Tempo frio? Bebê quentinho e protegido! Conheça os cuidados indispensáveis para o recém-nascido no inverno

Se para os adultos o inverno é uma estação difícil, imagine para os pequenos que precisam de cuidados e atenção redobrados.

Por isso, os cuidados com o recém-nascido no inverno acabam se tornando uma preocupação para os papais e mamães.

Mas, com os cuidados certos, o tempo frio pode ser sinônimo de bebê quentinho e protegido. Separamos aqui algumas dicas com tudo o que você precisa saber!

Boa leitura!

Os desafios do inverno para os recém-nascidos

Não é novidade que a combinação entre as baixas temperaturas e a sensibilidade dos bebês demanda atenção redobrada dos pais, não é mesmo?

Por isso, é importante compreender como o clima frio pode afetar a saúde e o bem-estar dos recém-nascidos. A queda de temperatura e o ar seco são alguns dos fatores que requerem atenção, tornando necessário adotar cuidados específicos para protegê-los.

Para manter o bebê aquecido e protegido durante o inverno, é fundamental escolher roupas adequadas, como macacões e agasalhos confortáveis e quentes.

Além disso, o uso de cobertores é essencial para garantir o conforto térmico do bebê. Também é importante controlar a umidade no ambiente, pois o ar seco pode afetar a respiração e a pele sensível do recém-nascido.

As cólicas do recém-nascido pioram no inverno?

Não existem estudos que comprovem que as cólicas do recém-nascido pioram no inverno. Mas é importante ter cuidados com o bebê neste período.

Afinal, as cólicas nos bebês são capazes de tirar o sono dos pais e tornar os dias mais exaustivos.

A amamentação correta, técnicas de massagem suaves e movimentos reconfortantes, podem ajudar a reduzir o desconforto do bebê. Além disso, é importante manter um ambiente tranquilo e acolhedor para ajudar no relaxamento do recém-nascido.

Funchicórea: como os fitoterápicos podem ajudar?

O Funchicórea é um produto tradicional fitoterápico, obtido a partir de plantas e derivados vegetais, com princípios ativos que combatem as cólicas e a prisão de ventre do bebê, pois atua estimulando a motilidade do cólon, aumentando e acelerando os movimentos peristálticos que proporcionam ação laxante.

Assim como todos outros medicamentos fitoterápicos, o Funchicórea (Registro ANVISA/MS:1.0534.0002.001-8) precisa e deve ser utilizado somente com recomendação médica.

Cuidar de um recém-nascido durante o inverno requer atenção especial. Neste artigo, destacamos a importância dos cuidados adequados para proteger os bebês do frio e apresentamos a Funchicórea como um aliado no alívio das cólicas.

Lembre-se sempre de consultar um médico pediatra para obter orientações personalizadas sobre os cuidados com o seu bebê.

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Viroses e recém-nascidos: o que você precisa saber? 

Por terem um sistema imunológico ainda em formação, os recém-nascidos são os seres humanos mais vulneráveis a infecções e doenças, incluindo viroses. 

As viroses são infecções causadas por vírus, que podem ser transmitidas de pessoa para pessoa por meio do contato com secreções corporais, como saliva, sangue e urina. 

Embora algumas viroses possam ser leves, outras podem ser graves e potencialmente fatais para os recém-nascidos.

Por isso, é importante que os pais e cuidadores de recém-nascidos saibam como prevenir e tratar as viroses. Se você está com um recém-nascido em casa e precisa saber quais cuidados tomar, continue a leitura deste conteúdo!

Qual a melhor forma de prevenir viroses em recém-nascidos? 

A prevenção é a melhor forma de evitar a infecção por viroses. Algumas medidas preventivas incluem lavar as mãos regularmente, evitar contato próximo com pessoas doentes e manter o ambiente limpo e desinfetado.

Além disso, muita atenção com as visitas! Sabemos que um bebê em casa gera muitos momentos em que visitas serão inevitáveis, mas manter esses cuidados acima com aqueles que estarão em sua casa também é essencial para proteger seu bebê.

Atenção aos sintomas

Os sintomas de virose em recém-nascidos podem variar de acordo com o tipo de vírus que causou a infecção. Alguns deles são:

  • Febre: a temperatura corporal do bebê pode aumentar acima do normal, indicando que o corpo está lutando contra a infecção;
  • Tosse: o bebê pode apresentar tosse seca ou com secreção, indicando que o vírus afetou o sistema respiratório;
  • Coriza: o bebê pode apresentar secreção nasal ou entupimento nasal, indicando que o vírus afetou o sistema respiratório;
  • Diarreia: o bebê pode apresentar evacuações líquidas e frequentes, indicando que o vírus afetou o sistema gastrointestinal;
  • Vômito: o bebê pode vomitar após a alimentação ou sem motivo aparente, indicando que o vírus afetou o sistema gastrointestinal;
  • Irritabilidade: o bebê pode estar mais irritado do que o normal, indicando que está desconfortável ou doente.

Como tratar?

O tratamento para viroses em recém-nascidos pode variar dependendo do tipo de vírus e da gravidade dos sintomas. 

Em alguns casos, o tratamento pode ser simples, como manter o bebê hidratado e confortável. 

Em outros casos, pode ser necessário o uso de medicamentos ou internação hospitalar. 

É importante lembrar que os sintomas de virose em recém-nascidos podem ser semelhantes aos de outras doenças comuns na infância, como resfriados e alergias.

Por isso, é fundamental consultar um médico para obter um diagnóstico preciso e iniciar o tratamento adequado.

Vírus em alta: atenção ao VSR 

O vírus sincicial respiratório, mais conhecido pela sigla VSR, é responsável por 75% das bronquiolites e 40% das pneumonias em crianças de até 2 anos de idade no Brasil. 

E quanto mais novinho, mais perigoso para o bebê. Os sintomas são os mesmos de outros vírus, como febre, tosse e coriza. A questão é que se não cuidar corretamente seu agravamento acontece de forma mais rápida.

Por isso, é um vírus que requer todo cuidado e atenção. Na dúvida consulte sempre um médico!

 

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Recém-nascido com gases: tudo o que você precisa saber

Ter um recém-nascido com gases é um problema muito comum. Os gases, geralmente, surgem nas primeiras duas semanas do pequeno e acontecem devido ao fato do sistema digestivo ainda estar em processo de desenvolvimento.

Por este motivo, evitar ou tentar diminuir a formação desses gases, além de prevenir o surgimento de cólicas e que constantemente acompanham os gases é essencial para que o desconforto não se torne um problema.

Pais de primeira viagem podem se surpreender com um recém-nascido com gases. Mas, depois deste artigo que preparamos, os “punzinhos” do bebê não serão mais um desafio.

Continue a leitura e veja tudo o que você precisa saber!

Recém-nascidos com gases: por que eles sentem dor?

Como dissemos na introdução do artigo, os gases geralmente são gerados devido à imaturidade do sistema digestivo do bebê.

Mas, principalmente nos recém-nascidos, outro fator que influencia o acúmulo de ar é a amamentação. Durante o processo o bebê pode engolir muito ar e, assim, causar as temidas cólicas.

De acordo com a Veja Saúde, duas em cada três mães afirmaram que a cólica tem alto impacto na rotina familiar.

Por isso, é importante tentar prevenir os gases nos recém-nascidos e, caso ocorra, medidas simples que podem ajudar a aliviar o incômodo do bebê.

É cólica ou disquesia?

Acompanhado dos gases já foi possível perceber que seu bebê “parece estar sentindo dor para evacuar” ou “antes de evacuar ele se contorce muito”? Tudo isso, acompanhado de fezes amolecidas e alguns dias sem evacuar.

Bom, isso pode ser um sinal de que seu bebê tem disquesia. Mas, calma! A disquesia é um problema que acontece pela falta de maturidade do organismo da criança de entender suas funções, ou seja, para ele “aprender” a coordenar a vontade de evacuar e a utilização correta da musculatura intestinal e do assoalho pélvico, pode levar um tempo a mais.

Muitas vezes confundidas com as cólicas, a principal diferença entre elas é que na disquesia, o alívio é imediato após a eliminação das fezes e na cólica, nem sempre isso acontece.

O que pode influenciar as cólicas nos bebês?

Não é apenas a alimentação materna que pode influenciar as cólicas do bebê, outros fatores também são considerados. Alguns deles têm a ver com a microbiota intestinal, que tem papel importante nos processos digestivos, absorção de nutrientes e desenvolvimento do sistema imune.

Outro está relacionado ao tipo de parto. Uma matéria da BBC Brasil divulgou que quando o parto ocorre por cesariana é comprovado cientificamente que o bebê tem mais risco de sofrer de cólicas.

Isso porque o ambiente do nascimento não traz o contato com bactérias benéficas que ele teria se fosse um parto normal, já que ao passar pela vagina da mãe ele tem contato direto com sua flora vaginal, o que influencia no desenvolvimento de sua microbiota.

Além disso, hábitos da grávida durante a gestação podem ser determinantes, como por exemplo o uso de antibióticos e alguma situação de forte estresse.

Como prevenir e amenizar o incômodo das cólicas?

Diminuir a ingestão de alimentos que provocam gases

Experimente reduzir a ingestão de alimentos que provocam gases como:

  • feijão;
  • grão-de-bico;
  • milho;
  • repolho;
  • brócolis;
  • couve-flor;
  • pepino;
  • cebolas;
  • maçã crua;
  • abacate;
  • melão;
  • melancia;
  • ovo.

Inclusive, listamos esses e outros alimentos em nosso artigo “Alimentos que devem ser evitados durante a amamentação”.

Faça o bebê arrotar

Uma das dicas principais para evitar gases no recém-nascido é colocá-lo para arrotar logo após a amamentação.

Para isso, sente-o no seu colo com a coluna ereta e a cabeça apoiada no ombro do responsável por cerca de 10 a 15 minutos.

Massagear a barriga do bebê

Deite seu bebê com a barriguinha para cima. Aqueça suas mãos e comece a massagear levemente a barriga do bebê em movimentos circulares em torno do umbigo.

Além disso, é aconselhável flexionar com cuidado os joelhos do neném e levá-los contra a barriguinha dele.

Quando procurar ajuda médica?

O pediatra poderá confirmar se a cólica é causada por gases ou se existe outro motivo para o choro do bebê. Somente eles poderão indicar remédios e exames para identificar a origem da dor.

De qualquer forma, é importante buscar ajuda profissional quando:

  • choro persistente e alto;
  • recém-nascido muito agitado;
  • vômitos constantes, perda de peso e/ou mudança na rotina;
  • diarreia e/ou sangue nas fezes.

Vale ressaltar que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional pediatra.

Como o Funchicórea pode ajudar?

Assim como todos outros medicamentos fitoterápicos, o Funchicórea (Registro ANVISA/MS:1.0534.0002.001-8) precisa e deve ser utilizado somente com recomendação médica.

O Funchicórea é um produto tradicional fitoterápico, obtido a partir de plantas e derivados vegetais, com princípios ativos que combatem as cólicas e a prisão de ventre do bebê, pois atua estimulando a motilidade do cólon, aumentando e acelerando os movimentos peristálticos, os quais proporcionam ação laxante.

Inclusive, um estudo recente reforça sua eficácia no combate às cólicas. Para acessá-lo, clique aqui.

Caso os sintomas persistam ou piorem, ou ainda apareçam reações indesejadas não descritas no folheto informativo, interrompa seu uso e procure orientação do profissional de saúde.

O Funchicórea é contraindicado para crianças com hipersensibilidade e alergia ao Ruibarbo e Chicória ou outras plantas da família Polygonaceae e Asteraceae.

Em caso de hipersensibilidade ao produto, é preciso descontinuar o uso e consultar o médico.

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JF Vôlei: Agosto repleto de atividades e novidades para o clube

A equipe da categoria de base sub-15 do JF Vôlei está no Torneio de Inverno do Clube Cascatinha em Juiz de Fora e segue focado na preparação para um ótimo campeonato, mirando o time Metropolitano.

O Laboratório Melpoejo é parceiro do time através da Lei de Incentivo ao Esporte.

Aprovação de mais um projeto na Lei Federal de Incentivo ao Esporte para aumentar o número de núcleos esportivo-sociais

O projeto poderá captar mais de R$1 milhão após aprovação na Lei Federal de Incentivo ao Esporte do Governo Federal. O JF Vôlei espera ampliar núcleos nas escolas públicas com essa nova fase.

Equipe sub-19 conquista vice-campeonato no Torneio Adulto do Clube Cascatinha

A equipe das categorias sub-19 do JF Vôlei conquistou o vice-campeonato no Torneio Adulto do Clube Cascatinha. O time venceu os dois desafios, contra a equipe da faculdade Suprema e contra o seguinte, Cascatinha, ambos por 2×0.
Atletas e comissão técnica que puderam demonstrar desenvoltura, evolução e Fair Play em um torneio adulto. O Laboratório Melpoejo é parceiro do time através da Lei de Incentivo ao Esporte.

JF Vôlei atinge a marca de 400 pessoas jogando vôlei

A equipe do JF Vôlei conquista mais um número positivo para sua trajetória. Agora, o time chegou à marca de 400 pessoas jogando vôlei.

As atividades envolvem o Centro de Ensino, nos núcleos de formação, nas categorias de base, nas escolas e no projeto em Santana do Deserto!

Funchicórea: novo estudo lançado reforça sua eficácia no alívio das cólicas em bebês

Com certeza você já ouviu falar sobre o Funchicórea (Registro ANVISA/MS:1.0534.0002.001-8), e entre os principais assuntos, podemos citar a sua eficácia em relação às cólicas do bebê.  

Desde muito tempo, este medicamento fitoterápico é utilizado durante a fase inicial da vida da criança. E, entre mitos e verdades sobre ele, um dos mais frequentes é: ele realmente é eficaz?

Um estudo recente, lançado pela European Journal of Medicinal Plants reforça o que o Laboratório Melpoejo já vem trabalhando há anos. Continue a leitura para saber mais!

O que é o Funchicórea?

O Funchicórea é um Produto tradicional fitoterápico, obtido a partir de plantas e derivados vegetais, com princípios ativos que combatem as cólicas e a prisão de ventre do bebê.

É um fitoterápico que atua estimulando a motilidade do cólon, aumentando e acelerando os movimentos peristálticos que proporcionam ação laxante. Ou seja, seu uso alivia os sintomas da cólica. Usado por via oral, deve ser diluído em um pouco de água e não aplicado diretamente na chupeta do bebê (administração e modo de usar vide folheto informativo).

Além disso, não é recomendado por um período prolongado e principalmente sem orientação médica. Caso os problemas com a cólica do bebê persistam, procure um pediatra.

O que diz a ciência?

Em um recente estudo lançado pela European Journal of Medicinal Plants, cientistas puderam avaliar a eficácia do Funchicórea como um medicamento fitoterápico de alívio das cólicas.No estudo, 3 (três) lotes foram coletados e avaliados e o principal objeto avaliado foi sua ação espasmolítica (relaxante). Veja abaixo a conclusão divulgada:

Os lotes analisados apresentam-se seguindo um padrão de efeito semelhante entre si. A curva concentração-resposta demonstra um ‘slope’ de relaxamento semelhante entre os lotes e os valores de eficácia (Emáx) e potência (CE50) (Neubig et al., 2003) também são similares.

As análises foram realizadas em Fevereiro de 2021 e observou-se que durante esses dias os lotes demonstraram ter a mesma eficácia farmacológica, apresentando, portanto, uma estabilidade no efeito espasmólítico observado.

A indução com Carbacol mimetiza a ação parassimpática no intestino, enquanto que o KCl 40mM causa um desbalanço eletrolítico por excesso de K+ no meio extracelular. Em ambos os casos, temos como resultado final a contração do íleo. Funchicórea® teve efeito espasmolítico (relaxamento) em ambas as situações sendo mais eficaz naquela induzida por CCh (carbacol), ou seja, naquela situação de excessiva ação colinérgica.

Dessa forma, podemos concluir que o produto Fitoterápico Funchicórea® apresenta um efeito espasmolítico (relaxamento) significativo, e que os 3 (três) lotes testados se comportaram de forma padronizada com preservada eficácia e potência, além de ter resultados com reprodutibilidade e baixa variabilidade.”

Quais cuidados ao usar o Funchicórea?

O Funchicórea é contraindicado para crianças com hipersensibilidade e alergia ao Ruibarbo e Chicória ou outras plantas da família Polygonaceae e Asteraceae.

Em caso de hipersensibilidade ao produto, é preciso descontinuar o uso e consultar o médico.

Quer saber mais sobre o Laboratório Melpoejo? Acesse: https://www.melpoejo.com.br/laboratorio-melpoejo-investe-em-tripe-para-vencer-os-desafios-da-industria-farmaceutica/

Pesquisa indica os caminhos para diferenciar o choro do bebê

Diferenciar o choro do bebê é algo natural ou mais um desafio da maternidade e paternidade?

Sono, cólica ou fome: Entre os inúmeros motivos que causam o choro do bebê, esses são os principais.

Apesar disso, nem sempre é fácil identificar a causa, principalmente para mamães e papais de primeira viagem.

No entanto, mesmo com dificuldade, é sim possível diferenciar o choro do bebê, mas isso requer prática e tempo, como mostra a pesquisa recentemente lançada na revista científica Current Biology.

Achou interessante? Continue a leitura para saber mais!

Os bebês choram de acordo com o que estão sentido

É normal que mamães e papais – principalmente os de primeira viagem – fiquem aflitos quando o bebê começa a chorar de repente e não se sabe o que está acontecendo.

Afinal, essa é a forma que os pequenos encontraram para se comunicar. Por isso, eles choram de acordo com o que estão sentindo.

O choro do bebê é a única maneira que eles ainda conhecem de captar sua atenção e expressar suas necessidades.

Primeiramente, pode ser difícil interpretar os diferentes tipos de choro, mas com o passar do tempo é possível identificar e aprender a lidar com cada situação.

Vale ressaltar também que manter o seu pediatra informado sobre o comportamento da criança é importante, assim como consultá-lo caso algo esteja muito fora do normal.

Como identificar o choro do bebê?

“Conheço o choro do meu filho de longe!”. Quem nunca ouviu isso, não é mesmo?

Apesar de ser possível essa identificação, ela não acontece de forma natural – pelo vínculo afetivo entre os pais e a criança, por exemplo – mas sim pela prática e vivência.

É o que mostra um estudo publicado recentemente pela revista científica Current Biology: nele foi possível identificar que decifrar o choro do recém-nascido é algo que se aprende com o tempo.

Ainda de acordo com a pesquisa, a capacidade de diferenciar momentos dolorosos de situações de desconforto não é inata, mas sim resultado da experiência. Pais e cuidadores aprendem com a prática a decifrar os sinais.

Os participantes que não eram pais tiveram taxa de acerto próxima a 50% ao ouvirem o bebê com o qual tinham se familiarizado, enquanto pais de crianças maiores de 5 anos alcançaram 65,5%. Profissionais de cuidado infantil chegaram a 71,1% e pais de bebês, 71,2%. Estes também tiveram taxa de acerto de 64,2% ao ouvirem o choro de um bebê desconhecido, mostrando que a experiência influencia a percepção.

“Isso nos surpreendeu em um primeiro momento, mas condiz com a ideia de que ouvintes experientes podem desenvolver uma resistência que reduz sua sensibilidade aos sinais acústicos de dor”, conta Camille Fauchon, coautora do artigo e pesquisadora na Universidade de Saint-Etienne, na França.

Surpreendente, não é mesmo? Agora que você já sabe tudo sobre o choro de bebê e até mesmo aprendeu que é possível identificá-lo com o tempo, que tal oferecer essas dicas para outros pais?

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