JF Vôlei a uma vitória da semifinal da Superliga B!

O JF Vôlei volta à quadra na noite dessa sexta-feira (19), às 19h, para o segundo jogo da série das quartas de final da Superliga B, contra o Niterói Vôlei Clube, na cidade fluminense.

Em caso de vitória do JF Vôlei, a vaga estará garantida na semifinal, em mais um passo rumo à Superliga A. Você poderá assistir esse jogão no Canal Vôlei Brasil

Assista o jogo em: https://www.tvnsports.com.br/videos/superliga-b-jf-volei-niteroi-190321

Comunicado sobre as partidas das quartas-de-final da Superliga B

O JF Vôlei inicia nesta quarta-feira a disputa dos playoffs da Superliga masculina B. A equipe de Juiz de Fora enfrenta o Niterói a partir das 18h, no Colégio Plínio Leite, na cidade fluminense, na primeira partida da série melhor de três das quartas de final do torneio.

Por conta da Covid-19, os três jogos serão em Niterói. A segunda partida está marcada para sexta, a partir das 19h. Se necessária, uma terceira partida será disputada no sábado, em horário a ser definido.

Na primeira fase, os times se enfrentaram, e Juiz de Fora levou a melhor. No dia 27 de fevereiro, pela última rodada da etapa classificatória, os mineiros venceram por 3 a 1, de virada, no Ginásio do Colégio Plínio Leite, em Niterói.

Fonte: GE Zona da Mata

JF Vôlei termina fase classificatória na liderança

Invicto, com 20 pontos, 7 vitórias e apenas 5 sets perdidos na competição, o JF Vôlei venceu mais uma neste sábado (27) e terminou a primeira fase na liderança isolada da Superliga B. Com time bastante modificado, jogo dá moral para elenco. Em Niterói, equipe superou o Niterói Vôlei Clube por 3 sets a 1 (25×23/17×25/19×25/23×25) e agora aguarda a definição das demais partidas adiadas da fase classificatória para conhecer seu adversário nos playoffs, que será a equipe que terminar na oitava colocação.

A primeira fase só vai terminar no dia 10 de março, com partida adiada da primeira rodada entre Aero Clube e Vôlei Futuro. Em seguida, serão definidos os chaveamentos dos playoffs. Com a liderança da competição, o JF Vôlei garante sempre a vantagem de jogar a segunda e, caso seja necessária, a terceira partidas da melhor de três em seu comando, tanto nas quartas como nas semifinais.

“Sete jogos, sete vitórias. 20 pontos, cinco a frente do segundo colocado. Primeiro alvo alcançado com sucesso. A primeira posição na etapa classificatória da Superliga B dá muita confiança, mas o trabalho não para. Seguimos focados e comprometidos para a segunda fase. Pela Superliga A. O JF Vôlei aguarda a conclusão dos demais jogos para confirmar os próximos confrontos”, comenta o coordenador do time, Maurício Bara.

O Laboratório Melpoejo se sente honrado em poder participar desse projeto e deseja que o sucesso continue e a vaga à elite do voleibol venha em breve!

Melpoejo investe em tripé para vencer os desafios da indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica cresce a cada dia devido à demanda cada vez maior por seus serviços. No entanto, estabelecer relações mais próximas com os clientes desenvolvendo uma abordagem centrada no paciente é a forma que o Laboratório Melpoejo encontrou para vencer o tempo e servir a sociedade.

A empresa, que já passou de 95 anos de existência, surgiu em Juiz de Fora, cidade da zona da mata mineira, como uma fabricante de medicamentos fitoterápicos desenvolvidos com carinho e atenção. Os anos se passaram e o comprometimento diário fez com que os produtos da marca se tornassem referência afetiva e de qualidade.

Para garantir a excelência, a indústria evoluiu, e hoje conta com setor produtivo e laboratório de controle de qualidade com equipamentos de alta tecnologia e colaboradores qualificados.

O tripé segurança, qualidade e tradição
Todo o processo de fabricação, seja da Funchicorea® (usado no tratamento das dispepsias intestinais e suas manifestações) ou do Xarope Guaco Melpoejo® (broncodilatador e expectorante), passa por rigorosa fiscalização de segurança, seja no armazenamento de insumos, produção, distribuição e higiene.

A eficácia dos medicamentos produzidos já foi validada mais de uma vez através de estudos científicos indexados e documentados, seguindo os requerimentos exigidos pela Anvisa. A qualidade já foi comprovada publicamente, em veículos de comunicação como programas de TV e entretenimento. “Isso só foi possível por meio do controle minucioso que nossa equipe tem da formulação farmacológica, matérias-primas utilizadas, materiais de embalagem e distribuição, bem como estudos de estabilidade”, explica o diretor Henrique Thielmann.

O poder curativo que as plantas oferecem remete a um passado distante. Por meio de chás ou emplastos, nossos antepassados sempre buscaram nos quintais a resposta para os males do corpo. A pesquisa farmacêutica ajudou a comprovar quais raízes, folhas e flores traziam realmente a cura. A partir dessa biodiversidade da natureza e livres de ativos sintetizados, os produtos fitoterápicos do Laboratório Melpoejo se tornaram tradicionais nos armários das casas dos brasileiros.

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Falta de apetite em crianças: principais causas e dicas do que fazer

Os pequenos passam por uma fase complicada em que rejeitam quase todos os alimentos, até mesmo aqueles que elas costumavam gostar. A falta de apetite em crianças pode ser facilmente solucionada, desde que acompanhada com um profissional pediatra.

No entanto, essa diminuição do apetite merece atenção! Uma vez que os sintomas podem estar ligados a quadros mais graves, é necessário investigar os motivos que levam os pequenos a rejeitarem os alimentos.

Pensando nisso, preparamos este artigo sobre as principais questões ligadas com a falta de apetites em crianças e dicas de como contornar essa situação.

Acompanhe com a gente!

Principais causas da falta de apetite em crianças

Fase de introdução alimentar

Não existe uma idade certa para que as crianças comecem a rejeitar os alimentos. No entanto, essa situação pode iniciar logo nas primeiras fases de introdução alimentar, por volta de 1 a 2 anos de idade.

Isso porque nesse período no qual os pequenos começam a desenvolver um paladar para os sabores e conseguem distinguir aquilo que lhe é gostoso.

Por isso é comum que durante o processo as crianças passem a recusar alguns alimentos.

De qualquer forma, os pais devem estimular hábitos alimentares saudáveis por meio da ingestão de itens nutritivos, como sucos de frutas, papinhas de legumes, entre outros exemplos.

Quadros de gripes e resfriados

Além disso, a falta de apetite em crianças é mais frequente quando estão resfriadas, gripadas ou com amigdalite (inflamação na garganta).

No entanto, assim que o pequeno está recuperado, a fome volta a aparecer. Por isso, fique atento se a falta de apetite persistir.

Nascimento dos dentes

A troca de dentição de leite por dentes permanentes pode provocar muita dor e impedir a criança de conseguir mastigar os alimentos mais sólidos.

Apesar de o incômodo ser intenso durante o nascimento dos dentes do bebê, alguns métodos simples, que podem ser realizados em casa, e alguns remédios anestésicos ajudam a reduzir a dor e a sensação de incômodo.

Porém, lembre-se sempre de conversar com o pediatra do seu pequeno antes de oferecer qualquer tipo de medicamento.

Etapas de crescimento

A alteração na quantidade de apetite pode variar conforme a idade das crianças.

Por exemplo, no primeiro ano de vida elas apresentam um metabolismo intenso, devido ao seu rápido crescimento. Por isso, elas comem bastante e em pequenos intervalos de tempo.

Com o passar do tempo, o crescimento diminui um pouco de intensidade e as crianças ficam mais seletivas.

Dessa forma, o consumo também é reduzido e os pequeninos começam a dar mais trabalho para comer.

Socialização

Fatores externos podem influenciar essa mudança no apetite. A fase de socialização é um exemplo que tem relação com a falta de apetite em crianças.

Na verdade, podemos dizer que ela muda o foco do apetite para as atividades com os amigos, os brinquedos e outras diversões.

Uma vez que ela passa a dar mais atenção ao entretenimento, a alimentação pode ser deixada um pouco de lado.

Dicas de como lidar com a diminuição do apetite das crianças

Algumas práticas simples estimularão as crianças a comerem mais e de forma saudável:

  • ofereça os alimentos que a criança mais gosta;
  • dê quantidades menores de comida e com mais frequência;
  • não engane a criança mascarando os alimentos;
  • estipule horários determinados para as refeições;
  • utilize pratos do tamanho adequado;
  • seja o exemplo para o seu filho;
  • evite oferecer doces e alimentos muito gordurosos;
  • faça uma educação alimentar;
  • utilize estimulantes de apetite, mas somente com recomendação médica.

 

Cada alteração na saúde dos pequenos parece um grande motivo de preocupação para as mamães, papais e toda a família.

Por isso, reforçamos a importância de levar a criança ao pediatra, a fim de obter um diagnóstico certeiro.

O pediatra deverá indicar o tratamento adequado, que pode ser feito apenas com estimulantes alimentares ou com mudanças comportamentais de toda a família.

Assim, será possível restabelecer a saúde e o bem-estar do pequeno o quanto antes.

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Por que os recém-nascidos dormem muito? Entenda!

A vida da mamãe e do papai de primeira viagem é repleta de questionamentos, por exemplo, “por que os recém-nascidos dormem muito?”.

Inclusive, muitos responsáveis acabam se angustiando com as longas horas de sono do bebê que acabam interagindo pouco com o ambiente ao seu redor.

Nesse contexto, vamos explicar como funciona o padrão de sono das crianças e entender juntos por que os recém-nascidos dormem muito. 

Acompanhe com a gente!

Os recém-nascidos dormem muito

É perfeitamente normal que o bebê recém-nascido durma muito nos primeiros meses de vida, principalmente nos primeiros dias.

De acordo com a filial de Goiás da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), no primeiro mês do bebê, o esperado é que ele durma de  expectativa é de que ele durma cerca de 16 horas a 20 horas por dia.

Ou seja, as suas horas acordadas são dedicadas a comunicar-se por meio do choro, mamar, interagir com o ambiente, fazer suas necessidades fisiológicas e voltar a dormir de novo. 

Mas por que o bebê dorme tanto? 

Os ciclos de sono dos nenéns são mais curtos e a duração do sono profundo é consideravelmente menor.

Além disso, o ritmo biológico dos pequenos se repete a cada 3 ou 4 horas, ou seja, não são consecutivas as horas que ele fica desperto.

Dessa forma, vale levarmos em consideração a tabela de necessidade de sono do bebê em cada fase da vida:

  • recém-nascido: 17 horas diárias;
  • 1 mês: 17 horas diárias;
  • 3 meses: 16 horas diárias;
  • 6 meses: 15 horas diárias;
  • 12 meses: 14 horas diárias;
  • 18 meses: 13 horas diárias;
  • 36 meses: 12 horas diárias.

 Tabela retirada do site Baby Center Brasil

No entanto, a tabela não é uma regra geral. Cada criança é diferente e a variação do sono de cada uma depende da personalidade, do organismo e do ambiente que as cercam.

O sono é essencial para o desenvolvimento do recém-nascido

Ao contrário do que algumas mamães e papais acreditam, o sono é essencial para o desenvolvimento e crescimento saudável do bebê.

Segundo a National Sleep Foundation (Fundação Nacional do Sono), dormir é tão importante quanto a alimentação e higiene do bebê, pois além de ajudar no desenvolvimento intelectual, é nesse período de descanso que o corpo libera os hormônios de crescimento.

Enquanto o bebê dorme, o organismo se dedica a desenvolver tanto suas estruturas físicas e seu aspecto psicológico permitindo que seu Sistema Nervoso Central e sua memória sejam bem trabalhadas.

Além disso, dormir influência diretamente no humor do bebê. Por isso, o sono é o principal indicado quando uma criança chora mesmo após ser alimentada e limpa, .

Isso porque a privação do sono pode causar sensação de cansaço e estresse – sintomas que deixam qualquer pessoa facilmente mau humorada.

Cuidados com o sono do seu bebê

Deu para perceber que o sono é extremamente importante para o desenvolvimento do seu filho, certo? 

Sendo assim, é fundamental torná-lo prioridade na rotina da criança e garantir que seja de qualidade.

Oferecer um ambiente seguro e priorizar os momentos de descanso do bebê é fundamental para o seu desenvolvimento.

Contudo, algumas crianças dormem menos e isso é natural. 

No entanto, é necessário atenção, pois uma criança com dificuldade para dormir pode indicar algo errado.

Então, caso desconfie que seu filho está dormindo menos do que deveria, procure o seu pediatra.

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