Atividade física para criança: quais as melhores e a partir de qual idade?

Cheios de energia e vitalidade, as crianças estão sempre dispostas a realizar um exercício ou brincar com os amigos. Com isso, muitas mamães e papais procuram saber sobre a atividade física para criança.

A prática de atividade física na infância é recomendada desde os primeiros anos de vida, uma vez que oferece diversos benefícios para nosso corpo.

Só para exemplificar,  auxilia no equilíbrio do balanço energético, na prevenção da obesidade, na melhora do metabolismo e sentimento de bem estar. 

Apesar disso, as telas (celulares, tablets, televisores etc) tomam o espaço no dia das crianças e, na maioria dos casos, impedem a promoção de atividades saudáveis.

Além de favorecer o sedentarismo, esse comportamento pode comprometer o convívio social, principalmente para as crianças que estão na fase de desenvolvimento da socialização. 

Dessa forma, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou, em 2017, um manual de orientação para promover a atividade física na infância e na adolescência

Confira ao longo do texto recomendações e benefícios sobre a prática de atividade física para criança segundo a cartilha da SBP!

Benefícios da atividade física para criança

Além dos benefícios citados anteriormente, a prática regular de atividade física favorece a manutenção de um estilo saudável ao longo da vida, fortalece o sistema imunológico e evita que elas desenvolvam problemas de saúde decorrentes do sedentarismo.

Entretanto, é fundamental que as atividades sejam prazerosas e adequadas com a idade e nível de crescimento de cada criança.

Atividades físicas de acordo com a idade da criança

Segundo o documento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a prática de atividades físicas, de acordo com cada idade, é a seguinte:

  • Até os 2 anos de idade – as crianças precisam ser estimuladas a se movimentar diversas vezes ao dia, engatinhando, buscando objetos e movendo membros do corpo. Eletrônicos – incluindo TV – são contraindicados para essa faixa etária.
  • De 3 a 5 anos – as brincadeiras e atividades de qualquer intensidade devem ocupar pelo menos 180 minutos diários, incluindo bicicleta, esconde-esconde, pega-pega, bola, etc. Algumas atividades extras podem ser introduzidas (natação, dança).
  • Dos 6 aos 19 anos – a recomendação é de uma hora por dia de prática de esportes e exercícios mais intensos. Vale conversar com o pediatra sobre a necessidade de avaliação médica prévia. 

Em sua maioria, o maior empecilho será a adesão das crianças nas atividades.

Uma vez que as telas possibilitam um mundo de diversão e de fácil acesso.

Contudo, algumas atitudes podem facilitar o interesse dos pequenos pela prática de atividades físicas. Confira abaixo! 

Dicas para movimentar as crianças

Prepare um espaço na casa

Abra espaço em um cômodo que seja favorável e atrativo para a prática de atividade física com as crianças.

A liberdade de poder brincar, dançar e se divertir é essencial para que as crianças possam gastar toda a sua energia.

Mas claro, sempre com supervisão!

Separe um tempo para as atividades

Adicionar a rotina um horário específico para realizar a atividade física é bem interessante e funciona para toda a família!

Por exemplo, às 8 horas da manhã todos podem se reunir na sala e começar o dia com um alongamento e, em seguida, realizar um sequência de exercícios.

A princípio, as crianças podem não se sentir à vontade para entrar na atividade, mas observando as mamães e papais, elas se sentirão estimuladas a fazer parte desse momento em família.

Ao mesmo tempo, é importante reforçar a participação dos pequenos. Por isso, se ela tiver uma nova ideia de exercício, entre nessa junto com ele!

Distribua tarefas domésticas

Colaborar na rotina do lar é importante para desenvolver o senso de responsabilidade dos pequenos e ajudar na construção de sua autonomia.

Além disso, a movimentação e os esforços para manter a casa limpa ocasionarão um gasto extra de energia das crianças. 

 

São muitas brincadeiras que podemos criar em forma de exercício! O importante é que as atividades sejam prazerosas e adequadas ao desenvolvimento individual de cada criança. 

Estimular e apoiar essa natureza pode ser um grande incentivo a promoção e desenvolvimento da saúde para toda a vida.

Se abrirmos um espacinho na nossa rotina para a atividade física e junto trouxermos nossos filhos, o que é para ser um importante benefício a nossa saúde vira também um momento de muito amor, alegria e união!

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Bebê engasgado: saiba como agir e prestar os primeiros socorros

Qual mamãe nunca teve que lidar com o bebê engasgado? Quem tem um recém-nascido em casa conhece a tensão de presenciar um engasgue.

Apesar de causar preocupação, principalmente para os responsáveis mais próximos, o bebê pode engasgar ao se alimentar, tomar mamadeira, mamar, ou simplesmente, com a própria saliva.

Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para que os sustos com o bebê engasgado sejam evitados. Vamos falar como agir a partir dos seguintes pontos: 

  • O que é o engasgue?
  • Principais causas do engasgo no bebê
  • Principais sinais de engasgamento
  • Bebê engasgado – o que fazer?

Continue a leitura com a gente!

O que é o engasgue?

Segundo a Biblioteca Virtual de Saúde, o engasgo é uma manifestação do organismo para expelir alimento ou objeto que toma um “caminho errado” durante o ato de engolir.

Ao invés de entrar pela garganta onde cai no estômago, o alimento ou líquido entra pelas vias respiratórias pois essas são vizinhas na traqueia.

Ainda de acordo com a página do Ministério da Saúde, o engasgo é considerado uma emergência.

Sendo assim, é recomendado agir rapidamente e procurar ajuda médica para evitar complicações.

Principais causas do engasgo no bebê

As causas mais comuns que levam o bebê a engasgar são:

  • Tomar água, suco, mamadeira ou ser amamentado na posição deitado ou recostado;
  • Colocar o bebê deitado depois dele comer ou mamar sem ter arrotado;
  • Comer grãos de arroz, feijão, pedaços de fruta escorregadias como manga ou banana (para bebês que já comem sólidos);
  • Engolir pequenos brinquedos ou peças soltas.

Além disso, bebês que costumam engasgar com a saliva ou enquanto dorme pode estar com dificuldade para engolir, o que pode ser causado por alguma alteração neurológica.

Portanto, nesses casos, é importante levar a criança ao pediatra para que possa identificar o que está acontecendo.

Principais sinais de engasgamento

É importante saber reconhecer os episódios de sufocamento por engasgo e tomar as medidas adequadas. Nesse caso você pode notar:

  • Esforço respiratório;
  • Movimento de entrada de ar indetectável ou ausente – o que pode causar lábios azulados e palidez ou vermelhidão na face;
  • Emitir sons incomuns ao respirar;
  • Tentar falar mas não emitir nenhum som.

Além disso, a criança pode apresentar tosse ou ânsia de vômito o que, por incrível que pareça, é uma boa notícia!

Afinal, isso significa que a via aérea não está totalmente bloqueada, por isso é necessário fazer tossir, que é a forma mais eficaz de limpar a via aérea.

A situação é mais grave se o bebê não conseguir tossir ou chorar. Nesses casos, os sintomas presentes são pele azulada ou arroxeada, esforço respiratório exagerado e eventual perda de consciência. 

Bebê engasgado – o que fazer?

O ideal é que, antes que esse tipo de acidente aconteça, você já saiba o que fazer para agir com mais segurança e confiança. 

Portanto, na próxima consulta com o pediatra, peça que ele demonstre as manobras necessárias em casos de sufocamento. 

Caso o seu bebê engasgue, peça para alguém acionar o serviço médico especializado — Samu (192) ou Corpo de Bombeiros (193) – ou providenciar transporte até o pronto-socorro mais próximo. 

Se não houver mais ninguém por perto, tente desengasgar por dois minutos e então peça ajuda.

Ainda segundo a Biblioteca Virtual de Saúde, os responsáveis devem tentar realizar a Manobra de Heimlich.

Manobra de Heimlich

A Manobra de Heimlich ajuda a retirar o objeto que está causando o engasgamento. Para fazer essa manobra deve-se:

  1. Deitar a criança sobre o braço com a cabeça um pouco mais baixa que o tronco e observar se existe algum objeto em sua boca que possa ser removido facilmente;
  2. Inclinar o bebê, com a barriga sobre o braço, para que o tronco fique mais baixo que as pernas, e dar 5 palmadas com a base da mão nas costas;
  3. Se ainda assim não for suficiente, deve-se virar a criança de frente, ainda sobre o braço, e efetuar compressões com os dedos médio e anular sobre o tórax, na região entre os mamilos. 

Mesmo que com estas manobras tenha conseguido desengasgar o bebê, esteja atenta a ele, sempre observando-o. 

Em caso de alguma dúvida, ou para se sentir mais segura, procure uma unidade de saúde.

 

Em resumo, bebê engasgado é um assunto sério! A melhor forma de evitar passar por uma situação de sufocamento dos pequenos é a prevenção.

O ideal é garantir que objetos pequenos fiquem longe do alcance das crianças e, no caso dos bebês, estar sempre atenta! 

Qualquer dúvida ou emergência, ligue para os canais de socorro e procure atendimento hospitalar. 

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Atividades para crianças de 3 anos: aprenda 5 brincadeiras divertidas e educativas

As atividades para crianças de 3 anos são fundamentais no desenvolvimento dos pequenos. Confira a nossa lista!

A cada nova etapa do desenvolvimento infantil, é importante pensarmos em brincadeiras para estimular uma série de habilidades. Mas, quais atividades para crianças de 3 anos são as mais indicadas?

Anteriormente, falamos de atividades para bebês de um ano e também de atividades para crianças de dois anos.

Agora, chegou a hora de conferirmos algumas atividades para desenvolver ainda mais as habilidades dos pequenos aos três anos.

Afinal, nessa idade, as crianças tem uma boa coordenação motora fina, conseguem interagir e compreender conceitos simples.

Por isso, algumas atividades podem ser muito mais do que simplesmente diversão.

Atividades para crianças de 3 anos: confira 5 brincadeiras educativas

1. Narração de histórias

Uma das atividades para fazer com as crianças de 3 anos é a narração de histórias.

Elas amam acompanhar as histórias! Assim, você pode narrar o conto a partir da leitura de um livro, enquanto ela acompanha as imagens.

Além de criar entonações de vozes diferentes para cada personagem, que pode trazer mais dinamismo e diversão para a brincadeira.

Ao final, converse sobre o que foi lido, perguntando sobre o que ele mais gostou, qual personagem achou legal e até mesmo o que ele faria se estivesse naquele enredo.

Você também pode pedir para ele contar sobre o que ouviu, estimulando sua memória e sua criatividade.

2. Dançar

Uma atividade alegre e extremamente prazerosa em qualquer idade!

Em sua maioria, aos três anos, as crianças já conseguem se manter em pé por alguns segundos.

Por isso, dançar com a criança pode ajudar a trabalhar o seu equilíbrio.

Uma dica que pode deixar o momento ainda mais divertido, é colocar uma música clássica e brincar de bailarina.

Além de estimular uma brincadeira divertida para as crianças, o trabalho na ponta dos pés é uma ótima forma de auxiliar no desenvolvimento do equilíbrio.

3. Atividades manuais

Um dos marcos do desenvolvimento infantil aos 3 anos é uma maior destreza com as mãos, resultado da melhoria da coordenação motora fina.

Por isso, colocar a mão na massa é imprescindível!

Enquanto as mãos estão ocupadas, vocês podem conversar sobre diversos temas, além da oportunidade de aprenderem um novo hobby.

Só para exemplificar, elencamos algumas atividades manuais que vocês podem realizar em conjunto:

  • Desenhar e/ou colorir;
  • Fazer origamis;
  • Recortar e criar um mural com os gostos da criança;
  • Montar a árvore genealógica da família;
  • Plantar uma semente ou outras tarefas de jardinagem.

4. Cores e Formas

Como dissemos na introdução do texto, nesta idade as crianças passam a entender conceitos simples.

Por isso, aliar atividades com conceitos apresentados na escolinha podem ser uma excelente forma de divertir e estimular o aprendizado das crianças.

Uma atividade simples, é desenhar algumas formas geométricas e pedir que a criança colore de verde o quadrado, por exemplo. Em seguida, o círculo de amarelo etc.

Além disso, as massinhas de modelar e os blocos de construção podem estimular ainda mais esse momento!

As formas que as massinhas podem reproduzir e as misturas de cores possibilitam um mundo de descobertas para os pequenos.

5. Atividades de Autocuidado

Quando pensamos em atividades para crianças de 3 anos, vale a pena incluir tarefas de autocuidado, para que elas aprendam a cuidar de si e ganhar independência.

Por exemplo, os pais podem ensiná-las em pequenas etapas o passo a passo para escovar os dentes, tomar banho, pentear o cabelo, se vestir.

Além disso, uma dica muito legal é levar esse aprendizado para as brincadeiras.

Como? Vestindo a boneca ou simulando que está escovando o dente do urso de pelúcia.

Isso vai ajudá-la a compreender melhor como executar cada tarefa, sua importância e a ter mais autonomia nessas ações do dia a dia.

 

As atividades para crianças de 3 anos são inúmeras e listamos neste texto apenas algumas dicas para realizarem em família.

Apesar de serem brincadeiras, essas são oportunidades para o aprendizado do seu pequeno, que pode desenvolver e aprimorar habilidades.

Mas o importante é o momento de diversão e alegria que passarão juntos! Lembre-se que não existe certo ou errado ao aproveitarem as atividades da lista.

Por fim, o que você acha de compartilhar essas atividades para crianças de 3 anos com outras mamães?

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Soluço em bebês: causas, tratamentos e quando se preocupar

Apesar de ser uma situação comum, o soluço em bebês pode tirar o sossego de mamães e papais. Descubra quando se preocupar!

Para os responsáveis, o bem-estar e a segurança dos recém-nascidos vem em primeiro lugar. Por isso, o soluço em bebês pode causar bastante preocupação.

Mas já adiantamos que não há motivo para se desesperar! O soluço é uma situação comum na primeira infância e pode surgir ainda no útero.

Assim, vamos discutir a cerca do tema por meio dos seguintes pontos:

  • Por que o bebê tem soluço?
  • Quais as principais causas?
  • Principais Tratamentos
  • Quando o soluço merece atenção

Preparamos um guia para garantir o conforto do bebê e a tranquilidade de toda a família. Acompanhe com a gente!

Porque o bebê tem soluço?

O soluço ocorre devido a uma contração involuntária do diafragma, músculo que fica abaixo do pulmão.

A partir dessa contração, as cordas vocais fecham com maior rapidez e causam o desconforto.

O desconforto pode acontecer com maior facilidade nos recém-nascidos. Uma vez que a imaturidade do sistema dos pequenos, faz com que sejam irritados com maior facilidade.

Quais as principais causas do soluço em bebês?

O soluço em bebês pode acontecer por diversos motivos, mas destacamos os principais:

Principais tratamentos

A partir das principais causas, podemos indicar algumas atitudes simples para fazer o soluço sumir ou diminuir de intensidade:

  • Colocar o bebê na posição vertical: principalmente após as mamadas. Colocar a criança na posição vertical facilita a saída de gases do estômago e ajuda a combater o soluço.
  • Amamentar o bebê: o ato de sugar diminui o reflexo do diafragma e, consequentemente, o soluço em bebês. Mas antes de optar por essa atitude não se esqueça de respeitar os horários de alimentação do bebê.
    Lembre-se que alimentação em excesso pode contribuir para o surgimento dos soluços.
  • Manter o pequeno quentinho: a troca de calor do nosso corpo pode causar o soluço. Por isso, evite deixar seu bebê sem roupa durante muito tempo após o banho e nas trocas de fralda.

Quando procurar ajuda?

Com estas medidas, o soluço do bebê provavelmente irá desaparecer sozinho, sem necessidade de procurar um profissional de saúde.

Entretanto, caso o soluço no pequeno ocorra de forma excessiva e comprometa a sua qualidade de vida, recomendamos a consulta com o pediatra.

O desconforto pode ser um sintoma de refluxo gastroesofágico no bebê.

No entanto, estes são casos menos frequentes e, em sua maioria, o soluço em bebês é um incômodo passageiro.

Além disso, vale reforçarmos que não é recomendado o uso de qualquer medicamento sem expressa orientação de um profissional médico.

Mesmo que o soluço em bebês cause apreensão em toda a família, é apenas um incômodo.

Agora que você já sabe mais informações, pode cuidar do seu bebê com mais tranquilidade e segurança.

Por fim, o que você acha de compartilhar esse texto com outras mamães e acabar de vez com esse mito que rodeia os nossos bebês?

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Vômito em criança: quando procurar ajuda médica?

A infância é um período delicado para as mamães, papais e responsáveis. Afinal, os pequenos vivem nos preocupando com seus desconfortos, como exemplo, pequenos resfriados, cólicas e, até mesmo, vômito em criança.

Apesar de ser algo relativamente comum entre bebês e crianças, o vômito é um assunto sério, principalmente quando associado a outros sintomas.

Por isso, preparamos este artigo com tudo o que você precisa saber sobre este incômodo. Continue a leitura com a gente!

Vômito ou Regurgitação?

Primeiramente, vamos te ajudar a distinguir o vômito da regurgitação.

Os bebês com frequência regurgitam pequenas quantidades quando são alimentados ou logo depois, normalmente enquanto se tenta fazê-los arrotar.

A regurgitação pode acontecer, porque os bebês se alimentam rapidamente, engolem ar ou são alimentados demais, mas ela pode ocorrer sem razão aparente.

O vômito é uma eliminação desconfortável, involuntária e forçada de alimentos, normalmente causados por um quadro patológico.

Vômito em criança – Principais Causas

Na grande maioria dos casos, o vômito em criança é recorrente de uma má digestão, uma virose ou até uma reação por ter ingerido algum alimento contaminado.

Um ponto que merece uma atenção maior com relação as crises de vômito é a hidratação.

Os pequenos perdem muito líquido e, devido ao mal-estar, muitas vezes não repõem a quantidade necessária para o bom funcionamento do corpo.

Além disso, é importante atentar-se a outros sintomas como dor de cabeça, febre alta, entre outros que podem acompanhar os vômitos.

Já em recém-nascidos a intolerância alimentar, alergia à proteína do leite de vaca e outros quadros relacionados ao metabolismo dos pequenos também podem ser o agente causador da crise de vômitos.

Vômito em criança – Quando procurar ajuda médica?

A princípio, se o vômito não estiver acompanhado de nenhum outro sintoma como dor de cabeça, febre alta e prostração, você não precisa ir de imediato ao pronto-socorro.

Isso porque pode ser apenas um mal-estar passageiro. Mantenha a calma, cuide da hidratação do seu filho, ou filha, e dê muito amor.

Segundo dados da Abril Saúde, 75% das visitas a prontos-socorros não precisariam ocorrer.

No entanto, quando ocorre associado a outros sintomas os pais devem ficar atentos porque pode ser sim o sinal de um quadro mais grave.

Por isso, se a criança já estiver vomitando por mais de um dia e com sinais de desidratação como moleza, sem urinar por mais de 6 horas (e urina estiver mais escura) ou estiver com os lábios ressecados, procure a ajuda de um pediatra.

Eles poderão indicar remédios e exames que possam avaliar a real origem do mal-estar do pequeno.

E nada de usar medicamentos sem a expressa orientação de um profissional médico.

 

Em resumo, o vômito em criança não representa um quadro de maior gravidade para os pequenos.

No entanto, se os sintomas persistirem ou se notar alguma outra situação preocupante, procure o pediatra para que ele avalie o quadro e possa te dar um diagnóstico preciso.

Assim você e toda a família ficarão mais seguros para cuidar do seu eterno bebê com maior tranquilidade.

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Curva de crescimento infantil: como funciona e principais medidas

A curva ascendente é sinal que seu bebê está crescendo mês a mês. Mas o que é a curva de crescimento infantil? Qual a sua importância? E o principal, meu bebê está com a curva de crescimento adequada? 

Fiquem tranquilos mamães e papais. Trazemos a seguir todos os detalhes sobre a famosa curva de crescimento infantil por meio dos seguintes tópicos:

  • O que é?
  • Quais fatores interferem no crescimento?
  • Quais as principais medidas?
  • Quando é importante se preocupar?

    Acompanhe com a gente!

O que é a curva de crescimento infantil?

A curva de crescimento infantil é um padrão internacional, desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para acompanhar o crescimento e o estado nutricional das crianças todos os meses.

Dessa forma, ela possibilita a detecção de desnutrição, sobrepeso, obesidade e outras condições associadas ao crescimento e à nutrição da criança.

As curvas são obtidas através da relação de parâmetros como sexo e a idade da criança e variáveis como o peso, a altura e o perímetro da cabeça.

Esses parâmetros são padronizados, por isso, é possível fazer o monitoramento independente da origem étnica, situação socioeconômica ou tipo de alimentação da criança.

O único parâmetro que se altera é o sexo. As curvas entre meninas e meninos são diferentes, já que eles apresentam padrões distintos de crescimento.

Como esse parâmetro foi estabelecido?

Para estabelecer as curvas, a OMS (Organização Mundial da Saúde) acompanhou crianças de 0 a 5 anos, de grupos étnicos, cidades e continentes diferentes e comparou as medidas de cada indivíduo com as de seus pares, isto é, crianças de mesma idade e mesmo sexo.

Por meio dos resultados obtidos, foi possível estabelecer intervalos de tamanho e peso adequados para cada idade e, consequentemente, os percentis.  

Após o mapeamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) foram estabelecidas réguas intermediárias, cinco no total (3, 15, 50, 85 e 97), que possibilitam a avaliação e acompanhamento do desenvolvimento de cada criança.

Por exemplo, a expressão “está com o peso acima da média” tem sua origem nos percentis, o percentil 50 significa a média.

Mas é preciso entender que ter um percentil abaixo de 50 não indica necessariamente que seu bebê apresenta algum problema de crescimento, somente um especialista pode avaliar e explicar os resultados obtidos.

O mais importante é que o bebê tenha uma linha ascendente de crescimento, independente do percentil que está.

Vale ressaltar que cada criança tem uma curva de crescimento. Portanto, nada de comparar uma com outra.

Quais as principais medidas avaliadas pela curva? 

Para estabelecer a curva de crescimento são avaliados o comprimento, o peso e o perímetro da cabeça.

Sendo o perímetro da cabeça acompanhado com mais rigor durante o primeiro ano da criança e que permite detectar precocemente várias doenças neurológicas que interferem no crescimento craniano.

Como posso saber se a curva de crescimento está adequada?  

Como falamos antes, o mais importante ao avaliar a curva de crescimento infantil é que ela seja uma linha ascendente.

Ou seja, se um bebê está no percentil 85 em relação ao peso e a altura, não significa que ela seja mais saudável que um bebê no percentil 15.

Por isso, é importante que as mamães, papais e responsáveis acompanhem o crescimento e o desenvolvimento do bebê junto a um pediatra.

Ele fará as avaliações e dará as orientações adequadas para seu bebê crescer forte e saudável, dentro do seu próprio tempo.

Caiu um percentil na curva de crescimento do bebê, devo me preocupar? 

É normal cair um número percentil, principalmente na fase após o primeiro ano quando o apetite diminui.

No entanto, é importante se preocupar quando ocorre queda de dois ou mais percentis na curva de crescimento infantil.

Uma criança entre os percentis 3 e 15 também merece atenção especial se a linha de crescimento for descendente ao longo das consultas com o pediatra.

Mas pode ficar tranquilos, O médico, ao avaliar a curva de crescimento infantil do seu bebê, poderá identificar qualquer possível quadro de saúde e fornecer as orientações necessárias para a adequação da curva.

Em resumo, acompanhar a curva de crescimento infantil proporciona ao seu filho um crescimento mais saudável e dá a você uma ideia de como está sendo o progresso dele.

Além de poder oferecer total apoio com muito amor e cuidado!

Por fim, o que você acha de compartilhar esse artigo para outras mamães e papais aprenderem sobre a curva de crescimento das crianças?

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