Cocô de bebê: tudo sobre cores, frequência e consistência

De fato, a preocupação de mamães e papais de primeira viagem é sobre o cocô de bebê.

Para te ajudar, vamos te apresentar agora tudo o que você precisa saber sobre o intestino dos pequenos. 

Continue a leitura!

Características do cocô de bebê

Antes de tudo, podemos dizer que não existe uma regra que defina como seria um cocô de bebê normal

Mas é importante ficar de olho na evacuação dos pequenos para que o funcionamento do intestino permaneça sempre saudável.

A fim de te ajudar nesse acompanhamento, separamos algumas características para ficar atenta (o).  Veja em detalhes!

Cor

Uma dúvida bastante recorrente é em relação a cor. 

Aliás, vale lembrar que as fezes do pequeno podem variar de tonalidades.

Por exemplo, bebês que se alimentam de leite materno ingerem diferentes tipos de proteínas diariamente, dependendo do que a mamãe consome, o que pode causar essa mudança de cor no cocô.

Por outro lado, os bebês alimentados a leite de fórmula acabam recebendo as mesmas proteínas todos os dias, mas ainda assim, as mais variadas e saudáveis bactérias também podem alterar a cor das fezes. 

Dessa forma, é normal essa variação na cor do cocô de bebê de um dia para o outro. 

Frequência 

Outra preocupação dos pais em relação ao cocô de bebê é a frequência.

Para bebês que ainda recebem o leite materno, uma única evacuação semanal é considerada muito pouco. 

Mas após os seis meses de vida, mais do que quatro evacuações por dia é considerado como muito. 

Ademais, para os pequenos com mais de dois anos de idade, ao menos uma vez por dia é normal. 

Vocês podem ficar tranquilos: a aparência costuma ser mais importante do que a frequência quando o assunto é cocô de bebê. 

Leia também: Dor de barriga em bebê: os tipos mais comuns

Consistência

Bem como a cor e a frequência, um outro ponto levado em conta em relação ao cocô do bebê é a consistência.

As fezes dos pequenos podem ter vários tipos de consistência, desde espessas como uma pasta até queijo cottage ou pudim. 

Ou seja, essa consistência é capaz de variar conforme a alimentação, seja ela pelo leite materno ou leite de fórmula, por exemplo. 

Porém, ao observar que o cocô do seu bebê está mais duro do que o normal, informe ao pediatra. 

Odor

O cheiro também entra na lista das características do cocô de bebê. 

Sem dúvida, o odor está relacionado ao tempo em que as fezes ficam depositadas dentro do intestino.

Por isso, o odor pode ser menos ou mais marcantes. 

É importante saber que quando as papinhas são adicionadas na alimentação esse cheiro pode ser mais forte.

Geralmente, bebês que ainda mamam no peito não costumam fazer fezes de cheiro ruim, enquanto bebês que se alimentam de fórmulas já tendem a evacuar mais fedido.

Quando se preocupar com o cocô de bebê?

Agora você já percebeu que as variações de cores, frequências, consistências e odores de cocô de bebê são muitas, não é mesmo?

No entanto, algumas vezes a aparência das fezes pode sinalizar que é preciso buscar ajuda do seu pediatra. Acompanhe esses casos!

Sangue nas fezes

Ao observar as fezes e constatar sangue nelas, pode ser um alerta para alguma infecção intestinal ou um quadro de inflamação do cólon.

Fezes mais brancas

Neste caso, pode ser um sinal de que o bebê não está produzindo bile suficiente ou uma manifestação de doença no fígado.

Constipação

Aqui, quando as fezes são secas e rachadas, pode significar constipação ou prisão de ventre, mesmo que a frequência da evacuação seja diária. 

Confira mais em: Bebê sem fazer cocô: até que ponto é normal?

Por fim, o que você acha de compartilhar este artigo com outras mamães e outros papais?

Dessa forma, eles também poderão conferir tudo sobre o cocô de bebê.

Desidratação infantil: causas, sintomas e tratamento

A perda d’água pelas crianças é mais frequente e, por isso, o cuidado com a desidratação infantil é essencial.

A chegada do verão é caracterizada por altas temperaturas e, consequentemente, uma maior perda de água pelo nosso corpo. Como as crianças tem um alto gasto de energia e são mais suscetíveis a vírus e bactérias, a desidratação infantil deve ficar no radar das mamães e dos papais.

Dessa forma, neste artigo vamos descobrir mais sobre essa alteração no corpo dos pequenos:

  • Quais as principais causas da desidratação infantil?
  • Como identificar um quadro de desidratação?
  • Como reidratar uma criança? 

Continue a leitura com a gente!

Quais as principais causas da desidratação infantil?

As crianças são cheias de energia e adoram explorar todo o ambiente ao seu redor, para os responsáveis é quase impossível acompanhar tudo que a criança toca e pode levar ao rosto ou a boca.

Por isso, os pequenos têm mais chances de entrarem em contato com vírus e bactérias que podem levar a perda de água pela organismo.

Só para exemplificar, episódios de diarreia, vômitos e excesso de calor ou febre. 

Uma vez que o organismo da criança tem uma proporção maior de água, qualquer perda não corrigida pode levar à desidratação.

Como identificar um quadro de desidratação?

Apesar da desidratação ser comum nos bebês e crianças, os responsáveis devem ficar atentos a sinais que identifiquem qualquer alteração no organismo dos pequenos.

Nesse contexto, os principais sinais de desidratação infantil são:

  • Pele, boca ou língua seca;
  • Afundamento da moleira do bebê;
  • Olhos fundos;
  • Diminuição da frequência urinária;
  • Lábios rachados;
  • Choro sem lágrimas;
  • Fraldas secas há mais de 6 horas ou com urina amarela e com cheiro forte;
  • Criança com muita sede;
  • Irritabilidade ou apatia;
  • Sonolência, cansaço excessivo ou alteração dos níveis de consciência.

Caso os pais estejam em dúvida sobre desidratação do bebê, procure o pediatra.

Ele será capaz de diagnosticar corretamente a origem do problema por meio de exames de sangue e de urina. 

Como reidratar uma criança?

De acordo com a médica Flávia Gallenucri Garcia Moskoski, pediatra do Hospital Beneficência Portuguesa de Santo André (SP), para o Portal Agência Brasil, muitas pessoas pensam que desidratação é uma doença, mas na verdade é um estado de desequilíbrio do organismo, por uma perda de excessiva de líquido.

As crianças têm 75% do seu peso formado por água, enquanto o adulto tem apenas 53%, (para os homens) e 46% (para as mulheres), em média.

Isso significa que, quanto maior a quantidade de gordura no corpo, menor a quantidade de água. 

Esse fato é importante porque, no caso das crianças, qualquer perda de água no corpo vai afetar profundamente o seu peso e o metabolismo.

Portanto, para aliviar os sintomas de desidratação no bebê e na criança é recomendado seguir as dicas a seguir:

  • Quando há diarreia e vômitos, dar o Soro de Reidratação Oral de acordo com a recomendação do médico.
  • Oferecer ao bebê e à criança água, água de coco, leite materno ou fórmula infantil para satisfazer a sede.
  • A alimentação deve iniciar 4 horas depois da reidratação oral, sendo recomendados alimentos de fácil digestão com o objetivo melhorar o trânsito intestinal.

No caso dos bebês que alimentam-se exclusivamente de leite materno, é importante que o aleitamento continue, mesmo quando o bebê apresenta os sintomas de desidratação. 

Já os bebês que consomem fórmulas infantis, é recomendado que seja dado meia diluição durante as duas primeiras doses e, de preferência, em conjunto com o soro de reidratação oral.

A prevenção é o melhor remédio

Cada alteração na saúde dos pequenos parece um grande motivo de preocupação para as mamães, papais e toda a família.

Por isso, a melhor forma de evitar a desidratação infantil é por meio da ingestão de  líquidos e uma alimentação ideal.

No entanto, caso a criança apresente febre ou persistirem os sintomas, recomendamos levar o pequeno ao serviço de saúde mais próximo. 

O pediatra deverá indicar o tratamento adequado, que pode ser feito com apenas soro caseiro ou sais de reidratação em casa ou soro pela veia no hospital, dependendo do grau de desidratação da criança.

Por fim, o que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e papais? Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

A adolescência dos bebês: descubra como lidar com a “crise dos 2 anos”

Quando você menos espera, o seu bebê tranquilo, engraçadinho e todo amoroso altera o comportamento, fazendo birras, soltando gritos e choros ou se jogando no chão. Mas não se preocupe, essa fase é comum: a adolescência dos bebês chegou

Neste artigo, vamos te apresentar a chamada “crise dos 2 anos” e ajudar você a lidar com esse momento mais turbulento. Acompanhe o artigo!

Afinal, o que é a fase de adolescência dos bebês?

De fato, todas as mamães e papais acabam ficando bastante desconfortáveis quando os pequenos fazem rebeldias em lojas, shoppings ou mercados.

Bem como costumam se chatear também com a desobediência de ordens dadas aos filhos, que agora dizem “não” às solicitações dos pais.

Berrar, espernear, se debater e resistir a todas as regras são comportamentos típicos de bebês que estão se aproximando dos 2 anos de idade.

Aliás, talvez você já tenha ouvido falar na “crise dos 2 anos”, mas não esperava que passaria por essa fase com o seu bebê, principalmente se ele é mais sossegado.

A adolescência dos bebês não é um mito, mas sim faz parte do desenvolvimento das crianças

Por isso, é preciso muita paciência por parte dos pais para enfrentar esse período da melhor forma possível.

Como lidar com a “crise dos dois anos”?

Sabemos que nem sempre é uma tarefa fácil controlar uma crise de birra ou choro do bebê que parece não cessar nunca.

Pensando nisso, separamos algumas dicas para te ajudar a lidar com essa etapa complicada que é a adolescência do bebê. Confira!

1.    Acalme-se: essa fase vai passar!

A primeira orientação é ter calma. Afinal, esse período é passageiro.

Nesse sentido, entender que teimosias e desobediências são partes do desenvolvimento e amadurecimento dos pequenos é muito importante.

A adolescência do bebê é um momento em que o seu filho começa a compreender e desenvolver a consciência de si mesmo, fazendo de tudo para conquistar espaço e chamar a atenção.

Dessa forma, para lidar com situações de rebeldia, o melhor é que os responsáveis mantenham a calma, pois só assim os pequenos podem se acalmar também.

2.    Ajude o seu bebê a lidar com essa fase

Aguardar a crise acabar e conversar com o seu bebê é uma forma de ajudá-lo a lidar com a sua fase de adolescência do bebê.

Além disso, é importante que você demonstre ao seu filho que ele pode confiar em você, valorizando os sentimentos dele.

Ou seja, vale deixar que ele tome algumas decisões simples, incentivar o autoconhecimento e conversar sobre a necessidade de seguir regras e ter comportamentos positivos.

Leia também: Atividades para crianças de 2 anos: aprenda 5 brincadeiras educativas

3.    Lembre-se: você é o adulto!

Por mais que a crise de birra seja intensa, não se esqueça de que você é o adulto e deve tentar manter o controle da situação.

Sendo assim, pense antes de agir e procure não tomar decisões precipitadas, mas sim procurando descobrir qual é a causa da birra.

4.    Evite situações de crise

Muitas vezes conseguimos prever algumas birras dos nossos pequenos. Então, tentar evitá-las é uma boa alternativa.

Uma dica é observar os tipos de situações que costumam gerar esses momentos mais explosivos. Logo, você pode se prevenir melhor para impedi-los.

5.    Deixe claro que ele é amado

Um último ponto fundamental para te ajudar a lidar com a fase de adolescência do bebê é sempre afirmar e demonstrar o quanto o seu filho é amado pela família e amigos.

Mesmo que vocês tenham brigado depois de um momento turbulento, explique ao seu bebê que a atitude dele não foi legal e faça um combinado com ele para que comportamentos assim não voltem a se repetir.

Por fim, abrace-o muito e declare todo o seu amor por ele.


O mais importante é fazer o possível para lidar da melhor maneira com esse período de adolescência do bebê.

Sem dúvida, boas conversas, orientações e apoio são capazes de ajudar papais e crianças a amenizar todas essas situações mais conturbadas, que também fazem parte do desenvolvimento infantil.

Lembre-se: vocês estão juntos nessa!

O que você acha de dividir este artigo com outras mães e outros pais? Assim, eles também poderão conferir essas dicas.

Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

Atividade física para criança: quais as melhores e a partir de qual idade?

Cheios de energia e vitalidade, as crianças estão sempre dispostas a realizar um exercício ou brincar com os amigos. Com isso, muitas mamães e papais procuram saber sobre a atividade física para criança.

A prática de atividade física na infância é recomendada desde os primeiros anos de vida, uma vez que oferece diversos benefícios para nosso corpo.

Só para exemplificar,  auxilia no equilíbrio do balanço energético, na prevenção da obesidade, na melhora do metabolismo e sentimento de bem estar. 

Apesar disso, as telas (celulares, tablets, televisores etc) tomam o espaço no dia das crianças e, na maioria dos casos, impedem a promoção de atividades saudáveis.

Além de favorecer o sedentarismo, esse comportamento pode comprometer o convívio social, principalmente para as crianças que estão na fase de desenvolvimento da socialização. 

Dessa forma, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou, em 2017, um manual de orientação para promover a atividade física na infância e na adolescência

Confira ao longo do texto recomendações e benefícios sobre a prática de atividade física para criança segundo a cartilha da SBP!

Benefícios da atividade física para criança

Além dos benefícios citados anteriormente, a prática regular de atividade física favorece a manutenção de um estilo saudável ao longo da vida, fortalece o sistema imunológico e evita que elas desenvolvam problemas de saúde decorrentes do sedentarismo.

Entretanto, é fundamental que as atividades sejam prazerosas e adequadas com a idade e nível de crescimento de cada criança.

Atividades físicas de acordo com a idade da criança

Segundo o documento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a prática de atividades físicas, de acordo com cada idade, é a seguinte:

  • Até os 2 anos de idade – as crianças precisam ser estimuladas a se movimentar diversas vezes ao dia, engatinhando, buscando objetos e movendo membros do corpo. Eletrônicos – incluindo TV – são contraindicados para essa faixa etária.
  • De 3 a 5 anos – as brincadeiras e atividades de qualquer intensidade devem ocupar pelo menos 180 minutos diários, incluindo bicicleta, esconde-esconde, pega-pega, bola, etc. Algumas atividades extras podem ser introduzidas (natação, dança).
  • Dos 6 aos 19 anos – a recomendação é de uma hora por dia de prática de esportes e exercícios mais intensos. Vale conversar com o pediatra sobre a necessidade de avaliação médica prévia. 

Em sua maioria, o maior empecilho será a adesão das crianças nas atividades.

Uma vez que as telas possibilitam um mundo de diversão e de fácil acesso.

Contudo, algumas atitudes podem facilitar o interesse dos pequenos pela prática de atividades físicas. Confira abaixo! 

Dicas para movimentar as crianças

Prepare um espaço na casa

Abra espaço em um cômodo que seja favorável e atrativo para a prática de atividade física com as crianças.

A liberdade de poder brincar, dançar e se divertir é essencial para que as crianças possam gastar toda a sua energia.

Mas claro, sempre com supervisão!

Separe um tempo para as atividades

Adicionar a rotina um horário específico para realizar a atividade física é bem interessante e funciona para toda a família!

Por exemplo, às 8 horas da manhã todos podem se reunir na sala e começar o dia com um alongamento e, em seguida, realizar um sequência de exercícios.

A princípio, as crianças podem não se sentir à vontade para entrar na atividade, mas observando as mamães e papais, elas se sentirão estimuladas a fazer parte desse momento em família.

Ao mesmo tempo, é importante reforçar a participação dos pequenos. Por isso, se ela tiver uma nova ideia de exercício, entre nessa junto com ele!

Distribua tarefas domésticas

Colaborar na rotina do lar é importante para desenvolver o senso de responsabilidade dos pequenos e ajudar na construção de sua autonomia.

Além disso, a movimentação e os esforços para manter a casa limpa ocasionarão um gasto extra de energia das crianças. 

 

São muitas brincadeiras que podemos criar em forma de exercício! O importante é que as atividades sejam prazerosas e adequadas ao desenvolvimento individual de cada criança. 

Estimular e apoiar essa natureza pode ser um grande incentivo a promoção e desenvolvimento da saúde para toda a vida.

Se abrirmos um espacinho na nossa rotina para a atividade física e junto trouxermos nossos filhos, o que é para ser um importante benefício a nossa saúde vira também um momento de muito amor, alegria e união!

Por fim, o que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e papais?

Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

Bebê engasgado: saiba como agir e prestar os primeiros socorros

Qual mamãe nunca teve que lidar com o bebê engasgado? Quem tem um recém-nascido em casa conhece a tensão de presenciar um engasgue.

Apesar de causar preocupação, principalmente para os responsáveis mais próximos, o bebê pode engasgar ao se alimentar, tomar mamadeira, mamar, ou simplesmente, com a própria saliva.

Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para que os sustos com o bebê engasgado sejam evitados. Vamos falar como agir a partir dos seguintes pontos: 

  • O que é o engasgue?
  • Principais causas do engasgo no bebê
  • Principais sinais de engasgamento
  • Bebê engasgado – o que fazer?

Continue a leitura com a gente!

O que é o engasgue?

Segundo a Biblioteca Virtual de Saúde, o engasgo é uma manifestação do organismo para expelir alimento ou objeto que toma um “caminho errado” durante o ato de engolir.

Ao invés de entrar pela garganta onde cai no estômago, o alimento ou líquido entra pelas vias respiratórias pois essas são vizinhas na traqueia.

Ainda de acordo com a página do Ministério da Saúde, o engasgo é considerado uma emergência.

Sendo assim, é recomendado agir rapidamente e procurar ajuda médica para evitar complicações.

Principais causas do engasgo no bebê

As causas mais comuns que levam o bebê a engasgar são:

  • Tomar água, suco, mamadeira ou ser amamentado na posição deitado ou recostado;
  • Colocar o bebê deitado depois dele comer ou mamar sem ter arrotado;
  • Comer grãos de arroz, feijão, pedaços de fruta escorregadias como manga ou banana (para bebês que já comem sólidos);
  • Engolir pequenos brinquedos ou peças soltas.

Além disso, bebês que costumam engasgar com a saliva ou enquanto dorme pode estar com dificuldade para engolir, o que pode ser causado por alguma alteração neurológica.

Portanto, nesses casos, é importante levar a criança ao pediatra para que possa identificar o que está acontecendo.

Principais sinais de engasgamento

É importante saber reconhecer os episódios de sufocamento por engasgo e tomar as medidas adequadas. Nesse caso você pode notar:

  • Esforço respiratório;
  • Movimento de entrada de ar indetectável ou ausente – o que pode causar lábios azulados e palidez ou vermelhidão na face;
  • Emitir sons incomuns ao respirar;
  • Tentar falar mas não emitir nenhum som.

Além disso, a criança pode apresentar tosse ou ânsia de vômito o que, por incrível que pareça, é uma boa notícia!

Afinal, isso significa que a via aérea não está totalmente bloqueada, por isso é necessário fazer tossir, que é a forma mais eficaz de limpar a via aérea.

A situação é mais grave se o bebê não conseguir tossir ou chorar. Nesses casos, os sintomas presentes são pele azulada ou arroxeada, esforço respiratório exagerado e eventual perda de consciência. 

Bebê engasgado – o que fazer?

O ideal é que, antes que esse tipo de acidente aconteça, você já saiba o que fazer para agir com mais segurança e confiança. 

Portanto, na próxima consulta com o pediatra, peça que ele demonstre as manobras necessárias em casos de sufocamento. 

Caso o seu bebê engasgue, peça para alguém acionar o serviço médico especializado — Samu (192) ou Corpo de Bombeiros (193) – ou providenciar transporte até o pronto-socorro mais próximo. 

Se não houver mais ninguém por perto, tente desengasgar por dois minutos e então peça ajuda.

Ainda segundo a Biblioteca Virtual de Saúde, os responsáveis devem tentar realizar a Manobra de Heimlich.

Manobra de Heimlich

A Manobra de Heimlich ajuda a retirar o objeto que está causando o engasgamento. Para fazer essa manobra deve-se:

  1. Deitar a criança sobre o braço com a cabeça um pouco mais baixa que o tronco e observar se existe algum objeto em sua boca que possa ser removido facilmente;
  2. Inclinar o bebê, com a barriga sobre o braço, para que o tronco fique mais baixo que as pernas, e dar 5 palmadas com a base da mão nas costas;
  3. Se ainda assim não for suficiente, deve-se virar a criança de frente, ainda sobre o braço, e efetuar compressões com os dedos médio e anular sobre o tórax, na região entre os mamilos. 

Mesmo que com estas manobras tenha conseguido desengasgar o bebê, esteja atenta a ele, sempre observando-o. 

Em caso de alguma dúvida, ou para se sentir mais segura, procure uma unidade de saúde.

 

Em resumo, bebê engasgado é um assunto sério! A melhor forma de evitar passar por uma situação de sufocamento dos pequenos é a prevenção.

O ideal é garantir que objetos pequenos fiquem longe do alcance das crianças e, no caso dos bebês, estar sempre atenta! 

Qualquer dúvida ou emergência, ligue para os canais de socorro e procure atendimento hospitalar. 

Por fim, o que você acha de compartilhar esse texto tão importante com outras mamães, papais, vovós, titias e toda a família? 

Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

Atividades para crianças de 3 anos: aprenda 5 brincadeiras divertidas e educativas

As atividades para crianças de 3 anos são fundamentais no desenvolvimento dos pequenos. Confira a nossa lista!

A cada nova etapa do desenvolvimento infantil, é importante pensarmos em brincadeiras para estimular uma série de habilidades. Mas, quais atividades para crianças de 3 anos são as mais indicadas?

Anteriormente, falamos de atividades para bebês de um ano e também de atividades para crianças de dois anos.

Agora, chegou a hora de conferirmos algumas atividades para desenvolver ainda mais as habilidades dos pequenos aos três anos.

Afinal, nessa idade, as crianças tem uma boa coordenação motora fina, conseguem interagir e compreender conceitos simples.

Por isso, algumas atividades podem ser muito mais do que simplesmente diversão.

Atividades para crianças de 3 anos: confira 5 brincadeiras educativas

1. Narração de histórias

Uma das atividades para fazer com as crianças de 3 anos é a narração de histórias.

Elas amam acompanhar as histórias! Assim, você pode narrar o conto a partir da leitura de um livro, enquanto ela acompanha as imagens.

Além de criar entonações de vozes diferentes para cada personagem, que pode trazer mais dinamismo e diversão para a brincadeira.

Ao final, converse sobre o que foi lido, perguntando sobre o que ele mais gostou, qual personagem achou legal e até mesmo o que ele faria se estivesse naquele enredo.

Você também pode pedir para ele contar sobre o que ouviu, estimulando sua memória e sua criatividade.

2. Dançar

Uma atividade alegre e extremamente prazerosa em qualquer idade!

Em sua maioria, aos três anos, as crianças já conseguem se manter em pé por alguns segundos.

Por isso, dançar com a criança pode ajudar a trabalhar o seu equilíbrio.

Uma dica que pode deixar o momento ainda mais divertido, é colocar uma música clássica e brincar de bailarina.

Além de estimular uma brincadeira divertida para as crianças, o trabalho na ponta dos pés é uma ótima forma de auxiliar no desenvolvimento do equilíbrio.

3. Atividades manuais

Um dos marcos do desenvolvimento infantil aos 3 anos é uma maior destreza com as mãos, resultado da melhoria da coordenação motora fina.

Por isso, colocar a mão na massa é imprescindível!

Enquanto as mãos estão ocupadas, vocês podem conversar sobre diversos temas, além da oportunidade de aprenderem um novo hobby.

Só para exemplificar, elencamos algumas atividades manuais que vocês podem realizar em conjunto:

  • Desenhar e/ou colorir;
  • Fazer origamis;
  • Recortar e criar um mural com os gostos da criança;
  • Montar a árvore genealógica da família;
  • Plantar uma semente ou outras tarefas de jardinagem.

4. Cores e Formas

Como dissemos na introdução do texto, nesta idade as crianças passam a entender conceitos simples.

Por isso, aliar atividades com conceitos apresentados na escolinha podem ser uma excelente forma de divertir e estimular o aprendizado das crianças.

Uma atividade simples, é desenhar algumas formas geométricas e pedir que a criança colore de verde o quadrado, por exemplo. Em seguida, o círculo de amarelo etc.

Além disso, as massinhas de modelar e os blocos de construção podem estimular ainda mais esse momento!

As formas que as massinhas podem reproduzir e as misturas de cores possibilitam um mundo de descobertas para os pequenos.

5. Atividades de Autocuidado

Quando pensamos em atividades para crianças de 3 anos, vale a pena incluir tarefas de autocuidado, para que elas aprendam a cuidar de si e ganhar independência.

Por exemplo, os pais podem ensiná-las em pequenas etapas o passo a passo para escovar os dentes, tomar banho, pentear o cabelo, se vestir.

Além disso, uma dica muito legal é levar esse aprendizado para as brincadeiras.

Como? Vestindo a boneca ou simulando que está escovando o dente do urso de pelúcia.

Isso vai ajudá-la a compreender melhor como executar cada tarefa, sua importância e a ter mais autonomia nessas ações do dia a dia.

 

As atividades para crianças de 3 anos são inúmeras e listamos neste texto apenas algumas dicas para realizarem em família.

Apesar de serem brincadeiras, essas são oportunidades para o aprendizado do seu pequeno, que pode desenvolver e aprimorar habilidades.

Mas o importante é o momento de diversão e alegria que passarão juntos! Lembre-se que não existe certo ou errado ao aproveitarem as atividades da lista.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas atividades para crianças de 3 anos com outras mamães?

Compartilhe em suas redes sociais e fique atento aos próximos artigos do blog do Melpoejo!

Banner no artigo "Atividades para crianças de 3 anos" para Blog do Melpoejo