JF Vôlei é campeão em torneio regional sub-17

No domingo (19/dez) a equipe sub-17 do JF Vôlei foi a campeã na categoria do campeonato regional da zona da mata da Federação Mineira de Voleibol.

Já o sub-21 garantiu o 3º lugar na disputa na categoria. Os jogos foram realizados no ginásio do Sesi em Juiz de Fora!

O Laboratório Melpoejo é parceiro do time através da Lei de Incentivo ao Esporte.

JF Vôlei confirma participação na Superliga B e anuncia novo treinador

O JF Vôlei irá disputar, pela terceira temporada consecutiva, a Superliga B em 2022. O anúncio foi feito pelo clube nesta terça-feira (7), pelas redes sociais, juntamente com o nome do treinador que irá comandar a equipe na competição: Daniel Schimitz, de 42 anos. A previsão é que a disputa da divisão de acesso comece em janeiro.

O treinador, segundo o clube, já realizava trabalho nas categorias de base do JF Vôlei. Anteriormente, ao longo de seis temporadas, Daniel atuou como preparador físico, estatístico e auxiliar técnico, seja na base ou no profissional do clube.

O novo técnico tem licenciatura e mestrado em Educação Física pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), especialização em fisiologia e avaliação pela Universidade Gama Filho (UGF) e é treinador nível 3 em voleibol pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBF).

O Laboratório Melpoejo é parceiro do time através da Lei de Incentivo ao Esporte.

Fonte: Tribuna de Minas

JF Vôlei planeja atingir até 300 jovens com trabalhos na base

O JF Vôlei segue fortalecendo o projeto com foco na formação de jovens esportistas em diferentes braços. Com casa nova no Bairro Granbery, Zona Central, no ginásio do antigo Crac, aulas das escolinhas da modalidade já vêm sendo realizadas, bem como os treinamentos das equipes de base do time local. A Tribuna conversou com o supervisor da agremiação juiz-forana, Helder Zimmermann, que contextualizou o cenário e o planejamento a curto prazo para os trabalhos com crianças e adolescentes da cidade.

“Estamos ganhando corpo a cada dia, mas de fato tivemos um recomeço em 1º de julho com a nossa casa, o ginásio próprio. Somando a isso, as atividades estão crescendo diariamente. Hoje já temos, por exemplo, quase 40 garotos envolvidos com nossas categorias de base, do sub-15 ao sub-21”, conta Zimmermann. “Estamos muito satisfeitos com este desenvolvimento dos trabalhos, mas o foco é para 2022 mesmo”, complementa.

Além dos times citados, que possuem o pensamento ainda mais voltado às competições, que já têm ocorrido, mas serão intensificadas no próximo ano, com a continuidade do arrefecimento da pandemia mediante o avanço da vacinação, o trabalho das escolinhas, com meninos e meninas, também tem sido priorizado. “Somado a esse fortalecimento das categorias de base, tem o crescimento muito significativo das escolinhas. A resposta tem sido muito boa. E agora estamos aguardando algumas autorizações para reiniciar os núcleos e outros projetos”, destaca o supervisor, ressaltando as atividades que são realizadas em parceria com escolas municipais e estaduais de Juiz de Fora.

Até o início da pandemia, o JF Vôlei atendia cerca de 150 jovens entre 9 e 14 anos nos núcleos da E.M. Tancredo Neves (Bairro São Pedro), E.M. Fernão Dias Paes (Bairro Bandeirantes), E.M. Eng. André Rebouças (Bairro Milho Branco) e E.E. Clorindo Bunier (Bairro Barbosa Lage). Com o coronavírus e o fechamento das instituições, as atividades foram paralisadas. O retorno está sendo orquestrado, mas ainda não aconteceu. “As conversas estão bem avançadas, assim como o nosso planejamento”, reforça Zimmermann.

A ideia é que com esta volta, o JF Vôlei consiga atender, ao todo, 300 crianças de escolas juiz-foranas, a partir dos 6 anos de idade. Além disso, há pelo menos mais uma novidade próxima. “É um caminho que está traçado e sem volta. Cada vez mais queremos chegar aos jovens da cidade. Em 2022, o planejamento é montar a base feminina, nas categorias mais baixas, crescendo com a escolinha. E vamos seguir organizando outros torneios também”, antecipa o supervisor. “A ideia é ir completando esse pacote de trabalhos com jovens. Ainda falta muito, mas a ideia é crescer cada vez mais.”

Treinos para a Superliga B

Paralelamente ao fortalecimento da base, o JF Vôlei começa a planejar a disputa de mais uma Superliga B, já que desistiu da elite nacional por falta de recursos. Ainda não há uma data de início da competição oficializada, mas a previsão é a de que os jogos comecem entre janeiro e fevereiro. Logo, a montagem do novo elenco já é pauta. “As próximas semanas serão importantes para reiniciarmos os treinamentos em dezembro. A Liga C é neste mês, então até definirem os classificados, confirmarem a inscrição, já será final de novembro”, antecipa Zimmermann.

Não há nenhum atleta confirmado e a tendência é a de utilização de jovens da base sobretudo no início dos treinamentos. Assim como ocorreu na última temporada, os jogadores contratados devem chegar em um segundo momento. “A tendência é de um grupo ainda mais jovem que o da última temporada”, antecipa o diretor.

Outro ponto é quem irá comandar o time principal. Com a saída de Marcos Henrique do Nascimento, o Marcão, para o Goiás, o então preparador físico Daniel Schimitz, de 42 anos, assumiu como técnico da base juiz-forana, indo para sua sétima temporada no projeto. No entanto, o time adulto ainda não tem treinador confirmado.

Fonte: Tribuna de Minas

Como garantir eficácia e segurança na indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica de fitoterápico segue regulamentações que fazem parte de sua rotina. Sendo assim, o Laboratório Melpoejo cumpre com os protocolos de boas práticas de fabricação estabelecidos pela RDC 301 – 2019 – Boas Práticas de Fabricação (BPF) de Medicamentos – , cujo cumprimento leva à produção de medicamentos seguros e eficazes.

O Laboratório Melpoejo mantém controle sobre todas as etapas de fabricação, desde a aquisição de insumos, passando pela produção até a distribuição e logística, fazendo com que o medicamento chegue à sua casa de acordo com os padrões de qualidade exigidos.

As ações de controle e garantia da qualidade do Laboratório Melpoejo permitem a obtenção de produtos eficazes e seguros para o consumo. Todas essas ações são documentadas e atualizadas de maneira constante de forma a promover a melhoria contínua da qualidade.

Tradição que garante qualidade

Com mais de 98 anos de tradição, o Laboratório Melpoejo possui a expertise necessária para sempre atender à legislação vigente e também se adequar rapidamente quando as regulamentações são atualizadas.

Desta forma, a minuciosa atenção durante toda a cadeia de produção garante a excelência em todo processo de fabricação de todos produtos do Laboratório Melpoejo.

Cólica dos bebês: o que você precisa saber?

Acessos de choro, acompanhados por contorcionismos de braços e pernas, punhos fechados e gritos inconsoláveis. Quem não conhece o início da época da cólica para os bebês?

Poucos sabem, mas a dorzinha na barriga do bebê que tira o sono dos pais e muitas vezes torna os dias mais exaustivos está relacionada ao desenvolvimento da criança podendo durar até por volta dos 3 meses.

É uma fase em que mãe e bebê vivem um processo simbiótico, o que afeta um certamente afetará o outro. Além disso, o tipo de dieta da criança e o perfil de sua microbiota são determinantes para o surgimento da dor de barriga.

Cólicas e o aleitamento materno

A Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que os bebês até os seis meses de idade devem ser alimentados somente com leite materno. Após essa idade, deverá ser dada alimentação complementar apropriada, mas a amamentação deve continuar até o segundo ano de vida da criança ou mais.

A composição do leite materno é ideal para o sistema digestivo do recém-nascido. Por isso, o leite materno não possui potencial para causar cólicas no bebê.

As cólicas são mais comuns nos primeiros meses de vida da criança e além da imaturidade digestiva, algumas substâncias ingeridas pela mãe podem causar incômodos e cólicas na criança.

Neste momento, algumas alternativas para aliviar a cólica do bebê são procuradas, e os fitoterápicos são algumas delas.

Conheça o Funchicórea

Assim como todos outros medicamentos fitoterápicos, o Funchicórea (Registro ANVISA/MS:1.0534.0002.001-8) precisa e deve ser utilizado somente com recomendação médica.

Se o seu bebê sofre com cólicas e você precisa aliviar este momento, consulte o seu pediatra e encontre a melhor alternativa para isso.

O Funchicórea é um medicamento fitoterápico, obtido a partir de plantas e derivados vegetais, com princípios ativos que combatem as cólicas e a prisão de ventre do bebê.

É um medicamento que atua estimulando a motilidade do cólon, aumentando e acelerando os movimentos peristálticos que proporcionam ação laxante.

Usado por via oral, deve ser diluído em água e não aplicado diretamente na chupeta do bebê (administração e modo de usar vide bula).

Além disso, seu uso não é recomendado por um período prolongado.

Caso os sintomas persistam ou piorem, ou apareçam reações indesejadas não descritas na embalagem ou no folheto informativo, interrompa seu uso e procure orientação do profissional de saúde.

Além disso, o Funchicórea não deve ser utilizado por período superior ao indicado, ou continuamente, a não ser por orientação de profissionais de saúde.

Conheça nosso laboratório: https://www.melpoejo.com.br