JF Vôlei anuncia o novo time!

O esquadrão do JF Vôlei está formado. Os 16 atletas que vestirão a camisa do JF Vôlei na Superliga B acabam de ser anunciados. A principal novidade foi o ponteiro argentino Mauricio Viller, de 32 anos. O reforço vem somar seu talento ao JF Vôlei, que mistura juventude e experiência, com atletas passando em várias equipes do Brasil.

“Primeiro traçamos alguns parâmetros, não podíamos fugir muito de um grupo jovem, nossa tônica nos últimos anos. O lugar da nossa equipe no vôlei nacional é de oportunizar chances aos atletas. É um grupo prioritariamente com uma capacidade de ataque muito boa”, destacou o diretor técnico do JF Vôlei, Maurício Bara.

O trabalho segue firme de olho na competição nacional. O alvo é garantir o acesso à Superliga A. Go JF Vôlei!

Conheça toda a formação do nosso esquadrão:

jf volei time

Para conferir outras notícias do JF Vôlei, acesse aqui. 

Como estimular o bebê a andar?

O primeiro ano de vida dos recém-nascidos é definido por diversos marcos do seu desenvolvimento. Sem dúvidas, os primeiros passos é um dos momentos mais significativos para a família. Mas como estimular o bebê a andar?

Normalmente, as crianças começam a andar quando completam o primeiro ano de vida – alguns podem começar a caminhar um pouco antes e outros, um pouco depois. 

Isso porque cada bebê se desenvolve em um ritmo e nunca deve ser comparado. Portanto nada de apressar esse passo, literalmente.

É importante que os pais e cuidadores ajudem o bebê a desenvolver essa habilidade de uma forma leve e com muito afeto.

Pensando nisso, elencamos algumas dicas de como estimular o bebê a andar. Acompanhe com a gente!

Como estimular o bebê a andar? Conheça 5 dicas simples e efetivas

1  – Evite comparações

Já falamos brevemente sobre o tema no início do texto, mas vale reforçarmos que nenhuma mamãe, papai ou responsável deve levar em consideração o período de desenvolvimento de uma criança para tomar como base o crescimento do seu filho

Afinal, não há uma idade certa para a criança andar, e sim um período – entre 10 e 18 meses – para que isso aconteça. 

Ou seja, se o seu filho deu os primeiros passinhos com 1 ano e 2 meses, e o seu sobrinho com 1 ano, não é um indício de atraso neuromotor ou que foi pouco estimulado por você. 

Lembre-se: cada criança é individual e tem seu próprio tempo!

2 – Crie um espaço seguro para a exploração

Você precisa ter em mente que, quando o bebê começar a dar os primeiros passos, ele alcançará lugares que não teve acesso anteriormente. 

Por isso, afaste a mobília, tampe as pontas dos móveis e deixe uma grande área para que ele consiga treinar sem se machucar. 

Além disso, uma boa forma de estimular a exploração é posicionar brinquedos em diferentes pontos do quarto, a fim de incentivar a criança a percorrer maiores distâncias. 

Os pequeninos amam o reconhecimento dos pais! Portanto, no processo de aprendizagem do andar, comemore sempre que ele se aproximar, mesmo que não consiga chegar na distância correta de primeira.

3 – Fique próximo ao bebê 

Assim como no exemplo dos brinquedos, segurar nas mãozinhas do pequeno, ficar na ponta de um percurso para o bebê vir até você, oferecem maior liberdade para ele movimentar-se e, consequentemente, desenvolver a autoconfiança

Isso porque ele se sentirá seguro e terá menos medo de se aventurar. Com o tempo, ele ficará mais treinado e apto a caminhar sem ajuda.

Outra dica durante esse tempo juntos é conversar com o bebê! A voz dos pais acalma e dá mais segurança para os bebês desde quando eles estavam na barriga da mamãe.

4 – Coloque a criança em diferentes texturas de chão

No começo, seu pequeno deve andar em superfícies mais confortáveis como um tapete de borracha ou em um cobertor estirado no chão.

No entanto, com o passar dos meses, ele pode começar a caminhar em outras superfícies e descobrir novas textura.

Só para exemplificar, levar o bebê para conhecer a grama em um parque, curtir um dia na praia e apresentar a areia ou conhecer a extura da terra em um lindo jardim.

Essa é uma forma de estimular os primeiros passos do bebê e ainda aproveitar um dia divertido em família. 

5 – Substitua os sustos por reforço positivo

A criança é capaz de perceber a presença de uma superproteção ou de tensão excessiva relativa aos seus movimentos. 

Por isso, é importante que os responsáveis tenham uma postura tranquila diante de algum machucado ou bagunça feita durante as brincadeiras. 

Mas atente-se em casos de alarme, como vômito ou fraqueza, pois podem indicar que é necessário visitar o pediatra.

Em suma, procure adotar uma postura segura e positiva em relação as atitudes do seu bebê. 

Além disso, convide seu bebê para brincar e crie o hábito de elogiar cada desafio vencido, assim ele ficará mais feliz e seguro para conseguir vencer os próximos.

 

Os primeiros passos do bebê são um marco do desenvolvimento importante para a criança e emocionante para os pais, porque representa um enorme passo em direção à autonomia. 

Dessa forma, esse processo exige cuidado e participação, mas especialmente tranquilidade. Por isso, saber como estimular o bebê a andar também é uma forma de carinho à criança.

Além de auxiliar no crescimento saudável do seu bebê, os momentos juntos de apoio e brincadeiras serão de muito amor, alegria e união!

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O que deixa um bebê irritado? Veja os 7 principais motivos

Nem sempre identificar a causa do choro é uma tarefa fácil, não é mesmo? Para te ajudar, reunimos neste artigo alguns motivos que costumam deixar o bebê irritado. 

Com toda a certeza, cada neném tem a sua própria personalidade. Mas, de um jeito ou de outro, a forma do bebê irritado demonstrar a insatisfação por algo é comum: o choro.

Aliás, quando uma crise de choro é iniciada, as mamães e os papais fazem de tudo para entender o motivo o mais rápido possível.

Nesse sentido, muitas vezes, é possível acalmar o bebê irritado a partir do momento em que a causa dessa reação é descoberta. 

Continue a leitura para conhecer os principais motivos que podem deixar o seu bebê irritado choroso!

7 principais motivos que deixam o bebê irritado

Cólica

Sem dúvidas, as cólicas entram nessa lista.

Esses incômodos costumam atingir bastante os recém-nascidos e bebês até os três meses de idade.

Uma vez que o sistema digestivo do bebê ainda está se acostumando a realizar as funções, eles acabam sofrendo muito com dor de barriga.

Para aliviar esses momentos de cólicas, você pode massagear a barriguinha do pequeno, colocar compressas com água morna e fazer um exercício com as perninhas para liberar gases.

Caso o problema persista, o recomendado é procurar a ajuda do seu pediatra.

Fralda suja

Além da cólica, um outro motivo que também deixa o bebê irritado é ficar com a fralda suja. 

Como a pele dos bebês é mais sensível, ela pode ficar irritada mais facilmente, o que é desconfortante. 

Por isso, é importante checar a fralda do bebê para saber se essa é a causa do choro. 

Fome

De fato, um dos choros mais fáceis de reconhecer pelas mamães e pelos papais é quando o bebê está com fome. 

É só se aproximar da hora da próxima mamada ou papinha que os pequenos já começam a ficar irritados. 

Sendo assim, procure estabelecer uma rotina para as refeições do seu bebê. 

Sono

O sono é um dos principais motivos capazes de deixar o bebê irritado choroso.

Mesmo que os pequenos resistam ao máximo a descansar, eles insistem no choro sem parar.

Uma dica para ajudar o bebê a adormecer com tranquilidade é seguir uma rotina de sono com ele. 

Além disso, um banho morno também pode ser ótimo para acalmar o seu filho.  

Roupas apertadas

Muitas vezes, os bebês não se sentem confortáveis com alguns tipos de roupas, ainda mais quando elas apertam. 

Aliás, roupas apertadas podem machucar a pele sensível do bebê, causando assaduras, por exemplo. 

Dessa forma, vale sempre ficar de olho na hora de escolher as roupinhas

Temperatura

Você sabia que o corpo do bebê demora um pouco para aprender a regular a temperatura depois que nasce?

Por isso, quando recém-nascidos, os bebês podem sentir mais frio. 

Mas é preciso ficar atento à temperatura dos pequenos para acabar não agasalhando em excesso ou de menos. 

Muito barulho e agitação

 

Ambientes muito barulhentos podem não só deixar o bebê irritado, como também atrapalhar a qualidade do sono dele.

Por essa razão, músicas, conversas e aparelhos eletrônicos muito altos podem incomodar bastante os pequenos. 

Nesse sentido, o ideal mesmo é evitar ambientes com essa atmosfera. 

 

Apesar de muitas vezes não ser possível descobrir de imediato o que está deixando o bebê irritado, vale tentar de todas as formas.

Afinal, o bem-estar e a felicidade dos nossos pequenos estão sempre em primeiro lugar!

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Cocô de bebê: tudo sobre cores, frequência e consistência

De fato, a preocupação de mamães e papais de primeira viagem é sobre o cocô de bebê.

Para te ajudar, vamos te apresentar agora tudo o que você precisa saber sobre o intestino dos pequenos. 

Continue a leitura!

Características do cocô de bebê

Antes de tudo, podemos dizer que não existe uma regra que defina como seria um cocô de bebê normal

Mas é importante ficar de olho na evacuação dos pequenos para que o funcionamento do intestino permaneça sempre saudável.

A fim de te ajudar nesse acompanhamento, separamos algumas características para ficar atenta (o).  Veja em detalhes!

Cor

Uma dúvida bastante recorrente é em relação a cor. 

Aliás, vale lembrar que as fezes do pequeno podem variar de tonalidades.

Por exemplo, bebês que se alimentam de leite materno ingerem diferentes tipos de proteínas diariamente, dependendo do que a mamãe consome, o que pode causar essa mudança de cor no cocô.

Por outro lado, os bebês alimentados a leite de fórmula acabam recebendo as mesmas proteínas todos os dias, mas ainda assim, as mais variadas e saudáveis bactérias também podem alterar a cor das fezes. 

Dessa forma, é normal essa variação na cor do cocô de bebê de um dia para o outro. 

Frequência 

Outra preocupação dos pais em relação ao cocô de bebê é a frequência.

Para bebês que ainda recebem o leite materno, uma única evacuação semanal é considerada muito pouco. 

Mas após os seis meses de vida, mais do que quatro evacuações por dia é considerado como muito. 

Ademais, para os pequenos com mais de dois anos de idade, ao menos uma vez por dia é normal. 

Vocês podem ficar tranquilos: a aparência costuma ser mais importante do que a frequência quando o assunto é cocô de bebê. 

Leia também: Dor de barriga em bebê: os tipos mais comuns

Consistência

Bem como a cor e a frequência, um outro ponto levado em conta em relação ao cocô do bebê é a consistência.

As fezes dos pequenos podem ter vários tipos de consistência, desde espessas como uma pasta até queijo cottage ou pudim. 

Ou seja, essa consistência é capaz de variar conforme a alimentação, seja ela pelo leite materno ou leite de fórmula, por exemplo. 

Porém, ao observar que o cocô do seu bebê está mais duro do que o normal, informe ao pediatra. 

Odor

O cheiro também entra na lista das características do cocô de bebê. 

Sem dúvida, o odor está relacionado ao tempo em que as fezes ficam depositadas dentro do intestino.

Por isso, o odor pode ser menos ou mais marcantes. 

É importante saber que quando as papinhas são adicionadas na alimentação esse cheiro pode ser mais forte.

Geralmente, bebês que ainda mamam no peito não costumam fazer fezes de cheiro ruim, enquanto bebês que se alimentam de fórmulas já tendem a evacuar mais fedido.

Quando se preocupar com o cocô de bebê?

Agora você já percebeu que as variações de cores, frequências, consistências e odores de cocô de bebê são muitas, não é mesmo?

No entanto, algumas vezes a aparência das fezes pode sinalizar que é preciso buscar ajuda do seu pediatra. Acompanhe esses casos!

Sangue nas fezes

Ao observar as fezes e constatar sangue nelas, pode ser um alerta para alguma infecção intestinal ou um quadro de inflamação do cólon.

Fezes mais brancas

Neste caso, pode ser um sinal de que o bebê não está produzindo bile suficiente ou uma manifestação de doença no fígado.

Constipação

Aqui, quando as fezes são secas e rachadas, pode significar constipação ou prisão de ventre, mesmo que a frequência da evacuação seja diária. 

Confira mais em: Bebê sem fazer cocô: até que ponto é normal?

Por fim, o que você acha de compartilhar este artigo com outras mamães e outros papais?

Dessa forma, eles também poderão conferir tudo sobre o cocô de bebê.

Desidratação infantil: causas, sintomas e tratamento

A perda d’água pelas crianças é mais frequente e, por isso, o cuidado com a desidratação infantil é essencial.

A chegada do verão é caracterizada por altas temperaturas e, consequentemente, uma maior perda de água pelo nosso corpo. Como as crianças tem um alto gasto de energia e são mais suscetíveis a vírus e bactérias, a desidratação infantil deve ficar no radar das mamães e dos papais.

Dessa forma, neste artigo vamos descobrir mais sobre essa alteração no corpo dos pequenos:

  • Quais as principais causas da desidratação infantil?
  • Como identificar um quadro de desidratação?
  • Como reidratar uma criança? 

Continue a leitura com a gente!

Quais as principais causas da desidratação infantil?

As crianças são cheias de energia e adoram explorar todo o ambiente ao seu redor, para os responsáveis é quase impossível acompanhar tudo que a criança toca e pode levar ao rosto ou a boca.

Por isso, os pequenos têm mais chances de entrarem em contato com vírus e bactérias que podem levar a perda de água pela organismo.

Só para exemplificar, episódios de diarreia, vômitos e excesso de calor ou febre. 

Uma vez que o organismo da criança tem uma proporção maior de água, qualquer perda não corrigida pode levar à desidratação.

Como identificar um quadro de desidratação?

Apesar da desidratação ser comum nos bebês e crianças, os responsáveis devem ficar atentos a sinais que identifiquem qualquer alteração no organismo dos pequenos.

Nesse contexto, os principais sinais de desidratação infantil são:

  • Pele, boca ou língua seca;
  • Afundamento da moleira do bebê;
  • Olhos fundos;
  • Diminuição da frequência urinária;
  • Lábios rachados;
  • Choro sem lágrimas;
  • Fraldas secas há mais de 6 horas ou com urina amarela e com cheiro forte;
  • Criança com muita sede;
  • Irritabilidade ou apatia;
  • Sonolência, cansaço excessivo ou alteração dos níveis de consciência.

Caso os pais estejam em dúvida sobre desidratação do bebê, procure o pediatra.

Ele será capaz de diagnosticar corretamente a origem do problema por meio de exames de sangue e de urina. 

Como reidratar uma criança?

De acordo com a médica Flávia Gallenucri Garcia Moskoski, pediatra do Hospital Beneficência Portuguesa de Santo André (SP), para o Portal Agência Brasil, muitas pessoas pensam que desidratação é uma doença, mas na verdade é um estado de desequilíbrio do organismo, por uma perda de excessiva de líquido.

As crianças têm 75% do seu peso formado por água, enquanto o adulto tem apenas 53%, (para os homens) e 46% (para as mulheres), em média.

Isso significa que, quanto maior a quantidade de gordura no corpo, menor a quantidade de água. 

Esse fato é importante porque, no caso das crianças, qualquer perda de água no corpo vai afetar profundamente o seu peso e o metabolismo.

Portanto, para aliviar os sintomas de desidratação no bebê e na criança é recomendado seguir as dicas a seguir:

  • Quando há diarreia e vômitos, dar o Soro de Reidratação Oral de acordo com a recomendação do médico.
  • Oferecer ao bebê e à criança água, água de coco, leite materno ou fórmula infantil para satisfazer a sede.
  • A alimentação deve iniciar 4 horas depois da reidratação oral, sendo recomendados alimentos de fácil digestão com o objetivo melhorar o trânsito intestinal.

No caso dos bebês que alimentam-se exclusivamente de leite materno, é importante que o aleitamento continue, mesmo quando o bebê apresenta os sintomas de desidratação. 

Já os bebês que consomem fórmulas infantis, é recomendado que seja dado meia diluição durante as duas primeiras doses e, de preferência, em conjunto com o soro de reidratação oral.

A prevenção é o melhor remédio

Cada alteração na saúde dos pequenos parece um grande motivo de preocupação para as mamães, papais e toda a família.

Por isso, a melhor forma de evitar a desidratação infantil é por meio da ingestão de  líquidos e uma alimentação ideal.

No entanto, caso a criança apresente febre ou persistirem os sintomas, recomendamos levar o pequeno ao serviço de saúde mais próximo. 

O pediatra deverá indicar o tratamento adequado, que pode ser feito com apenas soro caseiro ou sais de reidratação em casa ou soro pela veia no hospital, dependendo do grau de desidratação da criança.

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A adolescência dos bebês: descubra como lidar com a “crise dos 2 anos”

Quando você menos espera, o seu bebê tranquilo, engraçadinho e todo amoroso altera o comportamento, fazendo birras, soltando gritos e choros ou se jogando no chão. Mas não se preocupe, essa fase é comum: a adolescência dos bebês chegou

Neste artigo, vamos te apresentar a chamada “crise dos 2 anos” e ajudar você a lidar com esse momento mais turbulento. Acompanhe o artigo!

Afinal, o que é a fase de adolescência dos bebês?

De fato, todas as mamães e papais acabam ficando bastante desconfortáveis quando os pequenos fazem rebeldias em lojas, shoppings ou mercados.

Bem como costumam se chatear também com a desobediência de ordens dadas aos filhos, que agora dizem “não” às solicitações dos pais.

Berrar, espernear, se debater e resistir a todas as regras são comportamentos típicos de bebês que estão se aproximando dos 2 anos de idade.

Aliás, talvez você já tenha ouvido falar na “crise dos 2 anos”, mas não esperava que passaria por essa fase com o seu bebê, principalmente se ele é mais sossegado.

A adolescência dos bebês não é um mito, mas sim faz parte do desenvolvimento das crianças

Por isso, é preciso muita paciência por parte dos pais para enfrentar esse período da melhor forma possível.

Como lidar com a “crise dos dois anos”?

Sabemos que nem sempre é uma tarefa fácil controlar uma crise de birra ou choro do bebê que parece não cessar nunca.

Pensando nisso, separamos algumas dicas para te ajudar a lidar com essa etapa complicada que é a adolescência do bebê. Confira!

1.    Acalme-se: essa fase vai passar!

A primeira orientação é ter calma. Afinal, esse período é passageiro.

Nesse sentido, entender que teimosias e desobediências são partes do desenvolvimento e amadurecimento dos pequenos é muito importante.

A adolescência do bebê é um momento em que o seu filho começa a compreender e desenvolver a consciência de si mesmo, fazendo de tudo para conquistar espaço e chamar a atenção.

Dessa forma, para lidar com situações de rebeldia, o melhor é que os responsáveis mantenham a calma, pois só assim os pequenos podem se acalmar também.

2.    Ajude o seu bebê a lidar com essa fase

Aguardar a crise acabar e conversar com o seu bebê é uma forma de ajudá-lo a lidar com a sua fase de adolescência do bebê.

Além disso, é importante que você demonstre ao seu filho que ele pode confiar em você, valorizando os sentimentos dele.

Ou seja, vale deixar que ele tome algumas decisões simples, incentivar o autoconhecimento e conversar sobre a necessidade de seguir regras e ter comportamentos positivos.

Leia também: Atividades para crianças de 2 anos: aprenda 5 brincadeiras educativas

3.    Lembre-se: você é o adulto!

Por mais que a crise de birra seja intensa, não se esqueça de que você é o adulto e deve tentar manter o controle da situação.

Sendo assim, pense antes de agir e procure não tomar decisões precipitadas, mas sim procurando descobrir qual é a causa da birra.

4.    Evite situações de crise

Muitas vezes conseguimos prever algumas birras dos nossos pequenos. Então, tentar evitá-las é uma boa alternativa.

Uma dica é observar os tipos de situações que costumam gerar esses momentos mais explosivos. Logo, você pode se prevenir melhor para impedi-los.

5.    Deixe claro que ele é amado

Um último ponto fundamental para te ajudar a lidar com a fase de adolescência do bebê é sempre afirmar e demonstrar o quanto o seu filho é amado pela família e amigos.

Mesmo que vocês tenham brigado depois de um momento turbulento, explique ao seu bebê que a atitude dele não foi legal e faça um combinado com ele para que comportamentos assim não voltem a se repetir.

Por fim, abrace-o muito e declare todo o seu amor por ele.


O mais importante é fazer o possível para lidar da melhor maneira com esse período de adolescência do bebê.

Sem dúvida, boas conversas, orientações e apoio são capazes de ajudar papais e crianças a amenizar todas essas situações mais conturbadas, que também fazem parte do desenvolvimento infantil.

Lembre-se: vocês estão juntos nessa!

O que você acha de dividir este artigo com outras mães e outros pais? Assim, eles também poderão conferir essas dicas.

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