Funchicórea: tradição no cuidado infantil com uso responsável

Quando o assunto é saúde infantil, a tradição no cuidado infantil com o Funchicórea não significa passado ultrapassado. Significa experiência, uso responsável e confiança construída ao longo do tempo.

O Funchicórea, tradição no cuidado infantil, é um medicamento fitoterápico tradicional, utilizado há décadas por famílias brasileiras como parte do cuidado infantil, sempre com atenção às orientações corretas de uso e à recomendação de profissionais de saúde. Por isso, a tradição no cuidado infantil com o Funchicórea está associada ao uso consciente, à qualidade dos processos e ao respeito às orientações profissionais.

Funchicórea e a tradição no cuidado infantil

Tradição, no contexto da saúde, está ligada à experiência acumulada ao longo dos anos. O laboratório produz o Funchicórea dentro dos padrões atuais de qualidade, atendendo às normas sanitárias vigentes e mantendo seu registro na Anvisa.

Isso reforça que tradição não é sinônimo de estagnação. Dessa forma, é um compromisso contínuo com segurança, controle de qualidade e responsabilidade no cuidado com bebês e crianças.

Funchicórea e a tradição no cuidado infantil

Como todo medicamento fitoterápico, o Funchicórea deve ser utilizado conforme a bula e com orientação de um profissional de saúde. Cada bebê é único, e a indicação correta depende da avaliação individual de cada caso.

Além disso, o uso responsável é parte essencial do cuidado infantil e contribui para decisões mais seguras e conscientes.

Qualidade e confiança na tradição do cuidado infantil

Ao longo dos anos, o processo de fabricação do Funchicórea foi aprimorado para acompanhar as exigências regulatórias e os avanços nos padrões de qualidade. Dessa forma, esse cuidado garante que o produto continue atendendo aos critérios de segurança exigidos hoje.

Nesse sentido, tradição é resultado de compromisso contínuo com boas práticas e respeito à saúde infantil.

Informação é parte do cuidado

Cuidar também é informar. Buscar orientação profissional, entender a indicação correta e respeitar os sinais do organismo são atitudes fundamentais para um cuidado responsável. Dessa forma, este conteúdo não substitui a orientação médica profissional.

Funchicorea – Medicamento registrado na Anvisa sob nº 1.0534.0002.001-8.

Contraindicado para crianças com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

Guaco: o que é, para que serve e como usar essa planta medicinal

O guaco é uma das plantas medicinais mais conhecidas do Brasil. Amplamente utilizado em chás e preparações fitoterápicas, ele é citado há décadas na medicina tradicional brasileira e segue sendo estudado pela ciência.

Neste conteúdo você encontra uma explicação clara sobre o que é o guaco, para que serve, como usar e quais cuidados são necessários.

O que é o guaco (Mikania glomerata)

O guaco, de nome científico Mikania glomerata, é uma planta trepadeira da família Asteraceae. É nativa da Mata Atlântica e de regiões úmidas do país, onde cresce espontaneamente.

As folhas do guaco são as partes mais utilizadas em preparações medicinais e são ricas em compostos como a cumarina, um dos principais responsáveis pelos efeitos estudados da planta.

Na cultura popular brasileira, o guaco também é conhecido como cipó-almecega, erva-de-cobra e erva-de-bruxa.

Guaco, para que serve?

O uso tradicional do guaco está ligado principalmente à saúde respiratória. A literatura de plantas medicinais descreve o guaco como uma planta que pode apresentar:

  • Ação expectorante
  • Ação broncodilatadora
  • Efeito antitussígeno

Formas de uso mais comuns

Chá de guaco

Usado tradicionalmente a partir das folhas. É importante ressaltar que a quantidade e o tempo de uso devem ser orientados por um profissional de saúde, já que consumo excessivo pode causar efeitos adversos.

Xarope de guaco

Diversos fitoterápicos utilizam o extrato padronizado da planta. É o caso de medicamentos que seguem normas e registro sanitário, como o Xarope Guaco Melpoejo, que é um fitoterápico broncodilatador e expectorante registrado na Anvisa (MS 1.0534.0005.003-6).

Extratos e tinturas

São formas concentradas usadas em fitoterapia, mas que exigem ainda mais cautela e orientação.

O que estudos e literatura tradicional indicam

Ao longo dos anos, pesquisas vêm avaliando o potencial do guaco em diferentes aplicações, especialmente em vias respiratórias. A literatura descreve:

  • Ação broncodilatadora associada à cumarina
  • Potencial expectorante em situações com muco
  • Efeito calmante sobre a tosse em alguns modelos experimentais
  • Atividade antioxidante

Essas informações ajudam a explicar por que a planta permanece tão presente em produtos fitoterápicos regulamentados e no uso tradicional.

Cuidados e contraindicações

Mesmo sendo uma planta de uso difundido, o guaco não é isento de cuidados.

Pontos importantes:

  • O uso deve respeitar doses recomendadas
  • Consumo contínuo sem orientação não é indicado
  • Pessoas em uso de medicamentos anticoagulantes precisam de avaliação médica
  • Gestantes, lactantes e crianças devem ser orientadas por profissional habilitado
  • Reações como irritação gástrica, tontura ou alergias podem ocorrer

Se houver qualquer reação indesejada, o uso deve ser suspenso.

FAQ: dúvidas comuns sobre o guaco

Guaco é bom para tosse?

Ele é tradicionalmente utilizado para auxiliar no alívio de tosse associada a gripes e resfriados. A avaliação médica é essencial quando há febre, falta de ar ou sintomas persistentes.

Pode tomar chá de guaco todos os dias?

Não é recomendado uso contínuo sem orientação profissional.

Grávidas podem usar guaco?

O uso durante gestação e amamentação só pode ocorrer com avaliação de um profissional de saúde.

Guaco e fitoterapia hoje

O guaco continua sendo uma das plantas medicinais mais importantes do Brasil, reunindo tradição e evidências crescentes. Ele está presente tanto em preparações caseiras quanto em medicamentos fitoterápicos industriais, formulados com controle de qualidade e registro sanitário.

O mais importante é lembrar que qualquer fitoterápico deve ser usado com responsabilidade, sempre em conformidade com sua bula e com orientação profissional.

Funchicórea: tradição no cuidado com os bebês e alívio de cólicas infantis

Quando falamos em alívio de cólicas em bebês, um nome quase sempre vem à mente: Funchicórea. Reconhecido por sua longa trajetória no mercado brasileiro, este fitoterápico para bebês é lembrado com carinho por gerações de famílias que confiam em seu uso tradicional.

Funchicórea: um fitoterápico que atravessa gerações

Desde os tempos das nossas avós, o Funchicórea está presente no cuidado com os recém-nascidos. Embora a medicina tenha evoluído, o valor de soluções tradicionais e seguras continua sendo reconhecido por pais e cuidadores.

O Funchicórea é um produto fitoterápico tradicionalmente utilizado para auxiliar no alívio de cólicas e desconfortos digestivos leves em crianças, conforme descrito em seu folheto informativo.

Por que o Funchicórea é um medicamento seguro para bebês?

Além de sua tradição, o Funchicórea é um medicamento infantil registrado na Anvisa (nº 1.0534.0002.001-8). Isso significa que ele segue rigorosos critérios de qualidade e segurança exigidos pela autoridade sanitária brasileira.

Sua composição é à base de plantas medicinais conhecidas, o que o caracteriza como um fitoterápico seguro, sempre que utilizado conforme as orientações do folheto informativo e com o acompanhamento do pediatra.

Como o Funchicórea ajuda no bem-estar do bebê?

Durante os primeiros meses de vida, é comum que os bebês apresentem episódios de cólicas devido à imaturidade do sistema digestivo. Nesses momentos, o Funchicórea pode ser um aliado no alívio dos desconfortos, proporcionando mais tranquilidade para o bebê e para toda a família.

Confiança que se renova com o tempo

Mesmo com os avanços nas rotinas de cuidado infantil, a busca por produtos com histórico confiável continua atual. O Funchicórea permanece como uma opção reconhecida entre os medicamentos fitoterápicos para bebês, combinando tradição, segurança e confiança.

Contraindicado para pessoas com hipersensibilidade ao Ruibarbo, à Chicória ou a outras plantas das famílias Polygonaceae e Asteraceae.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

Este produto é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure orientação de um profissional de saúde.

Como dar remédio para bebê do jeito correto: guia seguro e prático

Dar remédio para bebê: um desafio comum para os pais

Quando um bebê adoece, uma das principais dúvidas dos pais é: como dar o remédio corretamente? A administração de medicamentos em bebês requer cuidados específicos para garantir que o tratamento seja eficaz e seguro. Além disso, é importante evitar riscos como engasgos ou dosagens incorretas.

Neste post, você vai aprender como dar remédio para o seu bebê da forma correta, além de saber o que fazer caso ele vomite após a medicação. Continue lendo e compartilhe com outros pais e mães!


Passo a passo para dar remédio para bebê

A maioria dos medicamentos para bebês é apresentada em forma de xarope ou gotas orais. Embora pareça simples, a forma como esses remédios são administrados influencia diretamente na absorção e eficácia. Por isso, siga este passo a passo:

1. Lave bem as mãos antes de tudo
Antes de qualquer coisa, higienize bem as mãos com água e sabão. Isso evita o risco de contaminações e protege a saúde do bebê.

2. Use a seringa ou o dosador fornecido com o medicamento
Evite colheres comuns. Elas são imprecisas e podem comprometer a dosagem correta. Em vez disso, utilize sempre a seringa ou o copo medidor que acompanha o remédio.

3. Posicione o bebê corretamente no colo
Coloque o bebê no colo, mantendo-o em posição semi-sentada (cerca de 45 graus), com a cabeça levemente inclinada para frente. Dessa forma, você reduz consideravelmente o risco de engasgos.

4. Aplique o remédio com cuidado, no cantinho da boca
Com delicadeza, aplique o medicamento aos poucos, direcionando-o para o cantinho da boca, próximo à bochecha. Essa técnica facilita a deglutição e evita que o bebê cuspa ou se engasgue.

5. Divida a dose, se necessário
Caso o bebê esteja muito agitado, uma boa dica é dividir a dose: ofereça metade, espere que ele engula e, em seguida, dê o restante. Isso torna o processo mais calmo para ambos.

6. Facilite a ingestão após o remédio
Depois de administrar o medicamento, você pode amamentar ou oferecer um pouco de água (caso o pediatra autorize). Assim, você ajuda o bebê a engolir com mais facilidade e melhora a aceitação do sabor.


O que fazer se o bebê vomitar depois de tomar o remédio?

Essa é uma dúvida frequente entre pais e mães. Felizmente, existem orientações claras sobre isso.

  • Se o bebê vomitar em até 30 minutos após tomar o remédio, é provável que o medicamento ainda não tenha sido absorvido pelo organismo. Por isso, na maioria dos casos, a dose pode ser repetida.

  • Se o vômito ocorrer depois de 30 minutos, o remédio já pode ter começado a fazer efeito. Dessa forma, o mais indicado é não repetir a dose sem a orientação de um profissional de saúde.

Em ambos os casos, consultar o pediatra é essencial para garantir a segurança do bebê e a eficácia do tratamento.


Dicas extras para dar remédio com menos estresse

  • Mantenha a calma e fale com voz tranquila durante todo o processo. Isso ajuda a acalmar o bebê.

  • Se possível, transforme esse momento em parte da rotina, usando palavras de carinho.

  • Além disso, evite forçar. Se o bebê estiver muito agitado, espere alguns minutos e tente novamente.


Cuide com amor, oriente-se com segurança

Dar remédio para um recém-nascido ou bebê pode parecer desafiador. No entanto, com paciência e as orientações corretas, esse momento pode ser mais tranquilo e seguro.

Lembre-se: nunca administre medicamentos por conta própria e siga sempre as orientações do pediatra.

Geração Beta: o papel dos fitoterápicos na saúde dos nascidos em 2025

A Geração Beta teve início em 1º de janeiro de 2025. Todos os bebês nascidos entre este ano e 2039 farão parte dessa nova geração, que tem um potencial marcante de moldar o futuro. Com a expectativa de vida no Brasil atualmente em 76,4 anos — e em alguns países que ultrapassam essa marca —, a humanidade verá integrantes dessa geração vivendo até o próximo século. Segundo projeções, até 2035, a Geração Beta representará cerca de 16% da população mundial.

Filhos de millennials e da Geração Z, a Geração Beta será profundamente influenciada pela inteligência artificial e crescerá cercada por diversas inovações tecnológicas. No entanto, mesmo convivendo com avanços impressionantes, os Beta também enfrentarão desafios significativos, como crises climáticas contínuas e possíveis pandemias. Isso indica que a busca por alimentos, tratamentos e outros recursos que promovam a saúde e o bem-estar será uma prioridade para esse grupo.

Fitoterápicos e seus benefícios para a Geração Beta

Os fitoterápicos, feitos a partir de plantas medicinais, têm ganhado cada vez mais espaço entre pessoas que buscam tratamentos naturais e sustentáveis. Com a crescente valorização do autocuidado e do bem-estar, espera-se que a Geração Beta adote esses recursos como parte importante de seu estilo de vida saudável.

Essa tendência está intimamente relacionada à educação dessa nova geração, que vai valorizar práticas mais sustentáveis, tanto em relação ao meio ambiente quanto à economia. O grupo dará preferência a compostos e ativos inovadores de origem natural, como soluções veganas e orgânicas.

O comportamento da Geração Beta será moldado pelas crises enfrentadas pelas gerações anteriores, pelos ensinamentos transmitidos e pelos impactos diretos das mudanças climáticas. Além disso, transformações globais, como o envelhecimento populacional, a redução das taxas de natalidade e o aumento da expectativa de vida, influenciarão diretamente suas escolhas.

Nesse contexto, os fitoterápicos se destacam como opções menos agressivas ao organismo, adequadas para todas as idades, com menores chances de efeitos adversos e acessíveis para aqueles que buscam uma vida mais equilibrada, econômica e cheia de vitalidade.

Conquiste uma vida mais saudável para o seu filho com fitoterápicos

O Funchicórea é um exemplo de produto fitoterápico que pode ser essencial para os cuidados com seu bebê. Produzido a partir de plantas e derivados vegetais, ele contém princípios ativos que auxiliam no alívio de cólicas e prisão de ventre. Sua fórmula age estimulando a motilidade do cólon, acelerando os movimentos peristálticos e proporcionando efeito laxante, promovendo mais conforto e bem-estar para os pequenos.

Amamentação: como ela ajuda no desenvolvimento saudável dos recém-nascidos

Você sabia que a amamentação é uma forma natural e completa de alimentar o bebê? Além de criar laços afetivos importantes entre mãe e filho, o leite materno é fundamental para o desenvolvimento saudável dos recém-nascidos, fornecendo todos os nutrientes necessários e tendo impacto positivo diretamente na saúde e bem-estar – reduzindo ainda o risco de doenças.

Confira abaixo 4 dos principais impactos que irão garantir que os recém-nascidos tenham um começo de vida saudável e que as mães recebam o suporte necessário para amamentar com sucesso:

  1. Fortalecimento do sistema imunológico
  2. Promoção do aleitamento materno e desenvolvimento cognitivo/emocional
  3. Redução da mortalidade infantil
  4. Cultura de apoio ao aleitamento materno, criando um ambiente mais favorável

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação é que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses de idade – seguindo, pelo menos, até os 2 anos de idade (mesmo após a introdução de alimentos sólidos).