade de aumentar a quantidade de cobertores ou mantas.

Do mesmo modo, o cheiro forte de alguns produtos de higiene (inclusive aromatizadores) pode causar reações alérgicas e afetar o sono do bebê.

 

Essas são apenas algumas das diversas estratégias de como fazer seu bebê dormir a noite toda.

Contudo, há algumas crianças que dormem menos do que as outras e isso é natural.

Só que é necessário atenção, pois uma criança com dificuldade para dormir pode indicar algo errado.

Em suas primeiras semanas de vida é comum que o bebê chore por diversas razões. Um dos principais motivos que causam irritação nos bebês são as cólicas. No nosso artigo “Como saber se o bebê está com cólica, falamos sobre isso.

Então, caso desconfie que seu filho está dormindo menos do que deveria, procure o seu pediatra.

Leia também: Como acalmar o bebê agitado?

Por fim, agora que te ajudamos como fazer o bebê dormir àa noite toda, o que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e papais?

Compartilhe em suas redes sociais e fiquei atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

Gripe e resfriado: qual a diferença?

Principalmente em períodos de frio e mudanças climáticas, os sintomas da gripe começam a aparecer, ou seriam os sintomas de um resfriado? Você sabe a diferença entre gripe e resfriado?

Para sanar as principais dúvidas, nós do Laboratório Melpoejo desenvolvemos esse artigo pensado especialmente para você. Confira!

Diferença entre Gripe e Resfriado

A gripe se trata de uma infecção do sistema respiratório ocasionado pelo vírus da influenza, que tem um alto potencial de transmissão.

Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas são mais vulneráveis aos vírus.

Com o intuito de prevenir a doença nos grupos de risco, o Ministério da Saúde promove a imunização contra a gripe para toda a população, com prioridade para as seguintes pessoas:

  • Pessoas com mais de 60 anos;
  • Doentes Crônicos;
  • Gestante;
  • Mães no pós-parto;
  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos;
  • Portadores de condições especiais;
  • Professores;
  • Profissionais da Saúde.

A vacina contra a gripe é a melhor e mais segura forma de se proteger contra a doença e suas complicações.

Aliás, a principal complicação é a pneumonia, uma infecção que se instala nos pulmões, sendo responsável por um grande número de internações e levando até em casos de óbito.

De acordo com o Ministério da Saúde, existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. Esse último causa apenas infecções respiratórias tranquilas.

Em contrapartida, os outros tipos de vírus são responsáveis por epidemias sazonais.

Dentre os subtipos de vírus influenza A, atualmente o subtipo A(H1N1) foi responsável pelo surto da Gripe Suína, em 2009.

Em segundo lugar, o resfriado também é uma doença respiratória e, frequentemente, é confundido com a gripe.

Porém, a principal diferença entre ambos os quadros, o resfriado é ocasionado por vírus distintos.

Os mais comuns, segundo o Ministério, são os rinovírus, os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (VSR).

Principais sintomas da gripe

Inicialmente, alguns sintomas podem indicar o início da gripe e surgem de forma súbita, como mal-estar, dor de cabeça, calafrios, dor de garganta, prostração e coriza em excesso.

A doença pode evoluir para sintomas como:

  • Febre;
  • Dor no corpo;
  • Tosse seca;
  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Rouquidão;
  • Olhos avermelhados e lacrimejantes.

A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias.

Apesar de os outros sintomas aliviarem com a progressão da doença, os sintomas respiratórios aumentam e mantêm-se de três a cinco dias após o fim da febre.

Como se transmite a gripe?

A gripe pode ser transmitida de forma direta por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao espirrar, ao tossir ou ao falar.

Além disso, ela também pode ser transmitida por meio indireto pelas mãos que, após contato com superfícies contaminadas, podem carrear o vírus diretamente para a boca, o nariz e os olhos.

O vírus influenza pode permanecer em superfícies por duas a oito horas.

Desse modo, uma dica para evitar a contaminação é, sempre que possível, lavar as mãos e colocar o antebraço na frente antes de tossir ou espirrar, evitando assim que o vírus se propague.

Métodos para prevenir a gripe

Inicialmente, pessoas com gripe devem se manter hidratadas e repousar.

O recomendado é beber bastante água e sucos ricos em vitamina C e antioxidantes, como chá de limão com mel e suco de laranja, para auxiliar no fortalecimento do sistema imunológico e recuperação do organismo.

Além disso, os medicamentos antivirais são essenciais para os grupos de alto risco, pois ajudam a reduzir as complicações decorrentes da baixa imunidade.

Por isso, os medicamentos devem ser administrados precocemente, dentro de 48 horas após o surgimento dos primeiros sintomas.

Em torno de uma semana, a maioria dos pacientes se recupera totalmente.

Nesse sentido, outras atitudes em nosso cotidiano também podem auxiliar para que a gripe não se agrave, como:

  • Agasalhar-se bem;
  • Manter os pés aquecidos;
  • Evitar ambientes fechados;
  • Evitar o consumo de alimentos gelados;
  • Manter o nariz sempre limpo e descongestionado.

Leia também nosso artigo sobre gripe em crianças!

Principais sintomas do resfriado

Apesar dos sintomas do resfriado serem parecidos com os da gripe, eles são mais brandos e, geralmente, tem uma duração menor – entre dois e quatro dias.

Como dito, os sintomas são similares aos da gripe, como tosse, congestão nasal, coriza, fadiga e dor de garganta leve.

Nesse caso, a febre é menos comum e, quando presente, ocorre em temperaturas baixas.

Como se transmite o resfriado?

Já que são transmitidos da mesma forma, as medidas preventivas citadas para evitar a gripe também devem ser adotadas para prevenir os resfriados.

Métodos para tratar o resfriado

No caso do resfriado, como se trata de um quadro mais tranquilo, o recomendado é tomar remédio, apenas quando houver maiores desconfortos causados pela enfermidade.

Assim como nos quadros de gripe, tomar vitamina C pode ajudar a fortalecer os sistema imune e combater os sintomas mais rápido.

Por exemplo, podem ser úteis sucos de laranja, abacaxi, acerola e comer morangos,

O que fazer para evitar a gripe e resfriado?

Como vimos ao longo do texto, o vírus da gripe, assim como do resfriado, podem ser transmitidos diretamente pelo ar.

Ao passo que, para contrairmos as doenças, precisamos entrar em contato com o vírus que foi eliminado por um infectado na hora da tosse, espirro ou durante uma conversa ou contato com objetos contaminados.

Algumas medidas simples no nosso dia a dia podem evitar a contaminação por algum desses vírus

  • Lavar sempre as mãos;
  • Limpar o nariz com lenço descartável;
  • Cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar;
  • Higienizar os objetos antes de levá-los aos olhos, boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Evitar aglomerações e preferir ambientes bem ventilados.

Leia também: Como aliviar a tosse do bebê durante a noite?

Agora você já sabe a diferença entre gripe e resfriado? Compartilhe essas informações com os seus amigos nas redes sociais e continue acompanhando os artigos do Melpoejo!

Importância da Vacinação Infantil

A conscientização sobre a importância da vacinação infantil é um assunto que, cada vez mais, ganha espaço e é debatido com maior frequência.

Isso porque, doenças que até então eram consideradas erradicadas ou com números pouco significativos, como o sarampo, pólio e rubéola, hoje, voltam a causar preocupação.

O sarampo é o caso mais recente. Neste ano, o país voltou a registrar números expressivos de ocorrência da doença.

Dessa forma, podemos dizer que a vacinação é o principal meio de prevenção para uma série de doenças infecciosas.

Assim, uma alta taxa de cobertura vacinal é a principal forma de evitar quadros de epidemias.

A imunização, principalmente durante a infância e a terceira idade, ajuda na prevenção de doenças e no controle de surtos epidemiológicos.

Mas, mesmo com variados benefícios, a vacinação pode gerar algumas dúvidas e dar “força” a alguns movimentos contrários à sua importância.

Os movimentos anti vacinas vêm desconstruindo a autoridade do profissional da saúde e, assim, contribuído para o questionamento e negação de evidências científicas.

Esses movimentos adquirem maior envolvimento graças à autonomia adquirida pela população para a prática da medicina, baseada em informações deturpadas e sem comprovação encontradas nas mais variadas páginas da internet.

Apesar disso, a vacinação tem em sua principal importância a proteção do nosso corpo contra as mais diversas enfermidades.

Qual a importância da vacinação infantil?

A vacina é uma forma de prevenção a fim de evitar doenças infecciosas, ou seja, precisa ser administrada antes do aparecimento do problema.

Ela pode ser composta por vírus inativados, fragmentos de vírus e também de bactérias que, ao entrarem em contato com o nosso organismo a partir da corrente sanguínea, estimulam uma reação protetora do sistema imunológico.

Dessa forma, nosso corpo produz anticorpos que nos protegem de doenças provocadas por agentes externos.

Portanto, a vacinação é importante para todas as idades. O calendário de vacinação é capaz de orientar quando e quais doses tomar desde o nascimento até a senioridade.

Para o recém-nascido, é ideal conversar com o pediatra e verificar quais vacinas são essenciais para o bebê e em quais unidades as doses podem ser administradas.

Vale dizer, que boa parte das vacinas são disponibilizadas pelo SUS.

Para realizar a imunização, basta procurar um posto de saúde com a caderneta de vacinação em mãos. Mas, mesmo na ausência da caderneta, você pode vacinar.

Nos postos de saúde, ao realizar a vacinação, você recebe um registro de controle da vacinação, permitindo atualizar sua caderneta posteriormente.

Em virtude de sua importância, por documentar a situação vacinal de cada pessoa, ela deve ser guardada junto aos outros documentos pessoais.

Principais vacinas para crianças

Desde o nascimento até os 4 anos de idade, todas as crianças devem ser imunizadas com diversas vacinas, de acordo com a programação do Calendário Nacional de Vacinação.

Em princípio, o ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, caso seu bebê tenha perdido alguma dose, retorne a unidade de saúde para atualizar o quadro de imunização.

A fim de reafirmar a importância da vacinação infantil, vamos falar sobre cada uma das vacinas que os pequenos devem receber.

Ao nascer

Logo ao nascimento, o pequeno recém-nascido deve tomar uma dose única da BCG (Bacilo Calmette-Guerin). A vacina protege contra a tuberculose, principalmente miliar e meníngea.

 

Assim como a BCG, a vacina contra a hepatite B é administrada ainda na maternidade.  Aplicada em dose única, a vacina receberá reforço aos 2, 4 e 6 meses de vida.

2 meses


Nessa fase, deve ser aplicada a primeira dose da vacina pentavalente que protege contra cinco doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções por HiB, como meningite, pneumonia e sinusite.


É aplicada também a primeira dose da VIP (Vacina Poliomielite Inativada) que previne a paralisia infantil.

Além disso, ainda são aplicadas doses da Rotavírus contra a diarréia por rotavírus, e a pneumocócica 10-valente que protege contra a pneumonia, a otite, a meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo.

3 meses

A primeira dose da vacina meningocócica C é aplicada aos três meses e protege contra a meningite C.

4 meses

Esse é o momento de aplicação da segunda dose da vacina pentavalente, VIP, pneumocócica 10-valente (conjugada) e Rotavírus.

5 meses

Aos cinco meses é feita a segunda dose da meningocócica C.

6 meses

No sexto mês de vida, o pequeno bebê irá receber a terceira dose da vacina pentavalente e da VIP

9 meses

Aos nove meses é administrada a dose única da vacina contra a febre amarela

12 meses

Próximo ao primeiro ano de vida do bebê, ele deve receber a dose única da tríplice viral, responsável por prevenir o sarampo, a rubéola e a caxumba. 

Também é realizado o reforço da vacina pneumocócica 10 valente e da meningocócica C.

15 meses

Nesse mês, é feito o primeiro reforço da VOP (Vacina Oral Poliomielite) e da DTP, que combatem, respectivamente. a paralisia infantil, a difteria, o tétano e a coqueluche. 

Além da imunização em dose única da Hepatite A e uma nova dose da tríplice viral junto a varicela, a fim de imunizar também contra a catapora.

4 anos

Aos 4 anos de idade, a criança recebe outro reforço das vacinas VOP e DPT. Ela também receberá a Varicela Atenuada.


É importante ficar atento ao Calendário Nacional de Vacinação, pois o Ministério da Saúde o atualiza regularmente, com novas vacinas ou alteração nas doses.

Do mesmo modo, vale dizer que é comum a criança apresentar febre e dor no local, após receber algumas vacinas. 

Em caso de outras reações adversas, bem como, dúvidas que podem vir a surgir sobre a vacinação, converse com o pediatra

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E continue acompanhando os artigos do Melpoejo, criados especialmente para o bem-estar das mamães, papais e, claro, dos bebês! 

Referência: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao

JF Vôlei inicia temporada com grupo formado por atletas de “casa”

Após descartar a participação no Campeonato Mineiro 2019, a diretoria do JF Vôlei antecipou o planejamento visando a Superliga B. Desde então, já foram iniciados os treinamentos e a formação do elenco profissional com jogadores residentes em Juiz de Fora e região. O comando técnico segue nas mãos de Marcos Henrique, que completará três temporadas no JF Vôlei – uma com auxiliar e duas como treinador da equipe principal. 

Para Marcos, a decisão em antecipar o início da preparação busca aumentar o tempo de trabalho dos atletas e facilitar a execução das ideias de jogo propostas pela comissão técnica: “O principal objetivo é que os atletas entendam a filosofia do trabalho aos poucos, tendo um tempo maior para isso. Eles serão os transmissores para quem vier depois.”

Reconhecido pelo trabalho desenvolvido nas categorias de base e lapidação de atletas, o JF Vôlei também está oferecendo oportunidade para atletas adultos de Juiz de Fora e região. 

Maurício Bara, diretor técnico do JF Vôlei destaca: “Optamos em ficar de fora do Mineiro, mas entendemos a importância de dar continuidade à equipe. Nesse sentido, fizemos um convite para alguns jogadores da região, que a gente acredita que podem desenvolver um voleibol da melhor maneira possível e serem importantes na formação do elenco para a Superliga B.” 

A formação com atletas residentes em Juiz de Fora e região é o primeiro passo para a disputa da competição nacional, que se inicia na segunda quinzena de janeiro. No segundo momento, provavelmente em dezembro, o grupo será complementado com contratações pontuais.

Elenco do JF Vôlei

Levantadores:

Dérick Nascimento Pinheiro, 21 anos, Matias Barbosa

Isaac Rocha de Lima, 16 anos, Juiz de Fora

Centrais:

Filipe Cipriani, 34 anos, Matias Barbosa

Francis Alberto Rosa dos Santos, 29 anos, Juiz de Fora

Pedro Henrique Rezende, 18 anos, Juiz de Fora

Ponteiros:

Maycon Alan de Melo, 26 anos, Barbacena

Rodrigo Campos Costa, 32 anos, Barbacena

Líbero:

Leonardo Barbosa de Almeida, 30 anos, Juiz de Fora.

JF Vôlei

Grupo reunido após treino da equipe, realizado no SESI. Ainda sem Filipe Cipriani, da esquerda para a direita: Leonardo, Francis, Dérick, Rodrigo, Maycon, Pedro, Isaac e Marcos Henrique

Arte: Ian José/JF Vôlei

 Estão ansiosos para a nova temporada da Superliga? Nós do Melpoejo estamos ansiosos e na torcida para os nossos parceiros do JF Vôlei!