Como armazenar medicamentos da maneira correta?

Além de manter fora do alcance de crianças e animais, você sabe como armazenar medicamentos de maneira correta? Quando o assunto é remédio, todo cuidado é pouco! Então, até o hábito de manter uma caixinha de remédios em casa pode ser contestado. Afinal, os mesmos podem estragar antes do seu vencimento se não houver um armazenamento correto.

Abaixo, confira dicas sobre como devem ser mantidos os medicamentos:

1.Verificar sempre na bula do medicamento as condições de armazenamento. Pois é nela que estará especificado a temperatura, umidade, se em geladeira ou não

2. Mantenha os medicamentos em lugares secos e frescos, aproximadamente 25 graus celsius, seguros e específicos para este fim. Evite guardar os medicamentos com produtos de limpeza, perfumaria e alimentos.

3. Guarde na geladeira apenas os medicamentos líquidos, conforme orientação de um profissional de saúde. Não guarde medicamentos na porta da geladeira (já que a temperatura pode variar neste local) ou próximo do congelador.

4. Se utilizar porta comprimidos para guardar os medicamentos, deixe somente a quantidade suficiente para 48 horas. Os recipientes devem ser cuidadosamente mantidos limpos e secos. A embalagem original, na maioria das vezes, é a melhor opção.

5. O armazenamento de medicamentos em casa deve ser individualizado para evitar erros e trocas com medicamentos de outras pessoas.

6. Lave as mãos antes de manusear qualquer medicamento e os manuseie em lugares claros. Leia sempre os nomes para evitar trocas.

7. Abra somente um frasco ou embalagem de cada medicamento por vez.

8. Mantenha os medicamentos nas embalagens originais para facilitar sua identificação e o controle da validade.

9. É preciso observar, frequentemente, a data da validade dos remédios. Não consuma medicamentos vencidos e mantenha a receita médica junta a eles.

10. Consulte um farmacêutico caso observe qualquer mudança no medicamento: cor, mancha ou cheiro estranho.

11. Utilize preferencialmente o medidor que acompanha o medicamento. Evite o uso de colheres caseiras. Lave-o após o uso.

12. Não passe o bico do tubo do medicamento em feridas ou na pele quando for utilizar pomadas para não contaminar o medicamento.

13. Não encoste no olho ou na pele o bico dos frascos dos colírios e das pomadas para os olhos.

14. Guarde os medicamentos suspensos ou antigos em local separado, ou mesmo em prateleiras mais altas, dos medicamentos em uso. Para deixar fora de alcance das crianças e separar dos remédios de uso rotineiro ou que estão em validade.

Por fim. Todo cuidado é pouco. Afinal, os remédios são substâncias químicas que devem ser usadas de maneiras e situações adequadas. Respeite essas especificações, isso será bom para você, para a sua saúde e para o seu bolso.

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Laboratório Melpoejo apoia a produção artística regional

Acreditando no poder transformador da arte, o Laboratório Melpoejo consolida-se como empresa cidadã, em uma parceria de sucesso que já há alguns anos acompanha a trajetória artística de Dudu Lima, exercendo responsabilidade social através do patrocínio à arte e a cultura.

Um dos maiores grupos brasileiros de música instrumental, o DUDU LIMA TRIO liderado pelo virtuose instrumentista e compositor mineiro Dudu Lima (contrabaixos, arranjos e direção musical), ao lado de Ricardo Itaborahy (piano, teclados e vocais e Leandro Scio (bateria e percussão), leva o “Som de Minas”, produzido em Juiz de Fora,  a todo o Brasil e ao mundo.

A sonoridade inovadora do Dudu Lima Trio tem encantado as plateias por onde passa de norte a sul do país e do exterior apresentando além de suas composições autorais, releituras com nova roupagem em arranjos jazzísticos para grandes clássicos da música brasileira e internacional, registrados em seus 10 CDs, 6 DVDs lançados,  além de uma edição em Vinil LP exclusiva para colecionadores.

Apresentou-se em 2018 na Itália, Bélgica e República Tcheca e em 2019 segue para uma nova tour pela Europa e Ásia, apresentando o show “Dudu Lima Trio – Som de Minas ao vivo”.

Através do patrocínio cultural o Laboratório Melpoejo apoia expressões artísticas de qualidade e proporciona visibilidade da música instrumental mineira aos mais diversos palcos do mundo.

Alimentos que devem ser evitados durante a amamentação

Antes de falarmos sobre os alimentos que devem ser evitados durante a amamentação, devemos reforçar a importância e o poder do leite materno. Afinal, ele é rico em anticorpos e proteínas e que, o torna o alimento mais completo para o pequeno.

Mas, para que a criança seja alimentada com a quantidade certa de leite materno é importante que a mãe esteja muito bem alimentada. Pois, tudo que é ingerido pela genitora, no período da amamentação, é automaticamente passado para o bebê. Então, alguns alimentos podem ajudar ou não nesse processo.

Pensando nisso, elencamos os alimentos que devem ser evitados, e ou consumidos com bastante moderação, durante a amamentação do seu bebê. Confira a lista!

Alimentos que não devem ser consumidos

  • Bebidas alcoólicas

Talvez seja uma dica óbvia. Mas, é sempre bom afirmar: o álcool não é indicado para quem está amamentando. Além de diminuir a absorção dos nutrientes pela mãe, o álcool também será consumido pelo bebê, podendo deixá-lo mais sonolento, num primeiro momento, além de fazer com que ele fique sem fome, atrapalhando seu ganho de peso. As bebidas também podem destruir as células nervosas da criança.

Alimentos de consumo moderado durante a amamentação

Já nessa lista teremos os alimentos que devem sim ser evitados, mas com possível consumo pontual. Veja:

  • Cafeína

Bebidas que contenham cafeína como o café, chá preto ou mate, energéticos, refrigerantes e o até mesmo o chocolate devem ser consumidos em pequenas quantidades. Pois, a cafeína pode tornar os bebês mais irritados e com dificuldade para dormir. Tome, no máximo, duas xícaras de café por dia.

  • Industrializados

Você já parou para ler o rótulo dos alimentos industrializados vendidos no supermercado? Então, eles estão recheados de produtos químicos como conservantes, corantes e estabilizantes. Prefira, na medida do possível, alimentos frescos e naturais.

  • Alimentos que causam gases

Feijão, brócolis, couve-flor, repolho e batata doce, entre outros, são alimentos que provocam gases intestinais e, por isso, não devem ser consumidos todos de uma única vez. “Se eles te dão gases, é bem possível que o bebê também os tenha após mamar”, alerta Marcelo. Por isso, é importante que você fique atenta às reações que seu filho terá após você consumir esse tipo de alimento. Se perceber que ele apresenta muitas cólicas, talvez seja necessário evitá-los no período de amamentação.

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Prisão de ventre em bebê: o que fazer?

Não há uma regra ou mesmo uma frequência (todos os dias, por exemplo) sobre quantas vezes um bebê faz cocô. Então, será necessária uma observação intensa para descobrir se seu bebê está vivendo um caso de prisão de ventre em bebê. Afinal, cada organismo tem suas especificações e características e com os recém-nascidos não poderia ser diferente.

Prisão de ventre em bebê: como identificar

Como já deu para entender, cada criança tem o seu tempo e seu jeito de fazer cocô. Então, além de ter bastante atenção à frequência das necessidades fisiológicas dele é necessário ficar atento ao aspecto das fezes. Outra questão importante são as caretas. Através delas é possível saber se o neném está fazendo muita força ou não.

Então, se você perceber uma fisionomia de quem está fazendo força mais que a necessária e um aspecto de bolinha nas fezes, é muito provável que o seu bebê esteja com prisão de ventre.

Prisão de ventre em bebê: dias sem fazer cocô

Os bebês que se alimentam exclusivamente de leite materno podem ficar um número considerável de dias sem fazer cocô. E isso sem indicar alguma questão negativa. Já que o leite é um alimento muito nutritivo, ele é muito bem absorvido pelo organismo da criança. Então, sobra pouca coisa para ser expelida.

Mas há questões importantes a serem observadas, como: se o bebê está ganhando peso bem e que haja sinais de que ele esteja mamando corretamente e suficientemente. Além disso, se as fezes estiverem pastosas ou em um aspecto quase líquido, não há motivos de preocupação ou que você procure o pediatra.

Já os bebês que tomam fórmulas lácteas tendem a fazer cocô uma única vez por dia. E com uma consistência firme. Mas há casos de só fazerem uma vez a cada três ou quatro dias. Nessas situações não é considerado anormal. Desde que o cocô não esteja muito duro, saindo em pedaços pequenos. E que o bebê esteja bem calmo e sem aparentar desconforto.

Ressecamento após introdução de novos alimentos

A introdução de novos alimentos, normalmente, acontece no sexto mês da criança. É nesse processo que a prisão de ventre pode começar a ocorrer. Os sintomas são:

  1. Irritabilidade, dor de barriga e desconforto gástrico.
  2. Abdome duro, estufado ao toque, com gases.
  3. Dor de barriga que melhora depois de fazer cocô.
  4. Traços de sangue nas fezes, normalmente devido a fissuras na pele do ânus, provocada pela passagem do cocô ressecado.
  5. Cocô duro, em bolinhas pequenas.
  6. Em alguns casos, um cocô quase líquido, frequente e em pequena quantidade, pode indicar prisão de ventre (porque só ele consegue passar pelas fezes ressecadas no intestino).

Prisão de ventre em bebê: causas

Listamos, abaixo, alguns dos fatores que podem estar colaborando para o estado de intestino preso do bebê. Confira:

  • Tipo da fórmula – Algumas fórmulas em pó podem colaborar com um caso de prisão de ventre, dependendo  da sensibilidade de cada bebê. É importante conversar com o pediatra para trocar a marca ou o tipo da fórmula, já que a presença de probióticos pode aliviar o problema e melhorar a barriga do bebê.

Verifique se a preparação da fórmula esteja sendo feita corretamente. Afinal, a fórmula pode causar constipação (impedir a criança de fazer cocô), além de fazer mal para a saúde do bebê, por sobrecarregar órgãos como os rins.

  • Desidratação – Verifique se o bebê está ingerindo bastante líquido. Se ele ainda se alimenta exclusivamente de leite materno, aumente a sua ingestão de líquido. E é importante entender se a produção de leite é suficiente e se a criança está amamentando bem.

Lembre-se de que um bebê amamentado só tem prisão de ventre se o cocô estiver duro e ressecado, em bolinhas, o que é raro. Se seu filho toma leite artificial, pode dar água nos intervalos das mamadas. Para bebês que já comem outros alimentos, dê água ao longo do dia.

  • Introdução de novos alimentos – Quando o bebê começa a comer outras comidas, o intestino pode ficar mais vagaroso. Um dos maiores culpados é o cereal (mingau) de arroz, que prende o intestino e tem pouca fibra.

É melhor introduzir, com a ajuda do pediatra, alimentos com mais fibras. Conheça os alimentos que prendem e soltam o intestino. Veja um vídeo sobre como lidar com um bebê com prisão de ventre.

  • Auto obstipação infantil – Pode acontecer também de a criança, quando cresce, começar a segurar o cocô, por associar o ato de defecar com algo doloroso (pode ser que uma vez tenha doído). Isso é mais comum de acontecer com crianças mais velhas, principalmente quando começa o desfraldamento.

Nesse caso é preciso conversar com o pediatra para adotar uma estratégia que faça a criança dissociar o ato de fazer cocô de uma experiência dolorosa. O médico pode receitar algum tipo de laxante leve, ou uma alimentação laxativa.

Em casos bem mais raros, a prisão de ventre pode ser causada por uma doença, por alergia alimentar ou algum problema congênito, que só o médico saberá avaliar.

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Cólica do bebê: 4 respostas que todas as mães procuram

A cólica do bebê é um dos principais sintomas que geram dúvidas nos pais e, claro bastante incômodo nos bebês. Por isso, vamos sanar neste blog 4 questões acerca dessa dor. Confira!

1. Bebê chorando: como identificar se é cólica?

A cólica incomoda muito os bebês e causa um choro intenso. Porém, a primeira boa notícia é que isso não causa problemas a longo prazo para a criança. Para sanar o sintoma, muitas famílias têm dúvidas sobre como identificar o choro de cólica.

Primeiramente, se o bebê com menos de cinco meses chora durante mais de duas horas, mais de três vezes na semana, com uma expressão de sofrimento, a chance de ser cólica é alta.

Quando a cólica costuma aparecer

O surgimento da cólica costuma ser em torno de duas a três semanas após o parto. Já no caso dos bebês prematuros, contamos como duas a três semanas depois do dia previsto para o nascimento.

O choro por diferentes motivos nos primeiros meses de vida é comum, porém, o da cólica é ininterrupto. Por exemplo, algumas vezes o recém nascido chora por querer carinho e ficar perto da mãe. Ou seja, quando ganha colo, o choro termina. O mesmo ocorre quando eles sentem fome. No caso da cólica, essa pausa não acontece.

Outro ponto que pode ajudar os pais a identificarem é que o choro de cólica costuma ser mais alto que o normal. Além disso, ele pode começar ou terminar de uma hora para outra.

2. Por que a cólica surge?

Ao contrário do que muitos pensam, a cólica nos bebês não está relacionada ao consumo de leite materno ou outra fórmula. Então, as mães que não podem amamentar não precisam se culpar por essa dor em seus filhos. Isso porque cerca de um quinto dos bebês têm esse sintoma.

Outra boa notícia é que essa dor costuma durar apenas até os 6 meses de vida. Então, logo o seu bebê estará livre desse problema.

Mas vamos ao mais importante: os motivos pelos quais os bebês têm cólica. Não há indícios exatos, mas as explicações abaixo são unanimidades entre muitos médicos:

  • A primeira causa do desconforto pode o sistema digestivo do bebê que ainda não está completamente formado.
  • Outra razão para o bebê sentir cólica pode ser o refluxo, que faz com que a criança tenha o desconforto.
  • Os gases também podem gerar o incômodo.
  • Nas primeiras semanas, os bebês ainda estão na fase de adaptação com o novo ambiente, que gera um estímulo muito alto. Por isso, muitas vezes, eles choram por não se acostumarem às novas informações. Dessa forma, um mínimo desconforto pode gerar uma crise de choro ainda maior.
  • Caso o bebê tenha alergia ao leite materno ou à fórmula que consome, isso pode gerar a cólica.
  • Exposição à fumaças, principalmente a do cigarro, faz mal ao bebê e pode causar a dor.

3. Sintomas da cólica nos bebês: saiba como identificar

Um fator muito comum na cólica é seu surgimento no fim da tarde e durante a noite. Há ainda casos em que os bebês sentem tanto desconforto que choram bastante também durante o dia.

Então, o primeiro sintoma da cólica do bebê não poderia ser outro. O choro é uma das principais formas de identificar. Isso porque ele acontece de maneira muito intensa, o que torna difícil a tarefa de tranquilizar a criança.

O segundo ponto a ser observado é o da linguagem corporal do bebê. Quando está com esse incômodo, o recém nascido recolhe as pernas na direção do abdômen. Além disso, ele arqueia as costas para trás, revezando os movimentos de se esticar e se espremer durante o choro.

Por fim, outro sintoma é de soltar gases. Muitas vezes, enquanto está com cólica, a criança faz isso enquanto chora.

4. Como acalmar o bebê com cólica: saiba o que você pode fazer

Para saber a melhor forma de acalmar o bebê com cólica, é preciso identificar a causa da cólica. Mostramos nos itens 2 e 4 quais são e como diferenciar cada um. Agora, você vai entender como sanar esses problemas.

1. Sistema digestivo imaturo

Com esse fator, o bebê pode ter reações a algumas substâncias presentes no leite ou fórmulas infantis. Então, caso a mãe esteja amamentando, pode analisar se a sua alimentação pode causar cólica no bebê. Para isso, é importante ter a ajuda do profissional de saúde que acompanha a gestação e infância.

Dentre os componentes que podem causar gases nas mães e, consequentemente, cólica nos bebês, estão:

  • Leite
  • Chocolate
  • Brócolis
  • Couve-flor
  • Repolho
  • Feijão
  • Cebola
  • Alimentos apimentados

Já no caso das fórmulas, caso esteja provocando alguma reação, o pediatra é quem vai indicar uma nova.

2. Sistema nervoso imaturo

Lembra sobre o que falamos a respeito da adaptação do bebê aos estímulos de seu novo ambiente? Nessa situação, caso você perceba que o incômodo não está relacionado a nada na barriga, essa pode ser a razão do choro.

Por isso, recomendamos que você coloque a criança no colo de forma bem aconchegante. Isto é: enrolada por uma manta ou até mesmo com o acessório canguru. Movimentá-lo, seja no colo ou no carrinho, também pode aliviar o choro.

Além disso, em alguns casos, um banho morno é perfeito para fazer com que o bebê relaxe.

3. Gases

Para aliviar ou evitar que o bebê sofra com a cólica no caso de gases, o primeiro passo é facilitar que ele arrote após a mamada. Outra dica é que a mãe não deixe a cabeça do bebê deitada ao amamentar, pelo menos nesses primeiros meses de vida.

Caso o bebê use também mamadeira, verifique se ele não está engolindo ar. Para isso, mantenha sempre o bico do acessório repleto de leite.

Os medicamentos fitoterápicos, receitados pelo pediatra, pode ser um bom aliado nesses casos. Por fim, você pode também colocar uma bolsa de água quente na barriguinha da criança. Claro, com muito cuidado para não queimar a pele sensível do bebê. Envolva com toalhas ou fronhas de travesseiro para que o recém nascido sinta apenas o alívio da temperatura mais quente, e não mais incômodo.

Leia mais: Bula do Funchicórea.

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Laboratório Melpoejo e JF Vôlei: uma parceria de sucesso

O Laboratório Melpoejo se orgulha de ser uma empresa juiz-forana. E é nesse carinho pela cidade, que são construídos vários vínculos importantes. Um exemplo disso é a parceria com o JF Vôlei, equipe de voleibol masculino  que disputa a Superliga B Brasileira de Voleibol Masculino.

A amizade entre as duas instituições tem como objetivo fomentar o esporte na cidade e região. E contribuir na construção do posicionamento de ambas as marcas.

JF Vôlei e a cidade de Juiz de Fora

O time nasceu em 2008 com o objetivo de representar a cidade nos cenários estadual e nacional do voleibol masculino. Além da equipe competitiva, o projeto desenvolve dois núcleos de iniciação ao esporte em escolas públicas de Juiz de Fora (Bairros São Pedro e Bandeirantes). Os treinamentos acontecem no SESI e na Universidade Federal de Juiz de Fora, no complexo da Faculdade de Educação Física e Desporto.

Laboratório Melpoejo e a equipe

Em julho de 2018, através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, o Laboratório Melpoejo iniciou uma proveitosa parceria com o JF Vôlei. A idéia é poder doar até 3% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). 

A iniciativa surgiu de uma vontade calorosa da empresa em fomentar a prática de esportes. E também, incentivar movimentos positivos da cidade.

Próximos passos juntos


Então, como foi dito no começo do texto, a equipe vem trabalhando e se esforçando para seguir e crescer na Superliga B Brasileira de Voleibol Masculino. Essa evolução também é muito positiva para o Laboratório. Pois, assim a marca seria levada de maneira assertiva para um maior cenário nacional. E é claro, o incentivo e suporte ao esporte brasileiro são questões de extrema importância para a existência da parceria.